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	<title>DiarioNet</title>
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	<description>A vista de sua janela pode ser a liberdade</description>
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		<title>DiarioNet</title>
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		<title>Instalando o Ubuntu em um pendrive ou HD externo</title>
		<link>http://diarionet.wordpress.com/2008/02/27/instalando-o-ubuntu-em-um-pendrive-ou-hd-externo/</link>
		<comments>http://diarionet.wordpress.com/2008/02/27/instalando-o-ubuntu-em-um-pendrive-ou-hd-externo/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 27 Feb 2008 23:59:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>xvr2k3rds</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícia]]></category>

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		<description><![CDATA[por: Carlos E. Morimoto18/10/2007 Assim como em outras distribuições live-CD, o Ubuntu/Kubuntu é armazenado no CD na forma de uma imagem comprimida, usando o SquashFS. Ele oferece um nível de compressão similar a outros algoritmos de compressão, como o zip e o rar, mas oferece a vantagem de permitir que o sistema rode diretamente a [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=diarionet.wordpress.com&amp;blog=687262&amp;post=122&amp;subd=diarionet&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p align="right"><em><font size="1">por: Carlos E. Morimoto<br />18/10/2007</font></em></p>
<p>Assim como em outras distribuições live-CD, o Ubuntu/Kubuntu é armazenado no CD na forma de uma imagem comprimida, usando o SquashFS. Ele oferece um nível de compressão similar a outros algoritmos de compressão, como o zip e o rar, mas oferece a vantagem de permitir que o sistema rode diretamente a partir da imagem compactada. Com isso, temos quase 2 GB de softwares armazenados em um CD-ROM de apenas 700 MB.  </p>
<p>Quando o sistema é instalado, esta imagem é descomprimida, fazendo com que o sistema ocupe cerca de 2 GB no HD. Se fizéssemos uma instalação normal do sistema, ele ocuparia todo o espaço de um pendrive de 2 GB, não deixando nada para armazenar arquivos e programas adicionais.  </p>
<p>Nessa receita, continuaremos a utilizar a imagem compactada do sistema, de forma que a instalação ocupará apenas 650 MB do espaço do pendrive e o restante ficará disponível para guardar arquivos e programas adicionais. É possível inclusive instalar em um pendrive de apenas 1 GB.  </p>
<p>A partir do Ubuntu/Kubuntu 6.10 foi introduzido o persistent mode, que permite utilizar uma segunda partição no pendrive para armazenar as alterações. Durante o boot, a partição é montada em conjunto com a imagem compactada utilizando o UnionFS, onde a imagem do sistema é montada em modo somente leitura e a partição em modo de leitura e escrita.  </p>
<p>Todas as alterações feitas no sistema são armazenadas na partição e restauradas nos boots subsequentes, de forma que o sistema se comporta de forma muito similar a se estivesse instalado. A principal vantagem é que o sistema ocupara muito menos espaço.  </p>
<p>O Ubuntu/Kubuntu 7.04 possui um bug nos scripts de inicialização que faz com que o persistent mode não funcione, por isso é recomendável utilizar o 7.10 (ou mais recente) ou então o antigo 6.10.  </p>
<p>O primeiro passo é ter em mãos um CD de instalação da versão do Ubuntu/Kubuntu que você quer instalar no pendrive ou o arquivo .ISO referente ele. Você pode fazer a instalação tanto através de uma distribuição Linux instalada no HD (não precisa sequer ser o Ubuntu/Kubuntu) quanto dando boot através do CD-ROM gravado.<br />
<h5>Preparando o pendrive</h5>
</p>
<p>O primeiro passo é formatar o pendrive, criando duas partições. A primeira será uma partição FAT32, onde será armazenada a imagem do sistema e a segunda será a partição do persistent mode, onde serão salvas as alterações.  </p>
<p>A partição FAT32 conterá uma cópia completa do CD de instalação, de forma que ela deve ter 750 MB (para deixar algum espaço vago para caso precise incluir arquivos adicionais). A segunda partição, por sua vez, pode englobar todo o restante do espaço vago do pendrive.  </p>
<p>Um pendrive de 2 GB, ficaria assim: </p>
<p>sdd1: 750 MB (FAT)<br />sdd2: 1.25 GB (EXT3) </p>
<p>Uma pegadinha é que o BIOS só aceita inicializar através do pendrive se você ativar a flag &#8220;bootable&#8221; para a partição (do pendrive) onde salvou a imagem do sistema. Sem isso, o boot para uma uma mensagem reclamando de que o dispositivo não é bootável. Para fazer isso através do gparted, clique com o botão direito sobre a partição FAT e acesse a opção &#8220;Manage Flags&#8221;. No menu, marque a opção &#8220;boot&#8221;: </p>
<p><img height="256" alt="index_html_m25e7f4e3" src="http://images.guiadohardware.net/imagens/img-5a6369d4.png"/> </p>
<p>Ao usar o cfdisk, selecione a partição e ative a opção &#8220;[Bootable]&#8220;.  </p>
<p>O próximo passo é formatar as partições criadas. Preste muita atenção ao indicar as partições referentes ao pendrive para não formatar sua partição de trabalho por engano: </p>
<p># mkfs.vfat -F 32 /dev/sdd1 </p>
<p># mkfs.ext2 -b 4096 -L casper-rw /dev/sdd2 </p>
<p>O parâmetro &#8220;-F 32&#8243; faz com que a primeira partição seja formatada em FAT32 (o padrão do mkfs.vfat é usar FAT16) e o &#8220;-L casper-rw&#8221; define o nome da segunda partição. É necessário que a partição se chame &#8220;casper-rw&#8221; para que ela seja usada para salvar as alterações, de forma que se você não usar a opção ao formatar, o persistent mode simplesmente não funciona.  </p>
<p>O segundo passo é montar a partição do pendrive e o CD-ROM com o sistema para poder copiar os arquivos. É necessário montar o CD-ROM mesmo ao dar boot através dele.  </p>
<p># mkdir /mnt/pendrive /mnt/cd </p>
<p># mount /dev/sdd1 /mnt/pendrive </p>
<p># mount /dev/cdrom /mnt/cd </p>
<p>Se você quiser fazer a cópia a partir de um arquivo ISO, pode montá-lo usando o comando &#8220;mount -o loop&#8221;, que faz com que ele seja acessado como se fosse um CD-ROM gravado, como em: </p>
<p># mount -o loop kubuntu-7.10-desktop-i386.iso /mnt/cd </p>
<p>Comece copiando todo o conteúdo do CD para a partição do pendrive, usando o &#8220;cp -a&#8221; (o parâmetro &#8220;-a&#8221; faz com que sejam copiados todos os arquivos e subdiretórios e todas as permissões sejam mantidas).  </p>
<p># cp -a /mnt/cd/* /mnt/pendrive/ </p>
<p>Em seguida é preciso copiar alguns arquivos específicos para o diretório raiz da partição, de forma que eles possam ser usados pelo syslinux: </p>
<p># cp -a /mnt/cd/isolinux/* /mnt/pendrive/ </p>
<p># cp -a /mnt/cd/casper/vmlinuz /mnt/pendrive/ </p>
<p># cp -a /mnt/cd/casper/initrd.gz /mnt/pendrive/ </p>
<p># cp -a /mnt/cd/install/mt86plus /mnt/pendrive/ </p>
<p># cp -a /mnt/cd/.disk /mnt/pendrive/ </p>
<p>Precisamos agora criar o arquivo &#8220;syslinux.cfg&#8221; no diretório raiz da partição. Nele vai a configuração do gerenciador de boot: </p>
<p># kwrite /mnt/pendrive/syslinux.cfg </p>
<p>ou  </p>
<p># gedit /mnt/pendrive/syslinux.cfg </p>
<p>O conteúdo do arquivo fica: </p>
<p><strong><br />Para o Ubuntu:</strong> </p>
<p>DEFAULT persistent<br />GFXBOOT bootlogo </p>
<p>LABEL persistent<br />menu label ^Modo Persistent<br />kernel vmlinuz<br />append preseed/file=preseed/ubuntu.seed boot=casper persistent initrd=initrd.gz ramdisk_size=1048576 root=/dev/ram rw quiet splash locale=pt_BR bootkbd=qwerty/br-abnt2 console-setup/layoutcode=br console-setup/variantcode=nodeadkeys &#8212; </p>
<p>LABEL live<br />menu label ^Modo Live<br />kernel vmlinuz<br />append preseed/file=preseed/ubuntu.seed boot=casper initrd=initrd.gz ramdisk_size=1048576 root=/dev/ram rw quiet splash locale=pt_BR bootkbd=qwerty/br-abnt2 console-setup/layoutcode=br console-setup/variantcode=nodeadkeys &#8212; </p>
<p>DISPLAY isolinux.txt<br />TIMEOUT 300<br />PROMPT 1 </p>
<p><strong>Para o Kubuntu</strong> </p>
<p>DEFAULT persistent<br />GFXBOOT bootlogo </p>
<p>LABEL persistent<br />menu label ^Modo Persistent<br />kernel vmlinuz<br />append preseed/file=preseed/kubuntu.seed boot=casper persistent initrd=initrd.gz ramdisk_size=1048576 root=/dev/ram rw quiet splash locale=pt_BR bootkbd=qwerty/br-abnt2 console-setup/layoutcode=br console-setup/variantcode=nodeadkeys &#8212; </p>
<p>LABEL live<br />menu label ^Modo Live<br />kernel vmlinuz<br />append preseed/file=preseed/kubuntu.seed boot=casper initrd=initrd.gz ramdisk_size=1048576 root=/dev/ram rw quiet splash locale=pt_BR bootkbd=qwerty/br-abnt2 console-setup/layoutcode=br console-setup/variantcode=nodeadkeys &#8212; </p>
<p>DISPLAY isolinux.txt<br />TIMEOUT 300<br />PROMPT 1 </p>
<p>É importante enfatizar que, apesar de longa, a opção &#8220;append&#8221; forma uma única linha, do &#8220;append&#8221; ao &#8220;&#8211;&#8221;.  </p>
<p>Na verdade, a única diferença entre os dois é a opção &#8220;pressed&#8221;, que no Ubuntu é &#8220;preseed/file=preseed/ubuntu.seed&#8221; e no Kubuntu é &#8220;preseed/file=preseed/kubuntu.seed&#8221;, no resto os dois arquivos são idênticos.  </p>
<p>O arquivo é composto de duas opções. A opção &#8220;persistent&#8221; contém o parâmetro &#8220;persistent&#8221; que faz com que o sistema utilize automaticamente a segunda partição para armazenar as alterações, enquanto a opção &#8220;live&#8221; faz com que o sistema rode em modo live-CD, sem salvar as alterações.  </p>
<p>A opção &#8220;DEFAULT&#8221; diz qual das duas vai ser o padrão. No meu caso, deixei a opção &#8220;persistent&#8221; como default, de forma que a segunda partição é usada automaticamente e você precisa digitar &#8220;<strong>live</strong>&#8221; na linha de boot para que o sistema use o modo live-CD.  </p>
<p>Como estamos utilizando o syslinux como gerenciador de boot, no lugar do isolinux, usado no CD, não é possível ajustar a linguagem e o layout do teclado pressionando a tecla F2, como ao dar boot pelo CD, por isso é necessário passar as opções através do arquivo de configuração, por isso incluí as opções &#8220;locale=pt_BR bootkbd=qwerty/br-abnt2 console-setup/layoutcode=br console-setup/variantcode=nodeadkeys&#8221; no arquivo. Se você quiser que o sistema inicialize no modo padrão, em inglês, basta retirá-las.  </p>
<p>No Kubuntu é necessário instalar o pacote &#8220;kde-i18n-ptbr&#8221; e alterar o idioma através do centro de controle para que o sistema fique em Português. Como estamos usando o pendrive em modo persistent, isso não é um grande problema, já que basta instalar uma vez para que a configuração torne-se permanente.  </p>
<p>Com isso estamos quase lá. Falta apenas instalar o syslinux para que o pendrive torne-se bootável. Para isso, é necessário antes de mais nada desmontar a partição: </p>
<p># umount /mnt/pendrive </p>
<p>O syslinux não vem instalado na maioria das distribuições, por isso é necessário instalá-lo usando o gerenciador de pacotes. No Ubuntu/Kubuntu ou qualquer distribuição derivada do Debian, instale os pacotes &#8220;syslinux&#8221; e &#8220;mtools&#8221; via apt-get: </p>
<p># sudo apt-get install syslinux mtools </p>
<p>Falta agora apenas rodar o comando do syslinux: </p>
<p># syslinux -f /dev/sdd1 </p>
<p>Ao contrário que faríamos ao gravar o lilo num HD por exemplo, o comando deve indicar a partição criada (/dev/sda1) e não o dispositivo. </p>
<p>Concluindo, use o comando abaixo do lilo (o pacote &#8220;lilo&#8221; deve estar instalado). Ele corrige o setor de boot caso necessário, de forma a remover resquícios de instalações de outros gerenciadores de boot e a corrigir problemas diversos: </p>
<p># lilo -M /dev/sdd </p>
<p>Com isto, você já tem um pendrive bootável, basta configurar o setup para inicializar através dele e testar. </p>
<p><img style="margin:0;" height="450" alt="index_html_6510c1e4" src="http://images.guiadohardware.net/imagens/img-b9d712fb.jpg"/> </p>
<p>Se o boot for iniciado de forma normal, mas o sistema parar em um certo ponto, mostrando apenas um cursor piscante no topo da tela, indefinidamente, verifique se a pasta &#8220;<strong>.disk</strong>&#8221; do CD foi realmente copiada para o pendrive. Por algum motivo, sem ela o sistema simplesmente não conclui o boot.  </p>
<p>Quando falo em &#8220;pendrive&#8221; estou na verdade me referindo a qualquer dispositivo de armazenamento USB compatível com o padrão usb-storage. O mesmo pode ser feito com HDs externos, ligados na porta USB (os HDs são até menos problemáticos do que os pendrives), câmeras (onde o cartão é acessado como uma unidade de armazenamento) e até mesmo cartões SD ou Memory Stick ligados a um leitor de cartões USB. </p>
<p>Concluindo, aqui vai um pequeno script que automatiza o procedimento que vimos. Ele pode ser usado depois que o pendrive já está particionado e o CD-ROM ou arquivo .iso já está montado na pasta e o syslinux já está instalado.  </p>
<p># Script para instalar o Ubuntu/Kubuntu em um pendrive<br /># http://guiadohardware.net </p>
<p># Device do Pendrive<br />pendrive=&#8221;/dev/sdd&#8221; </p>
<p># Pasta onde o CD-ROM ou o arquivo .ISO está montado<br />cd=&#8221;/mnt/cd&#8221; </p>
<p># O editor que será usado para editar o arquivo <br />editor=&#8221;kwrite&#8221; </p>
<p>sudo mkfs.vfat -F 32 &#8220;$pendrive&#8221;1<br />sudo mkfs.ext2 -b 4096 -L casper-rw &#8220;$pendrive&#8221;2 </p>
<p>mkdir /mnt/pendrive<br />mount &#8220;$pendrive&#8221;1 /mnt/pendrive </p>
<p>cp -a $cd/* /mnt/pendrive/<br />cp -a $cd/isolinux/* /mnt/pendrive/<br />cp -a $cd/casper/vmlinuz /mnt/pendrive/<br />cp -a $cd/casper/initrd.gz /mnt/pendrive/<br />cp -a $cd/install/mt86plus /mnt/pendrive/<br />cp -a $cd/.disk /mnt/pendrive/ </p>
<p>$editor /mnt/pendrive/syslinux.cfg<br />umount /mnt/pendrive </p>
<p>syslinux -f &#8220;$pendrive&#8221;1<br />lilo -M $pendrive </p>
<p><strong></strong> </p>
<p><strong>Comente</strong> em: <a href="http://www.guiadohardware.net/comunidade/dica-instalando/794369/">http://www.guiadohardware.net/comunidade/dica-instalando/794369/</a></p>
<br /><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/categories/diarionet.wordpress.com/122/" /> <img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/tags/diarionet.wordpress.com/122/" /> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/diarionet.wordpress.com/122/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/diarionet.wordpress.com/122/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/diarionet.wordpress.com/122/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/diarionet.wordpress.com/122/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/diarionet.wordpress.com/122/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/diarionet.wordpress.com/122/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/diarionet.wordpress.com/122/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/diarionet.wordpress.com/122/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/diarionet.wordpress.com/122/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/diarionet.wordpress.com/122/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/diarionet.wordpress.com/122/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/diarionet.wordpress.com/122/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/diarionet.wordpress.com/122/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/diarionet.wordpress.com/122/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=diarionet.wordpress.com&amp;blog=687262&amp;post=122&amp;subd=diarionet&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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	</item>
		<item>
		<title>8 formas de obter suporte para o Ubuntu Linux</title>
		<link>http://diarionet.wordpress.com/2008/02/07/8-formas-de-obter-suporte-para-o-ubuntu-linux/</link>
		<comments>http://diarionet.wordpress.com/2008/02/07/8-formas-de-obter-suporte-para-o-ubuntu-linux/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 08 Feb 2008 01:30:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>xvr2k3rds</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícia]]></category>

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		<description><![CDATA[O original deste artigo encontra-se no endereço http://www.techthrob.com/tech/ubuntuhelp.php.Vale a pena a leitura como referência . Não importa que sistema operacional você usa, seja Windows, Mac OS ou Linux, certamente você vai encontrar algum tipo de problema. Especificamente, com o UBUNTU Linux, existe uma grandeza de informações para o ajudar a passar por qualquer crise. Abaixo [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=diarionet.wordpress.com&amp;blog=687262&amp;post=121&amp;subd=diarionet&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O original deste artigo encontra-se no endereço<a href="http://fabiofilho.wordpress.com/http://www.techthrob.com/tech/ubuntuhelp.php"> http://www.techthrob.com/tech/ubuntuhelp.php</a>.<br />Vale a pena a leitura como referência . </p>
<p>Não importa que sistema operacional você usa, seja Windows, Mac OS ou Linux, certamente você vai encontrar algum tipo de problema. Especificamente, com o UBUNTU Linux, existe uma grandeza de informações para o ajudar a passar por qualquer crise. Abaixo existem oito formas para buscar ajuda com qualquer problema encontrado no UBUNTU . </p>
<p><b>1. Google</b><br />De longe o método mais fácil e comum pra resolver qualquer problema. O Google vai pesquisar a maioria dos itens listados abaixo, incluindo guias para usuários, wikis, foruns e newsgroups. Mas não é sempre a maneira mais fácil para achar a solução a um problema obscuro ,então seguem aqui algumas alternativas: </p>
<p><b>2. Ubuntuguide.org &#8211; O Manual do Usuário Ubuntu</b><br />Este guia do usuário contempla a maioria dos aspectos do Ubuntu, da instalação até suporte a dispositivos de vídeo. É leitura obrigatória a novos usuários do Ubuntu, especialmente aqueles iniciantes com Linux. Razoavelmente equivalente a um manual impresso , o guia vem em forma de Wiki ,e pode responder a maioria de suas questões básicas. </p>
<p><b>3. Ubuntuforums.org &#8211; Ajuda em 60 segundos</b><br />Os Fóruns Ubuntu são ótimos lugares para ir quando você possui uma pergunta não listada no guia de usuário. Mas siga a regra #1 e sempre pesquise no Google primeiro &#8211; as chances são, alguém já respondeu sua pergunta e o Google já a indexou. As pessoas aqui são amigáveis e a ajuda é rápida; normalmente você obtém uma resposta em minutos. Entretanto você terá de ser registrar, como em todos os fóruns. </p>
<p><b>4. Canais IRC &#8211; Ajuda em 60 segundos, Redux</b><br />Se você não quiser se registrar nestes fóruns, ou se você possui apenas uma questão rápida e gostaria de um feedback ao vivo, considere um Canal IRC ubuntu. Como os fóruns, as pessoas são amigáveis e irão fazer o máximo para responder . A forma mais fácil de fazer isto no UBUNTU é instalando o X-chat, e conectar nos servidores Ubuntu (<a href="irc://irc.ubuntu.com">irc://irc.ubuntu.com</a>); ele automaticamente vai levá-lo(a) ao canal #ubuntu , onde você poderá obter ajuda rápida. A maioria das perguntas são respondidas em apenas alguns minutos. Não esqueça de agradecer as pessoas que o ajudaram! </p>
<p><b>5. Grupos de usuários Linux</b><br />Grupos de usuários Linux (LUG) têm sido uma parte importante do suporte ao Linux por muito tempo. Um LUG é onde usuários se encontram para discutir seus problemas, comer pizza, tomar café, etc.. Você pode encontrar um LUG perto de você no Google; muitas universidades possuem estes grupos também. </p>
<p><b>6. Documentação da Aplicação, Wikis e Fóruns</b><br />A maioria das aplicações possui sua documentação própria, incluindo FAQs, sessões de dúvidas, guias de usuários e , algumas vezes, wikis. Este é sempre um bom lugar para pesquisar se você está tendo alugm problema específico com uma aplicação específica. </p>
<p><b>7. Pergunte ao Programador</b><br />Se você está utilizando uma aplicação pequena e não tão conhecida, provavelmente não terá uma documentação tão extensa disponível;ou pior, pode não existir documentação alguma. Mas, a maioria das vezes, os desenvolvedores irão colocar seus endereços de correio eletrônico, ou outra forma de contato, nas páginas de sue projetos &#8211; <b>use mas não abuse disto!</b> Desenvolvedores de projetos de código aberto pequenos desejam saber que seus programas estão sendo utilizados e apreciados pelas pessoas, e querem ajudar quando podem; mas não encham eles com um caminhão de perguntas que poderiam ter sido resolvidas através do passo #1 Google. </p>
<p><b>8. Se tudo falhar &#8211; envie um relatório de bug</b><br />Não exatamente uma solução instantânea, mas se você está tendo um problema que aparentemente não tem uma resposta, não será solucionado a não ser que você avise os desenvolvedores! </p>
<p>fonte: <a title="http://fabiofilho.wordpress.com/2008/01/28/8-formas-de-obter-suporte-para-o-ubuntu-linux/" href="http://fabiofilho.wordpress.com/2008/01/28/8-formas-de-obter-suporte-para-o-ubuntu-linux/">http://fabiofilho.wordpress.com/2008/01/28/8-formas-de-obter-suporte-para-o-ubuntu-linux/</a></p>
<br /><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/categories/diarionet.wordpress.com/121/" /> <img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/tags/diarionet.wordpress.com/121/" /> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/diarionet.wordpress.com/121/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/diarionet.wordpress.com/121/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/diarionet.wordpress.com/121/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/diarionet.wordpress.com/121/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/diarionet.wordpress.com/121/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/diarionet.wordpress.com/121/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/diarionet.wordpress.com/121/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/diarionet.wordpress.com/121/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/diarionet.wordpress.com/121/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/diarionet.wordpress.com/121/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/diarionet.wordpress.com/121/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/diarionet.wordpress.com/121/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/diarionet.wordpress.com/121/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/diarionet.wordpress.com/121/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=diarionet.wordpress.com&amp;blog=687262&amp;post=121&amp;subd=diarionet&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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	</item>
		<item>
		<title>Juntando PDFs pela linha de comando</title>
		<link>http://diarionet.wordpress.com/2008/02/07/juntando-pdfs-pela-linha-de-comando/</link>
		<comments>http://diarionet.wordpress.com/2008/02/07/juntando-pdfs-pela-linha-de-comando/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 08 Feb 2008 01:26:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>xvr2k3rds</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícia]]></category>

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		<description><![CDATA[(Esse artigo requer conhecimento de terminal Linux e Windows) Uma das coisas que o formato PDF resolveu foi digitalizar minhas impressões. Voce paga um boleto bancario na internet e ao invés de imprimir o comprovante voce apenas “PDFliza” ele. Ok, vamos parar com neologismo, voce digitaliza sua impressão e quando requerido voce imprime ou envia [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=diarionet.wordpress.com&amp;blog=687262&amp;post=120&amp;subd=diarionet&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<pre>(Esse artigo requer conhecimento de terminal Linux e Windows)</pre>
<p>Uma das coisas que o formato PDF resolveu foi digitalizar minhas impressões.
</p>
<p>Voce paga um boleto bancario na internet e ao invés de imprimir o comprovante voce apenas “PDFliza” ele. Ok, vamos parar com neologismo, voce digitaliza sua impressão e quando requerido voce imprime ou envia por email para outra pessoa.
</p>
<p>Mas existe um problema que massacra muita gente :</p>
<blockquote>
<p>E quando eu tenho não apenas um PDF, mas vários e até mesmo de proporções diferentes (uns no modo paisagem e outros em modo retrato) e preciso junta-los num único PDF ?</p>
</blockquote>
<p>Existem poucos programas escritos para esse propósito, mas há uma maneira eficiente de fazer isso no Linux usando o <b>Ghostscript</b>, vejamos.
</p>
<p>Primeiramente ponha os arquivos PDF que queira junta-los numa única pasta e usando o terminal caminhe até ela :</p>
<blockquote>
<p>cd /pasta/onde/estao/os/pdf</p>
</blockquote>
<p>Vamos criar um arquivo texto com o conteúdo dos PDFs existentes nessa pasta :</p>
<blockquote>
<p>ls -1 *.pdf &gt;relacao.txt</p>
</blockquote>
<p>Voce acabou de criar um arquivo de nome <b>relacao.txt</b> com os nomes dos arquivos .pdf que serão juntados, veja esse exemplo :</p>
<blockquote>
<p>contas_em_atraso_de_execao.pdf<br />dez-darf-simples.pdf<br />dez-fgts-sem-tomador.pdf<br />dez-gps.pdf<br />dez-inss-gps.pdf<br />dez-simples-nacional.pdf<br />dpvat-2008.pdf<br />estatistica_de_recebimento.pdf<br />ipva-2008.pdf<br />licenciamento-2008.pdf<br />recibo-fgts.pdf</p>
</blockquote>
<p>A ordem acima será respeitada ao juntar os PDFs, se voce quer uma ordem diferente, basta reeditar este arquivo colocando as linhas na ordem desejada.
</p>
<p>Porfim, agora vem a hora de usar o ghostscript, friozinho na barriga ? Que nada, veja como é moleza :</p>
<blockquote><pre>gs  -sDEVICE=pdfwrite -dSAFER -dBATCH -dNOPAUSE -sOutputFile=/tmp/juntar_tudo.pdf @relacao.txt -c -q</pre>
</blockquote>
<p>Rapaz, voce acabou de criar um <b>/tmp/juntar_tudo.pdf</b> com todos os PDFs alistados em <b>relacao.txt.</b> Se voce tem poucos PDFs e acha que não compensa criar um arquivo <b>relacao.txt</b> voce pode simplesmente relacionar os nomes de arquivos em PDF na própria linha de comando, apenas substitua @relacao.txt pelos nomes dos arquivos PDFs que pretende juntar.
</p>
<p>No Windows, o principio é o mesmo, mas naturalmente voce precisa instalar o ghostscript para Windows, e na hora de gerar os PDFs deve executar pelo cmd do Windows :</p>
<blockquote>
<p>c:\gs\gs8.54\bin\gswin32.exe -sDEVICE=pdfwrite -dSAFER -dBATCH -dNOPAUSE -sOutputFile=c:\temp\juntar_tudo.pdf @c:\temp\relacao.txt -c -q</p>
</blockquote>
<p>Parabens ! Voce é um hacker no terminal Linux e Windows agora. Já faz algo que poucos aplicativos sabem fazer ou custam uma fortuna.
</p>
<p><b>Conclusão</b>
</p>
<p>Voce não somente junta PDFs, mas pode juntar Postscripts normais também.
</p>
<p>Com um pouquinho de curiosidade e voce pode mudar <b>sDevice</b> e produzir no resultado da junção um arquivo em outro formato como png/jpeg/bitmap. Um hacker por exemplo poderia produzir um jpeg dum PDF e usar um conversor OCR para recuperar um texto protegido. Enfim, com o ghostscript há muitas funcionalidades.
</p>
<p>fonte: <a title="http://hamacker.wordpress.com/2008/01/31/juntando-pdfs-na-linha-de-comando/" href="http://hamacker.wordpress.com/2008/01/31/juntando-pdfs-na-linha-de-comando/">http://hamacker.wordpress.com/2008/01/31/juntando-pdfs-na-linha-de-comando/</a></p>
<br /><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/categories/diarionet.wordpress.com/120/" /> <img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/tags/diarionet.wordpress.com/120/" /> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/diarionet.wordpress.com/120/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/diarionet.wordpress.com/120/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/diarionet.wordpress.com/120/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/diarionet.wordpress.com/120/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/diarionet.wordpress.com/120/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/diarionet.wordpress.com/120/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/diarionet.wordpress.com/120/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/diarionet.wordpress.com/120/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/diarionet.wordpress.com/120/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/diarionet.wordpress.com/120/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/diarionet.wordpress.com/120/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/diarionet.wordpress.com/120/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/diarionet.wordpress.com/120/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/diarionet.wordpress.com/120/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=diarionet.wordpress.com&amp;blog=687262&amp;post=120&amp;subd=diarionet&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Programa Wubi ajuda na instala&#231;&#227;o</title>
		<link>http://diarionet.wordpress.com/2008/02/07/programa-wubi-ajuda-na-instalao/</link>
		<comments>http://diarionet.wordpress.com/2008/02/07/programa-wubi-ajuda-na-instalao/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 08 Feb 2008 01:17:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>xvr2k3rds</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícia]]></category>

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		<description><![CDATA[O Linux est&#225; cada vez mais simples. Mesmo assim, instalar um sistema operacional continua sendo uma tarefa intimidante para a maioria das pessoas. Mas j&#225; existe um programa, o Wubi, que promete mudar tudo isso: ele &#233; o primeiro que instala o Linux dentro do Windows, de forma 100% segura e &#224; prova de erros. [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=diarionet.wordpress.com&amp;blog=687262&amp;post=119&amp;subd=diarionet&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O Linux est&#225; cada vez mais simples. Mesmo assim, instalar um sistema operacional continua sendo uma tarefa intimidante para a maioria das pessoas. Mas j&#225; existe um programa, o Wubi, que promete mudar tudo isso: ele &#233; o primeiro que instala o Linux dentro do Windows, de forma 100% segura e &#224; prova de erros. Funciona assim.   <br />Primeiro voc&#234; baixa e executa o arquivo de instala&#231;&#227;o, que tem apenas 9,8 MB e est&#225; em wubi-installer.org. Ele vai perguntar quantos gigabytes do disco r&#237;gido pode dedicar ao Linux. O padr&#227;o &#233; 8 GB. Mas, se o seu micro tem pouco espa&#231;o, reduza para 4 GB.     <br />Tamb&#233;m d&#225; para escolher o tipo de Ubuntu. Al&#233;m da vers&#227;o &#8220;normal&#8221;, voc&#234; pode optar pelo Kubuntu (com interface gr&#225;fica KDE), Xubuntu (para computadores muito lentos), Edubuntu (para escolas) ou Ubuntu Studio (para editar &#225;udio e v&#237;deo).     <br />Agora crie uma senha, que ser&#225; utilizada para acessar o Linux, e aperte o bot&#227;o Instalar.     <br />O Wubi come&#231;ar&#225; a baixar os arquivos do sistema operacional. Conforme a vers&#227;o do Ubuntu que voc&#234; escolheu, o download varia de 600 a 800 MB. Quando o download e a instala&#231;&#227;o acabarem, pronto: &#233; s&#243; clicar no &#237;cone do Linux, que surgir&#225; na &#225;rea de trabalho. O Linux fica instalado dentro do Windows, e n&#227;o h&#225; o chamado reparticionamento do disco r&#237;gido &#8211; etapa que envolve risco de perda de dados.     <br />O desempenho n&#227;o &#233; o mesmo que voc&#234; conseguiria se tivesse instalado o Linux por m&#233;todos tradicionais. Mas, para quem s&#243; quer conhecer o sistema, &#233; uma excelente op&#231;&#227;o. Se voc&#234; quiser remover o Linux depois, basta desinstalar o Wubi.</p>
<p>fonte: <a title="http://www.bemparana.com.br/index.php?n=57625&amp;t=programa-wubi-ajuda-na-instalacao" href="http://www.bemparana.com.br/index.php?n=57625&amp;t=programa-wubi-ajuda-na-instalacao">http://www.bemparana.com.br/index.php?n=57625&amp;t=programa-wubi-ajuda-na-instalacao</a></p>
<br /><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/categories/diarionet.wordpress.com/119/" /> <img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/tags/diarionet.wordpress.com/119/" /> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/diarionet.wordpress.com/119/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/diarionet.wordpress.com/119/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/diarionet.wordpress.com/119/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/diarionet.wordpress.com/119/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/diarionet.wordpress.com/119/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/diarionet.wordpress.com/119/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/diarionet.wordpress.com/119/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/diarionet.wordpress.com/119/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/diarionet.wordpress.com/119/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/diarionet.wordpress.com/119/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/diarionet.wordpress.com/119/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/diarionet.wordpress.com/119/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/diarionet.wordpress.com/119/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/diarionet.wordpress.com/119/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=diarionet.wordpress.com&amp;blog=687262&amp;post=119&amp;subd=diarionet&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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	</item>
		<item>
		<title>Cluster Beowulf</title>
		<link>http://diarionet.wordpress.com/2008/01/30/cluster-beowulf/</link>
		<comments>http://diarionet.wordpress.com/2008/01/30/cluster-beowulf/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 30 Jan 2008 03:32:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>xvr2k3rds</dc:creator>
				<category><![CDATA[Hardware]]></category>
		<category><![CDATA[Informática]]></category>
		<category><![CDATA[Linux]]></category>
		<category><![CDATA[Open-Source]]></category>
		<category><![CDATA[Software Livre]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>

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		<description><![CDATA[Guilherme Petrocchi &#8211; petrocchi@linusbera.com.br Jos&#233; Luiz Costa Neto &#8211; zeluiz@linusbera.com.br Defini&#231;&#227;o Um cluster, ou aglomerado de computadores, &#233; formado por um conjunto de computadores que utiliza-se de um tipo especial de sistema operacional classificado como sistema distribu&#237;do. &#201; constru&#237;do muitas vezes a partir de computadores convencionais (personal computers), sendo que estes v&#225;rios computadores s&#227;o ligados [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=diarionet.wordpress.com&amp;blog=687262&amp;post=118&amp;subd=diarionet&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><font color="#008000"></font></p>
<p><font color="#008000"></font></p>
<p align="right"><em><font size="1">Guilherme Petrocchi &#8211; petrocchi@linusbera.com.br       <br />Jos&#233; Luiz Costa Neto &#8211; zeluiz@linusbera.com.br</font></em></p>
<h2><font color="#008000">Defini&#231;&#227;o</font></h2>
<p>Um cluster, ou aglomerado de computadores, &#233; formado por um conjunto de computadores que utiliza-se de um tipo especial de sistema operacional classificado como sistema distribu&#237;do.    <br />&#201; constru&#237;do muitas vezes a partir de computadores convencionais (personal computers), sendo que estes v&#225;rios computadores s&#227;o ligados em rede e comunicam-se atrav&#233;s do sistema de forma que trabalham como se fosse uma &#250;nica m&#225;quina de grande porte. H&#225; diversos tipos de cluster. Um tipo famoso &#233; o cluster da classe <i>Beowulf</i>, constitu&#237;do por diversos n&#243;s escravos gerenciados por um s&#243; computador. </p>
<h2><font color="#008000">Hist&#243;ria</font></h2>
<p>A id&#233;ia inicial que conduz ao cluster foi desenvolvida na d&#233;cada de 1960 pela IBM como uma forma de interligar grandes mainframes, visando obter uma solu&#231;&#227;o comercialmente vi&#225;vel de paralelismo.    <br />Nesta &#233;poca o sistema HASP (Houston Automatic Spooling Priority) da IBM e seu sucessor, JES (Job Entry System) proviam uma maneira de distribuir tarefas nos mainframes interligados. A IBM ainda hoje (2001) suporta o cluster de mainframes atrav&#233;s do Parallel Sysplex System, que permite ao hardware, sistema operacional, middleware e software de gerenciamento do sistema prover uma melhora dram&#225;tica na performance e custo ao permitir que usu&#225;rios de grandes mainframes continuem utilizando suas aplica&#231;&#245;es existentes.     <br />Entretanto o cluster ganhou for&#231;a at&#233; que tr&#234;s tend&#234;ncias convergiram nos anos 1980: microprocessadores de alta performance, redes de alta velocidade, e ferramentas padronizadas para computa&#231;&#227;o distribu&#237;da de alto desempenho. Uma quarta tend&#234;ncia poss&#237;vel &#233; a crescente necessidade de poder de processamento para aplica&#231;&#245;es cient&#237;ficas e comerciais unida ao alto custo e a baixa acessibilidade dos tradicionais supercomputadores.     <br />No final de 1993, Donald Becker e Thomas Sterling iniciaram um esbo&#231;o de um sistema de processamento distribu&#237;do constru&#237;do a partir de hardware convencional como uma medida de combate aos custos dos supercomputadores. No in&#237;cio de 1994, trabalhando no CESDIS, com o patroc&#237;nio do projecto HTPCC/ESS, criaram o primeiro cluster desse tipo, o projeto Beowulf.     <br />O prot&#243;tipo inicial era um cluster de 16 processadores DX4 ligados por dois canais Ethernet acoplados (Ethernet bonding). A m&#225;quina foi um sucesso instant&#226;neo e esta id&#233;ia rapidamente se espalhou pelos meios acad&#234;micos, pela NASA e por outras comunidades de pesquisa. </p>
<h2><font color="#008000">Montagem f&#237;sica do Cluster</font></h2>
<p>Para a confec&#231;&#227;o do cluster n&#243;s escolhemos utilizar quatro m&#225;quinas sendo 1 master e 3 slaves, para isso foram definidos os seguintes hardwares para as m&#225;quinas:    <br />Master     <br />Athlon XP 2800 +, 1024 MB de RAM, HD 40 GB, PCI LAN Realtek pci 10/100     <br />Slave1     <br />Pentium II 350 Mhz, 192 MB de RAM, HD 6,2 GB, PCI LAN Realtek pci 10/100     <br />Slave2     <br />Pentium D 4 3,06 Ghz, 1024 MB de RAM, HD 80 GB, PCI LAN Realtek pci 10/100     <br />Slave3     <br />Athlon XP 1100+, 1024 MB de RAM, HD 80 GB, PCI LAN Realtek pci 10/100 </p>
<h2><font color="#008000">Configura&#231;&#245;es b&#225;sicas e principal</font></h2>
<p> Durante a configura&#231;&#227;o e instala&#231;&#227;o do sistema operacional das m&#225;quinas que iriam compor o cluster fora utilizado a distribui&#231;&#227;o Linux Fedora Core 4, kernel 2.4.6, depois desse ponto come&#231;amos a configurar alguns arquivos de grande import&#226;ncia.   <br />O primeiro passo foi configurar a rede nas m&#225;quinas do cluster, que estavam dispostas em uma topologia estrela utilizando de uma rede Ethernet 100 Mbits/s, ligadas com cabo UTP categoria 5 padr&#227;o 568A, ligadas a um switch 100/100 de oito portas. Segue abaixo a configura&#231;&#227;o das m&#225;quinas.   <br />Master   <br />IP: 99.99.99.40/255.255.255.0   <br />Slave1   <br />IP: 99.99.99.41/255.255.255.0   <br />Slave2   <br />IP: 99.99.99.42/255.255.255.0   <br />Slave3   <br />IP: 99.99.99.43/255.255.255.0   <br />Al&#233;m de arquivos do tipo hosts que funcionam como servidor de DNS para comunica&#231;&#227;o entre as m&#225;quinas.   <br /><i>/etc/hosts</i>
<p>Master master.linusbera    <br />Slave1 slave1.linusbera     <br />Slave2 slave2.linusbera     <br />Slave3 slave3.linusbera </p>
<p><i>/etc/hosts.equiv</i> (arquivo que define a confian&#231;a entre as m&#225;quinas) </p>
<p>Master    <br />Slave     <br />Slave1     <br />Slave2     <br />Slave3 </p>
<p><i>/home/.rhosts</i></p>
<p>.rhosts    <br />Master     <br />Slave1     <br />Slave2     <br />Slave3 </p>
<p><i>/root/.rhosts</i></p>
<p>.rhosts    <br />Master     <br />Slave1     <br />Slave2     <br />Slave3 </p>
<p><i>/etc/securetty</i> (arquivo indicado para comunica&#231;&#227;o entre as m&#225;quinas sem a necessidade de senha) </p>
<p>rsh    <br />ssh     <br />rlogin </p>
<h2><font color="#008000">Configura&#231;&#227;o servidor de tempo (NTPD)</font></h2>
<p>A configura&#231;&#227;o do servidor de tempo tem fun&#231;&#227;o vital no cluster, j&#225; que na estrutura do cluster entre as m&#225;quinas n&#227;o pode existir uma diferen&#231;a de sincronismo maior que vinte minutos, fazendo assim a configura&#231;&#227;o de um servidor de tempo vital para o funcionamento do cluster, segue abaixo as configura&#231;&#245;es utilizadas:    <br />Master:     <br /><i>/etc/ntp.conf</i></p>
<p>server 127.0.0.1 prefer    <br />fudge 127.0.0.1 stratum 0     <br />driftfile /etc/ntp/drift     <br />authenticate no </p>
<p>Slaves:    <br /><i>/etc/ntp.conf</i></p>
<p>server 99.99.99.40    <br />driftfile /etc/ntp/drift     <br />authenticate no </p>
<h2><font color="#008000">Servidor de NFS</font></h2>
<p>Este servi&#231;o serve para fazer o espelhamento das pastas definidas entre as m&#225;quina do cluster, fazendo um sincronismo entre as pastas afim de que todas contenham os mesmo arquivos.    <br />Master:     <br /><i>/etc/exports</i></p>
<p>/usr/local *(rw,no_root_squash) </p>
<p>Slaves:    <br />Acrescentar ao final do arquivo <i>/etc/fstab</i> a seguinte linha: </p>
<p>99.99.99.40:/usr/local&#160;&#160; /usr/local&#160;&#160; nfs&#160;&#160; exec,dev,suid,rw&#160;&#160; 1&#160;&#160; 1 </p>
<h4><font color="#008000">Protocolos de comunica&#231;&#227;o</font></h4>
<p>Para comunica&#231;&#227;o entre as m&#225;quinas foram utilizados os pacotes de RSH, RLOGIN e SSH. </p>
<h2><font color="#008000">Programa&#231;&#227;o Paralela (MPI, MPICH)</font></h2>
<p>O MPI (Message Passing Interface) &#233; constitu&#237;do por um padr&#227;o de troca de mensagens com sintaxe definida, mas preservando caracter&#237;sticas exclusivas de cada arquitetura, inclusive para arquiteturas de mem&#243;ria compartilhada.    <br />O principal objetivo do MPI &#233; otimizar a comunica&#231;&#227;o e aumentar o desempenho computacional das m&#225;quinas, n&#227;o possuindo dessa forma gerenciamento din&#226;mico de processos e processadores.     <br />Embora exista a restri&#231;&#227;o citada acima, os programas escritos em MPI tendem a serem mais eficientes pelo fato de n&#227;o haver overhead na carga de processos em tempo de execu&#231;&#227;o. </p>
<h4><font color="#008000">Funcionamento do MPICH</font></h4>
<p> O MPI funciona da seguinte forma: cada m&#225;quina (node) recebe uma copia do c&#243;digo fonte e um nome. Cada node come&#231;a a executar o programa a partir da primeira linha de comando utilizando as seguintes diretrizes:
<ul>
<li>Executar todas as linhas de comando n&#227;o nomeadas; </li>
<li>Executar as linhas de comando nomeadas com o mesmo nome do node; </li>
<li>N&#227;o executar as linhas de comando com o nome de outro node. </li>
</ul>
<p>Para que o programa siga essas diretrizes, o que &#233; feito &#233; a inclus&#227;o de v&#225;rios comandos if, com a seguinte estrutura:   <br />&quot;Se eu sou o nodo tal, fa&#231;o isso&#8230; Se n&#227;o fa&#231;o aquilo&#8230;&quot;. (FONTE: Pitanga, 2004)   <br />A grande dificuldade que esse sistema acarreta &#233; a necessidade de manter os diversos processos de troca de informa&#231;&#245;es em sincronismo, para que uma m&#225;quina n&#227;o perca muito tempo aguardando que as outras m&#225;quinas enviem informa&#231;&#245;es.<br />
<h2><font color="#008000">Instalando o MPI/MPICH</font></h2>
<p>Salvar o arquivo mpich.tar.gz na pasta /usr/local. Execute as seguinte linha de comando:    <br /><b># tar -zxvf mpich.tar.gz     <br /># cd /usr/local/mpich-1.2.7      <br /># ./configure &#8211;prefix=/usr/local      <br /># make      <br /># make install</b></p>
<h3><font color="#008000">Testando aplica&#231;&#227;o em MPI</font></h3>
<p> <b># cd /usr/local/examples</b>  <br />C&#243;digo em C:   <br />O c&#243;digo fonte utilizado em nossa aplica&#231;&#227;o foi o cpi.c, que calcula o valor aproximado de Pi. O mesmo &#233; incluso no pacote mpich.tar.gz, localizado em #usr/local/mpich-1.2.7/examples/basic.
<p>#include &quot;mpi.h&quot;   <br />#include &lt;stdio.h&gt;    <br />#include &lt;math.h&gt;    <br />double f( double );    <br />double f( double a )    <br />{    <br />&#160;&#160;&#160; return (4.0 / (1.0 + a*a));    <br />}    <br />int main( int argc, char *argv[])    <br />{    <br />&#160;&#160;&#160; int done = 0, n, myid, numprocs, i;    <br />&#160;&#160;&#160; double PI25DT = 3.141592653589793238462643;    <br />&#160;&#160;&#160; double mypi, pi, h, sum, x;    <br />&#160;&#160;&#160; double startwtime = 0.0, endwtime;    <br />&#160;&#160;&#160; int&#160; namelen;    <br />&#160;&#160;&#160; char processor_name[MPI_MAX_PROCESSOR_NAME];    <br />&#160;&#160;&#160; MPI_Init(&amp;argc,&amp;argv);    <br />&#160;&#160;&#160; MPI_Comm_size(MPI_COMM_WORLD,&amp;numprocs);    <br />&#160;&#160;&#160; MPI_Comm_rank(MPI_COMM_WORLD,&amp;myid);    <br />&#160;&#160;&#160; MPI_Get_processor_name(processor_name,&amp;namelen);    <br />&#160;&#160;&#160; fprintf(stderr,&quot;Process %d on %s\n&quot;,    <br />&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160; myid, processor_name);    <br />&#160;&#160;&#160; n = 0;    <br />&#160;&#160;&#160; while (!done)    <br />&#160;&#160;&#160; {    <br />&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160; if (myid == 0)    <br />&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160; {    <br />/*    <br />&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160; printf(&quot;Enter the number of intervals: (0 quits) &quot;);    <br />&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160; scanf(&quot;%d&quot;,&amp;n);    <br />*/    <br />&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160; if (n==0) n=100; else n=0;    <br />&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160; startwtime = MPI_Wtime();    <br />&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160; }    <br />&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160; MPI_Bcast(&amp;n, 1, MPI_INT, 0, MPI_COMM_WORLD);    <br />&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160; if (n == 0)    <br />&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160; done = 1;    <br />&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160; else    <br />&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160; {    <br />&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160; h&#160;&#160; = 1.0 / (double) n;    <br />&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160; sum = 0.0;    <br />&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160; for (i = myid + 1; i &lt;= n; i += numprocs)    <br />&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160; {    <br />&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160; x = h * ((double)i &#8211; 0.5);    <br />&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160; sum += f(x);    <br />&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160; }    <br />&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160; mypi = h * sum;    <br />&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160; MPI_Reduce(&amp;mypi, &#960;, 1, MPI_DOUBLE, MPI_SUM, 0, MPI_COMM_WORLD);    <br />&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160; if (myid == 0)    <br />&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160; {    <br />&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160; printf(&quot;pi is approximately %.16f, Error is %.16f\n&quot;,    <br />&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160; pi, fabs(pi &#8211; PI25DT));    <br />&#160;&#160;&#160;&#160;&#160; endwtime = MPI_Wtime();    <br />&#160;&#160;&#160;&#160;&#160; printf(&quot;wall clock time = %f\n&quot;,    <br />&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160; endwtime-startwtime);&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160; <br />&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160; }    <br />&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160; }    <br />&#160;&#160;&#160; }    <br />&#160;&#160;&#160; MPI_Finalize();    <br />&#160;&#160;&#160; return 0;    <br />} </p>
<p>Compilando c&#243;digo em mpi C:    <br /><b># mpicc cpi.c -o cpi</b>    <br />Executando o c&#243;digo, observando que o atributo do comando &quot;-np&quot; indica o n&#250;mero de processos que ser&#227;o distribu&#237;dos no cluster.     <br /><b># mpirun -np 4 cpi</b>    <br />pi is approximately 3.1416009869231254, Error is 0.0000083333333323    <br />wall clock time = 0.000238 </p>
<h3><font color="#008000">Monitoramento cluster</font></h3>
<p>Para monitorar o cluster foi utilizado uma ferramenta chamada <i>bWatch</i>, para instalar esta ferramenta fa&#231;a:     <br />Copie o arquivo bWatch.tar.gz para a pasta /usr/local. Execute os comandos:     <br /><b># tar -zxvf bWatch.tar.gz     <br /># cd bWatch-1.1.0      <br /># make bWatch      <br /># bWatch.tcl</b></p>
<p><strong></strong></p>
<p><strong><font color="#ff0000"><em>Local do texto original:</em></font> <a href="http://vivaolinux.com.br/artigos/verArtigo.php?codigo=7661&amp;pagina=1" target="_blank">http://vivaolinux.com.br/artigos/verArtigo.php?codigo=7661&amp;pagina=1</a></strong></p>
<br /><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/categories/diarionet.wordpress.com/118/" /> <img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/tags/diarionet.wordpress.com/118/" /> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/diarionet.wordpress.com/118/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/diarionet.wordpress.com/118/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/diarionet.wordpress.com/118/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/diarionet.wordpress.com/118/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/diarionet.wordpress.com/118/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/diarionet.wordpress.com/118/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/diarionet.wordpress.com/118/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/diarionet.wordpress.com/118/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/diarionet.wordpress.com/118/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/diarionet.wordpress.com/118/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/diarionet.wordpress.com/118/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/diarionet.wordpress.com/118/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/diarionet.wordpress.com/118/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/diarionet.wordpress.com/118/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=diarionet.wordpress.com&amp;blog=687262&amp;post=118&amp;subd=diarionet&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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	</item>
		<item>
		<title>Entrevista Broffice: Vanessa Candido &#8211; ES</title>
		<link>http://diarionet.wordpress.com/2008/01/29/entrevista-broffice-vanessa-candido-es/</link>
		<comments>http://diarionet.wordpress.com/2008/01/29/entrevista-broffice-vanessa-candido-es/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 29 Jan 2008 20:44:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>xvr2k3rds</dc:creator>
				<category><![CDATA[BrOffice]]></category>
		<category><![CDATA[Linux]]></category>
		<category><![CDATA[Notícia]]></category>
		<category><![CDATA[Open-Source]]></category>
		<category><![CDATA[Software Livre]]></category>

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		<description><![CDATA[<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=diarionet.wordpress.com&amp;blog=687262&amp;post=115&amp;subd=diarionet&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="wlWriterSmartContent" style="display:inline;margin:0;padding:0;">
<div><span style="text-align:center; display: block;"><a href="http://diarionet.wordpress.com/2008/01/29/entrevista-broffice-vanessa-candido-es/"><img src="http://img.youtube.com/vi/l5y9Spt2Dsg/2.jpg" alt="" /></a></span></div>
</div>
<br /><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/categories/diarionet.wordpress.com/115/" /> <img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/tags/diarionet.wordpress.com/115/" /> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/diarionet.wordpress.com/115/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/diarionet.wordpress.com/115/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/diarionet.wordpress.com/115/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/diarionet.wordpress.com/115/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/diarionet.wordpress.com/115/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/diarionet.wordpress.com/115/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/diarionet.wordpress.com/115/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/diarionet.wordpress.com/115/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/diarionet.wordpress.com/115/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/diarionet.wordpress.com/115/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/diarionet.wordpress.com/115/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/diarionet.wordpress.com/115/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/diarionet.wordpress.com/115/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/diarionet.wordpress.com/115/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=diarionet.wordpress.com&amp;blog=687262&amp;post=115&amp;subd=diarionet&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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	</item>
		<item>
		<title>Medindo o sinal da rede wireless</title>
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		<pubDate>Tue, 29 Jan 2008 20:28:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>xvr2k3rds</dc:creator>
				<category><![CDATA[Informática]]></category>
		<category><![CDATA[Internet]]></category>
		<category><![CDATA[Linux]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[Windows]]></category>

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		<description><![CDATA[Carlos E. Morimoto 29/01/2008 Depois de estudar o melhor local para instalar o ponto de acesso da rede, calcular o ganho da antena, planejar a &#225;rea de cobertura e testar o link, nada melhor do que verificar a pot&#234;ncia do sinal da pr&#225;tica, de forma a ter uma id&#233;ia mais exata da recep&#231;&#227;o no cliente, [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=diarionet.wordpress.com&amp;blog=687262&amp;post=114&amp;subd=diarionet&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p align="right"><em><font size="1">Carlos E. Morimoto       <br />29/01/2008</font></em></p>
<p>Depois de estudar o melhor local para instalar o ponto de acesso da rede, calcular o ganho da antena, planejar a &#225;rea de cobertura e testar o link, nada melhor do que verificar a pot&#234;ncia do sinal da pr&#225;tica, de forma a ter uma id&#233;ia mais exata da recep&#231;&#227;o no cliente, verificar a &#225;rea de cobertura e encontrar pontos cegos na &#225;rea de cobertura da rede wireless. </p>
<p>Dois softwares muito &#250;teis nesse sentido s&#227;o o <strong>NetStumbler</strong>, para Windows e o <strong>Wavemon</strong>, para Linux.</p>
<p>O Netstumbler permite listar todas as redes dispon&#237;veis na &#225;rea, mostrando o canal, o tipo de encripta&#231;&#227;o e outros detalhes sobre cada uma al&#233;m de, o mais importante, mostrar um relat&#243;rio detalhado sobre a intensidade do sinal, permitindo que voc&#234; audite a cobertura da sua rede e a intensidade do sinal em cada ponto. Ele &#233; um programa gratuito, que voc&#234; pode baixar no <a href="http://www.netstumbler.com/">http://www.netstumbler.com</a>.</p>
<p>Na vers&#227;o 0.4.0 ele roda sobre o Windows XP e 2000 (ainda n&#227;o existe suporte para o Vista) e funciona em conjunto com a grande maioria das placas. Est&#225; dispon&#237;vel tamb&#233;m o MiniStumbler, que roda em palmtops PocketPC. </p>
<p>O NetStumbler n&#227;o funciona em conjunto com o servi&#231;o Wireless Zero Configuration do Windows (que conecta o sistema a redes Wireless automaticamente quando elas est&#227;o dispon&#237;veis), por isso a primeira coisa que ele tentar&#225; fazer ao ser aberto &#233; parar o servi&#231;o, de forma a ter acesso completo &#224; placa wireless. </p>
<p>Se o scan n&#227;o for iniciado automaticamente, abra o menu &quot;Devices&quot;. Voc&#234; notar&#225; que existir&#227;o duas entradas para a sua placa wireless:</p>
<p><img height="84" alt="index_html_4d7c6cd3" src="http://images.guiadohardware.net/imagens/img-a93026fe.png" width="435" /></p>
<p>A primeira faz com que ele tente acessar o hardware diretamente, usando um driver interno. Esta op&#231;&#227;o, usada por padr&#227;o, oferece uma varredura mais precisa, mas n&#227;o funciona com toda as placas. A segunda op&#231;&#227;o (NDIS) utiliza o driver do Windows e por isso funciona com quase todas as placas. Se necess&#225;rio, clique no bot&#227;o &quot;scan&quot; para iniciar a varredura:</p>
<p><img height="221" alt="index_html_m6eebca2a" src="http://images.guiadohardware.net/imagens/img-569f7a18.jpg" width="501" /></p>
<p>Como pode ver pelo screenshot, o NetStumbler mostra todos os pontos de acesso dispon&#237;veis, independentemente do canal usado. A cordo &#237;cone indica a intensidade do sinal (cinza para muito fraco, vermelho para fraco, amarelo para regular, verde para bom) e o cadeado indica que a rede est&#225; protegida. Na vers&#227;o 0.4 ele mostra incorretamente que as redes protegidas usando WPA-PSK usam WEP. </p>
<p>As tr&#234;s colunas mais importantes s&#227;o as &quot;Signal+&quot;, &quot;Noise-&quot; e &quot;SNR+&quot;, que mostram, respectivamente, a intensidade do sinal (em dBm), a intensidade do ru&#237;do e a taxa de sinal/ru&#237;do para cada uma. Apenas parte das placas suportadas s&#227;o capazes de medir corretamente taxa de ru&#237;do, nas demais a fun&#231;&#227;o fica desativada, com o campo exibindo um &quot;-100&quot; para todas as redes.</p>
<p>O sinal &#233; medido em uma escala negativa (quanto menos melhor), onde cada -3 dB correspondem a uma redu&#231;&#227;o de 50% na intensidade do sinal, de forma que -95 dBm correspondem a apenas um quarto de -89 dBm. A maioria das placas precisa de pelo menos -92 dBm para manter uma conex&#227;o na velocidade m&#237;nima (1 megabit) e pelo menos -72 dBm para manter uma conex&#227;o a 54 megabits.</p>
<p>Em ambientes com muito ru&#237;do eletromagn&#233;tico, &#233; importante ficar de olho tamb&#233;m na rela&#231;&#227;o sinal/ru&#237;do (SNR), que indica o quanto o sinal &#233; mais forte que o ru&#237;do. Para manter uma conex&#227;o minimamente est&#225;vel ele deve ser de pelo menos 5 dB (quanto mais melhor). Este relat&#243;rio das redes dispon&#237;veis &#233; muito &#250;til na hora de escolher qual canal usar, j&#225; que voc&#234; pode avaliar quais canais j&#225; est&#227;o sendo utilizados e em qual extens&#227;o. </p>
<p>Se voc&#234; &#233; o respons&#225;vel pela rede de alguma empresa ou &#243;rg&#227;o governamental, outra utilidade para o relat&#243;rio &#233; detectar a presen&#231;a de rogue access points, ou seja, de pontos de acesso &quot;ilegais&quot;, instalados sem autoriza&#231;&#227;o pelos pr&#243;prios usu&#225;rios da rede. Embora &#224;s vezes a inten&#231;&#227;o seja boa, eles podem comprometer a seguran&#231;a da rede, expondo-a a ataques externos.</p>
<p>Continuando, no menu da esquerda voc&#234; encontra v&#225;rias op&#231;&#245;es de filtros, que permitem mostrar apenas APs usando um determinado canal, com ou sem encripta&#231;&#227;o, etc. Escolhendo seu pr&#243;prio ponto de acesso na lista, voc&#234; tem acesso &#224; fun&#231;&#227;o mais interessante do NetStumbler, que &#233; o gr&#225;fico de sinal:</p>
<p><img height="230" alt="index_html_m3ba5c5af" src="http://images.guiadohardware.net/imagens/img-7531e7b9.jpg" width="496" /></p>
<p>Ao usar um notebook, voc&#234; pode usar o gr&#225;fico para verificar a varia&#231;&#227;o do sinal dento da &#225;rea de cobertura da rede, testando diferentes combina&#231;&#245;es de antena, ou de posicionamento do AP, pot&#234;ncia do transmissor, posi&#231;&#227;o dos clientes, uso ou n&#227;o de defletor e assim por diante. Ele tamb&#233;m pode ser bastante &#250;til na hora de &quot;mirar&quot; as antenas ao criar um link de longa dist&#226;ncia.</p>
<p>Voc&#234; vai perceber que usar uma antena de maior ganho n&#227;o vai ter tanto efeito sobre o sinal mostrado no gr&#225;fico quanto voc&#234; poderia pensar (afinal, substituir uma antena de 2 dBi por outra de 6 dBi faz o gr&#225;fico subir apenas 4 pontos), mas tenha em mente que nas &#225;reas onde o sinal &#233; fraco, um sinal 4 dB mais forte pode representar a diferen&#231;a entre ter uma conex&#227;o de 5.5 megabits e n&#227;o ter conex&#227;o alguma. </p>
<p>Outra observa&#231;&#227;o importante &#233; que mesmo sem sair do lugar, &#233; normal que o sinal sofra pequenas varia&#231;&#245;es (de 3 a 4 dBi), &#233; justamente por isso que &#233; importante trabalhar sempre com uma certa margem de seguran&#231;a ao escolher a antena e posicionar o AP. Entretanto, grandes varia&#231;&#245;es podem indicar a presen&#231;a de alguma fonte de forte interfer&#234;ncia, como um forno de microondas ou um telefone sem fio que utilize a faixa dos 2.4 GHz. </p>
<p>Outra curiosidade &#233; que o ponto de acesso pode funcionar mesmo sem a antena, j&#225; que o pr&#243;prio conector &#233; suficiente para emitir um sinal fraco. Apesar disso, sem a antena a pot&#234;ncia do sinal cai em 20 dB ou mais, o que faz com que a rede s&#243; funcione de forma confi&#225;vel dentro do pr&#243;prio c&#244;modo onde est&#225; o AP.</p>
<p>Concluindo, o NetStumbler pode ser usado em conjunto com um GPS conectado a uma das portas seriais do micro, o que pode ser usado para criar um mapa de redes wireless dentro de uma determinada &#225;rea. A configura&#231;&#227;o est&#225; no View &gt; Options. </p>
<p><img height="218" alt="index_html_45ba1b4c" src="http://images.guiadohardware.net/imagens/img-6f37d30e.png" width="371" /></p>
<p>No Linux, voc&#234; pode monitorar a qualidade do sinal usando o Wavemon, um software bastante simples, em modo texto, que est&#225; dispon&#237;vel na maioria das distribui&#231;&#245;es. Para us&#225;-lo, instale o pacote &quot;wavemon&quot; usando o gerenciador de pacotes e rode (como root) o comando:</p>
<p># wavemon</p>
<p>Para us&#225;-lo, o PC deve estar conectado ao ponto de acesso da rede. Ao contr&#225;rio do NetStumbler, ele n&#227;o &#233; capa de detectar o sinal de outros pontos de acessos pr&#243;ximos, mas voc&#234; pode usar o Kismet para essa tarefa. </p>
<p>A interface principal mostra a qualidade do link, o n&#237;vel do sinal, n&#237;vel de ru&#237;do, rela&#231;&#227;o sinal/ru&#237;do, al&#233;m de estat&#237;sticas de transmiss&#227;o e detalhes sobre a rede. Voc&#234; pode ver um gr&#225;fico com a intensidade do sinal pressionando F2. </p>
<p><img height="344" alt="index_html_6a4457ef" src="http://images.guiadohardware.net/imagens/img-7a16d425.png" width="492" /></p>
<p>Uma observa&#231;&#227;o &#233; que o Wavemon n&#227;o funciona bem ao ativar a placa wireless utilizando o Ndiswrapper (veja mais detalhes a seguir), pois nele as extens&#245;es que permitem acessar as estat&#237;sticas de sinal fornecidas pela placa n&#227;o funcionam em conjunto com a maior parte dos drivers.</p>
<p>PS.: este texto n&#227;o &#233; produ&#231;&#227;o desse blog por favor fa&#231;a seu coment&#225;rios em:&#160; <a href="http://www.guiadohardware.net/comunidade/medindo-sinal/831412/">http://www.guiadohardware.net/comunidade/medindo-sinal/831412/</a></p>
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		<title>Guia de comandos Linux totalmente em português de A-Z</title>
		<link>http://diarionet.wordpress.com/2007/11/21/guia-de-comandos-linux-totalmente-em-portugues-de-a-z/</link>
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		<pubDate>Thu, 22 Nov 2007 00:57:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>xvr2k3rds</dc:creator>
				<category><![CDATA[Informática]]></category>
		<category><![CDATA[Linux]]></category>
		<category><![CDATA[Open-Source]]></category>
		<category><![CDATA[Software Livre]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://diarionet.wordpress.com/2007/11/21/guia-de-comandos-linux-totalmente-em-portugues-de-a-z/</guid>
		<description><![CDATA[por: Jhefferson Barros Guia de Referências do Linux A adduser &#8211; cria um novo usuário. alias &#8211; permite nomear um conjunto de comandos, a ser executado pelo sistema, por um único nome. apropos &#8211; informa quais os comandos do Linux possuem, em sua definição, uma determinada expressão. ar &#8211; inclui/atualiza/extrai/deleta arquivos de/em um repositório de [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=diarionet.wordpress.com&amp;blog=687262&amp;post=109&amp;subd=diarionet&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p align="right"><font face="arial">  <a title="inicio" name="inicio"></a></font><em><strong>por: Jhefferson Barros</strong></em></p>
<p align="center"><font face="arial"><img src="http://www.uniriotec.br/%7Emorganna/guia/guia.jpg" height="93" width="100" /></font></p>
<h2 align="center"><font face="arial"><strong><font color="#993300" face="arial"> Guia de Referências do Linux</font></strong></font></h2>
<p><font size="2"> </font><font size="2"><strong> <a href="http://www.uniriotec.br/%7Emorganna/guia/introd_guia.html#letra_a"></a></strong></font><!-- LETRA A --></p>
<h2><font face="arial"><a title="letra_a" name="letra_a"></a></font><font color="#ffcc66">A</font></h2>
<ul>  <font face="arial"></p>
<li><strong><font size="+1"><a href="http://www.uniriotec.br/%7Emorganna/guia/adduser.html">adduser</a></font></strong> &#8211; cria um novo  usuário.</li>
<li><strong><font size="+1"><a href="http://www.uniriotec.br/%7Emorganna/guia/alias.html">alias</a></font></strong> &#8211; permite nomear um conjunto de comandos, a ser executado pelo sistema, por um único nome.</li>
<li><strong><font size="+1"><a href="http://www.uniriotec.br/%7Emorganna/guia/apropos.html">apropos</a></font></strong> &#8211; informa quais os comandos do Linux possuem, em sua definição, uma determinada expressão.</li>
<li><strong><font size="+1"><a href="http://www.uniriotec.br/%7Emorganna/guia/ar.html">ar</a></font></strong> &#8211; inclui/atualiza/extrai/deleta  arquivos de/em um repositório de arquivos.</li>
<li><strong><font size="+1"><a href="http://www.uniriotec.br/%7Emorganna/guia/at.html">at</a></font></strong> &#8211; agenda tarefas a  serem executadas pelo sistema.</li>
<li><strong><font size="+1"><a href="http://www.uniriotec.br/%7Emorganna/guia/atq.html">atq</a></font></strong> &#8211; lista as tarefas agendadas com o comando <strong>at</strong>.</li>
<li><strong><font size="+1"><a href="http://www.uniriotec.br/%7Emorganna/guia/atrm.html">atrm</a></font></strong> &#8211; remove tarefas agendadas.</li>
<li><strong><font size="+1"><a href="http://www.uniriotec.br/%7Emorganna/guia/awk.html">awk</a></font></strong> &#8211; linguagem de  processamento e procura de padrões.</li>
<p></font></ul>
<p><!-- LETRA B --></p>
<h2><font face="arial"><a title="letra_b" name="letra_b"></a></font><font color="#ffcc66">B</font></h2>
<ul>  <font face="arial"></p>
<li><strong><font size="+1"><a href="http://www.uniriotec.br/%7Emorganna/guia/bg.html">bg</a></font></strong> &#8211; faz um programa, que está executando em primeiro plano, passar a executar em segundo plano.</li>
<p></font></ul>
<p><!-- LETRA C --></p>
<h2><font face="arial"><a title="letra_c" name="letra_c"></a></font><font color="#ffcc66">C</font></h2>
<ul>  <font face="arial"></p>
<li><strong><font size="+1"><a href="http://www.uniriotec.br/%7Emorganna/guia/cal.html">cal</a></font></strong> &#8211; exibe um calendário  simplificado.</li>
<li><strong><font size="+1"><a href="http://www.uniriotec.br/%7Emorganna/guia/cat.html">cat</a></font></strong> &#8211; concatena e/ou exibe um ou  mais arquivos.</li>
<li><strong><font size="+1"><a href="http://www.uniriotec.br/%7Emorganna/guia/cd.html">cd</a></font></strong> &#8211; altera o diretório atual de trabalho do usuário.</li>
<li><strong><font size="+1"><a href="http://www.uniriotec.br/%7Emorganna/guia/chfn.html">chfn</a></font></strong> &#8211; altera as  informações apresentadas pelo utilitário <strong>finger</strong>.</li>
<li><strong><font size="+1"><a href="http://www.uniriotec.br/%7Emorganna/guia/chgrp.html">chgrp</a></font></strong> &#8211; altera o grupo de  arquivos/diretórios.</li>
<li><strong><font size="+1"><a href="http://www.uniriotec.br/%7Emorganna/guia/chmod.html">chmod</a></font></strong> &#8211; altera as permissões  de acesso de arquivos/diretórios.</li>
<li><strong><font size="+1"><a href="http://www.uniriotec.br/%7Emorganna/guia/chown.html">chown</a></font></strong> &#8211; altera o dono e o grupo de  arquivos/diretórios.</li>
<li><strong><font size="+1"><a href="http://www.uniriotec.br/%7Emorganna/guia/chsh.html">chsh</a></font></strong> &#8211; altera o <strong>shell</strong>  padrão do usuário.</li>
<li><strong><font size="+1"><a href="http://www.uniriotec.br/%7Emorganna/guia/clear.html">clear</a></font></strong> &#8211; limpa a tela do terminal.</li>
<li><strong><font size="+1"><a href="http://www.uniriotec.br/%7Emorganna/guia/comandos.html">comandos do linux</a></font></strong> &#8211; explica o  formato dos comandos do Linux.</li>
<li><strong><font size="+1"><a href="http://www.uniriotec.br/%7Emorganna/guia/compress.html">compress</a></font></strong> &#8211; compacta/descompacta  arquivos.</li>
<li><strong><font size="+1"><a href="http://www.uniriotec.br/%7Emorganna/guia/consoles.html">consoles virtuais</a></font></strong> &#8211; interface  do Linux com os usuários.</li>
<li><strong><font size="+1"><a href="http://www.uniriotec.br/%7Emorganna/guia/cotas.html">cotas de disco</a></font></strong> &#8211; define a quantidade de  espaço em disco que cada usuário pode usar.</li>
<li><strong><font size="+1"><a href="http://www.uniriotec.br/%7Emorganna/guia/cp.html">cp</a></font></strong> &#8211; copia arquivos e diretórios.</li>
<li><strong><font size="+1"><a href="http://www.uniriotec.br/%7Emorganna/guia/crontab.html">crontab</a></font></strong> &#8211; agenda tarefas para serem  executadas periodicamente.</li>
<li><strong><font size="+1"><a href="http://www.uniriotec.br/%7Emorganna/guia/curingas.html">curingas</a></font></strong> &#8211; *, ? e [ ]</li>
<li><strong><font size="+1"><a href="http://www.uniriotec.br/%7Emorganna/guia/cut.html">cut</a></font></strong> &#8211; seleciona colunas de um arquivo  txt ou da entrada padrão.</li>
<li><strong><font size="+1"><a href="http://www.uniriotec.br/%7Emorganna/guia/cvs.html">cvs</a></font></strong> &#8211; aplicativo para gerenciamento de código-fonte.</li>
<p></font></ul>
<p><!-- LETRA D --></p>
<h2><font face="arial"><a title="letra_d" name="letra_d"></a></font><font color="#ffcc66">D</font></h2>
<ul>  <font face="arial"></p>
<li><strong><font size="+1"><a href="http://www.uniriotec.br/%7Emorganna/guia/date.html">date</a></font></strong> &#8211; exibe ou modifica a data e a  hora do sistema.</li>
<li><strong><font size="+1"><a href="http://www.uniriotec.br/%7Emorganna/guia/dd.html">dd</a></font></strong> &#8211; converte e copia um arquivo.</li>
<li><strong><font size="+1"><a href="http://www.uniriotec.br/%7Emorganna/guia/depmod.html">depmod</a></font></strong> &#8211; produz arquivo contendo  as dependências de módulo.</li>
<li><strong><font size="+1"><a href="http://www.uniriotec.br/%7Emorganna/guia/df.html">df</a></font></strong> &#8211; mostra o espaço livre das  partições.</li>
<li><strong><font size="+1"><a href="http://www.uniriotec.br/%7Emorganna/guia/diff.html">diff</a></font></strong> &#8211; compara dois arquivos, em  formato texto, linha a linha.</li>
<li><strong><font size="+1"><a href="http://www.uniriotec.br/%7Emorganna/guia/display.html">DISPLAY</a></font></strong> &#8211; variável de ambiente que define onde a saída de uma aplicação  gráfica deve aparecer.</li>
<li><strong><font size="+1"><a href="http://www.uniriotec.br/%7Emorganna/guia/dmesg.html">dmesg</a></font></strong> &#8211; mostra as mensagens da  última inicialização do sistema.</li>
<li><strong><font size="+1"><a href="http://www.uniriotec.br/%7Emorganna/guia/du.html">du</a></font></strong> &#8211; informações sobre  o uso do disco.</li>
<li><strong><font size="+1"><a href="http://www.uniriotec.br/%7Emorganna/guia/dvips.html">dvips</a></font></strong> &#8211; converte arquivo <strong>.dvi</strong> em <strong>.ps</strong> (PostScript).</li>
<p></font></ul>
<p><!-- LETRA E --></p>
<h2><font face="arial"><a title="letra_e" name="letra_e"></a></font><font color="#ffcc66">E</font></h2>
<ul>  <font face="arial"></p>
<li><strong><font size="+1"><a href="http://www.uniriotec.br/%7Emorganna/guia/echo.html">echo</a></font></strong> &#8211; mostra o conteúdo dos  diretórios.</li>
<li><strong><font size="+1"><a href="http://www.uniriotec.br/%7Emorganna/guia/edquota.html">edquota</a></font></strong> &#8211; editor do sistema de cotas.</li>
<li><strong><font size="+1"><a href="http://www.uniriotec.br/%7Emorganna/guia/emacs.html">emacs</a></font></strong> &#8211; editor de textos  distribuído pela <em>Free Software Foundation</em>.</li>
<li><strong><font size="+1"><a href="http://www.uniriotec.br/%7Emorganna/guia/env.html">env</a></font></strong> &#8211; executa um programa/comando em  um ambiente modificado.</li>
<li><strong><font size="+1"><a href="http://www.uniriotec.br/%7Emorganna/guia/exit.html">exit</a></font></strong> &#8211; encerra execução do <strong>shell</strong> atualmente em uso pelo usuário.</li>
<li><strong><font size="+1"><a href="http://www.uniriotec.br/%7Emorganna/guia/export.html">export</a></font></strong> &#8211; comando do <strong>shell</strong>  que permite configurar e compartilhar variáveis de  ambiente entre diversos programas  e bibliotecas acessados a partir do mesmo terminal.</li>
<p></font></ul>
<p><!-- LETRA F --></p>
<h2><font face="arial"><a title="letra_f" name="letra_f"></a></font><font color="#ffcc66">F</font></h2>
<ul>  <font face="arial"></p>
<li><strong><font size="+1"><a href="http://www.uniriotec.br/%7Emorganna/guia/fdformat.html">fdformat</a></font></strong> &#8211; formatação de baixo nível em disquete.</li>
<li><strong><font size="+1"><a href="http://www.uniriotec.br/%7Emorganna/guia/fdisk.html">fdisk</a></font></strong> &#8211; aplicativo utilizado para  particionar discos.</li>
<li><strong><font size="+1"><a href="http://www.uniriotec.br/%7Emorganna/guia/fg.html">fg</a></font></strong> &#8211; faz um programa, que está sendo executado em segundo plano (<strong>background</strong>), passar a ser executado em primeiro  plano.</li>
<li><strong><font size="+1"><a href="http://www.uniriotec.br/%7Emorganna/guia/file.html">file</a></font></strong> &#8211; determina o tipo do arquivo.</li>
<li><strong><font size="+1"><a href="http://www.uniriotec.br/%7Emorganna/guia/find.html">find</a></font></strong> &#8211; pesquisa arquivos em uma  hierarquia de diretórios.</li>
<li><strong><font size="+1"><a href="http://www.uniriotec.br/%7Emorganna/guia/finger.html">finger</a></font></strong> &#8211; exibe  informações sobre um usuário.</li>
<li><strong><font size="+1"><a href="http://www.uniriotec.br/%7Emorganna/guia/fortune.html">fortune</a></font></strong> &#8211; aplicativo que exibe uma  citação aleatória.</li>
<li><strong><font size="+1"><a href="http://www.uniriotec.br/%7Emorganna/guia/free.html">free</a></font></strong> &#8211; exibe a quantidade de  memória livre/usada no sistema.</li>
<li><strong><font size="+1"><a href="http://www.uniriotec.br/%7Emorganna/guia/fsck.html">fsck</a></font></strong> &#8211; verifica e repara um sistema  de arquivos.</li>
<li><strong><font size="+1"><a href="http://www.uniriotec.br/%7Emorganna/guia/fuser.html">fuser</a></font></strong> &#8211; identifica os processos  que estão usando um determinado arquivo e/ou diretório.</li>
<p></font></ul>
<p><!-- LETRA G --></p>
<h2><font face="arial"><a title="letra_g" name="letra_g"></a></font><font color="#ffcc66">G</font></h2>
<ul>  <font face="arial"></p>
<li><strong><font size="+1"><a href="http://www.uniriotec.br/%7Emorganna/guia/gcc.html">gcc</a></font></strong> &#8211; compilador de C para Linux.</li>
<li><strong><font size="+1"><a href="http://www.uniriotec.br/%7Emorganna/guia/gdb.html">gdb</a></font></strong> &#8211; aplicativo para  depuração de programas C, C++ e Modula-2.</li>
<li><strong><font size="+1"><a href="http://www.uniriotec.br/%7Emorganna/guia/getty.html">getty</a></font></strong> &#8211; configura o modo de  funcionamento, velocidade e comportamento da linha.</li>
<li><strong><font size="+1"><a href="http://www.uniriotec.br/%7Emorganna/guia/ghostview.html">ghostview</a></font></strong> &#8211; aplicativo para  visualização de arquivos <strong>.ps</strong> (PostScript) e <strong>PDF</strong>.</li>
<li><strong><font size="+1"><a href="http://www.uniriotec.br/%7Emorganna/guia/gid.html">GID</a></font></strong> &#8211; número de  identificação de grupo para o <strong>kernel</strong> do Linux.</li>
<li><strong><font size="+1"><a href="http://www.uniriotec.br/%7Emorganna/guia/grep.html">grep</a></font></strong> &#8211; procura padrões em  um arquivo.</li>
<li><strong><font size="+1"><a href="http://www.uniriotec.br/%7Emorganna/guia/groupadd.html">groupadd</a></font></strong> &#8211; cria um novo grupo.</li>
<li><strong><font size="+1"><a href="http://www.uniriotec.br/%7Emorganna/guia/groupdel.html">groupdel</a></font></strong> &#8211; deleta um grupo.</li>
<li><strong><font size="+1"><a href="http://www.uniriotec.br/%7Emorganna/guia/groupmod.html">groupmod</a></font></strong> &#8211; modifica um grupo.</li>
<li><strong><font size="+1"><a href="http://www.uniriotec.br/%7Emorganna/guia/groups.html">groups</a></font></strong> &#8211; lista os grupos aos quais  um usuário pertence.</li>
<li><strong><font size="+1"><a href="http://www.uniriotec.br/%7Emorganna/guia/grpconv.html">grpconv</a></font></strong> &#8211; usa o sistema <strong>gshadow</strong> para proteger as senhas dos grupos.</li>
<li><strong><font size="+1"><a href="http://www.uniriotec.br/%7Emorganna/guia/grpunconv.html">grpunconv</a></font></strong> &#8211; elimina o uso do  sistema <strong>gshadow</strong> de proteção de senhas.</li>
<li><strong><font size="+1"><a href="http://www.uniriotec.br/%7Emorganna/guia/gunzip.html">gunzip</a></font></strong> &#8211; descompacta arquivos.</li>
<li><strong><font size="+1"><a href="http://www.uniriotec.br/%7Emorganna/guia/ghostview.html">gv</a></font></strong> &#8211; mesmo que <strong>ghostview</strong>.</li>
<li><strong><font size="+1"><a href="http://www.uniriotec.br/%7Emorganna/guia/gzip.html">gzip</a></font></strong> &#8211; compacta/descompacta arquivos.</li>
<p></font></ul>
<p><!-- LETRA H --></p>
<h2><font face="arial"><a title="letra_h" name="letra_h"></a></font><font color="#ffcc66">H</font></h2>
<ul>  <font face="arial"></p>
<li><strong><font size="+1"><a href="http://www.uniriotec.br/%7Emorganna/guia/head.html">head</a></font></strong> &#8211; exibe o início de  um arquivo texto.</li>
<li><strong><font size="+1"><a href="http://www.uniriotec.br/%7Emorganna/guia/help.html">help</a></font></strong> &#8211; exibe informações  sobre um comando.</li>
<li><strong><font size="+1"><a href="http://www.uniriotec.br/%7Emorganna/guia/hostname.html">hostname</a></font></strong> &#8211; mostra ou muda o  nome do computador na rede.</li>
<li><strong><font size="+1"><a href="http://www.uniriotec.br/%7Emorganna/guia/hwclock.html">hwclock</a></font></strong> &#8211; exibe ou modifica a data e a  hora do relógio da máquina.</li>
<p></font></ul>
<p><!-- LETRA I --></p>
<h2><font face="arial"><a title="letra_i" name="letra_i"></a></font><font color="#ffcc66">I</font></h2>
<ul>  <font face="arial"></p>
<li><strong><font size="+1"><a href="http://www.uniriotec.br/%7Emorganna/guia/id.html">id</a></font></strong> &#8211; identifica os <strong>UIDs</strong> e  <strong>GIDs</strong> efetivos e reais.</li>
<li><strong><font size="+1"><a href="http://www.uniriotec.br/%7Emorganna/guia/ifconfig.html">ifconfig</a></font></strong> &#8211; configura uma interface de  rede.</li>
<li><strong><font size="+1"><a href="http://www.uniriotec.br/%7Emorganna/guia/init.html">init</a></font></strong> &#8211; processo de controle da  inicialização do sistema.</li>
<li><strong><font size="+1"><a href="http://www.uniriotec.br/%7Emorganna/guia/inode.html">inode</a></font></strong> &#8211; identificador de  diretório/arquivo em um sistema de arquivos.</li>
<li><strong><font size="+1"><a href="http://www.uniriotec.br/%7Emorganna/guia/insmod.html">insmod</a></font></strong> &#8211; carrega módulos  do <strong>kernel</strong> na memória do sistema.</li>
<li><strong><font size="+1"><a href="http://www.uniriotec.br/%7Emorganna/guia/ipcrm.html">ipcrm</a></font></strong> &#8211; remove recurso  <strong>ipc</strong> (inter-process communication).</li>
<li><strong><font size="+1"><a href="http://www.uniriotec.br/%7Emorganna/guia/ipcs.html">ipcs</a></font></strong> &#8211; fornece  informações sobre recursos <strong>ipc</strong> (inter-process communication).</li>
<li><strong><font size="+1"><a href="http://www.uniriotec.br/%7Emorganna/guia/ispell.html">ispell</a></font></strong> &#8211; ferramenta para  correção ortográfica.</li>
<p></font></ul>
<p><!-- LETRA J --></p>
<h2><font face="arial"><a title="letra_j" name="letra_j"></a></font><font color="#ffcc66">J</font></h2>
<ul>  <font face="arial"></p>
<li><strong><font size="+1"><a href="http://www.uniriotec.br/%7Emorganna/guia/jobs.html">jobs</a></font></strong> &#8211; mostra os processos executando em segundo plano (<strong>background</strong>).</li>
<p></font></ul>
<p><!-- LETRA K --></p>
<h2><font face="arial"><a title="letra_k" name="letra_k"></a></font><font color="#ffcc66">K</font></h2>
<ul>  <font face="arial"></p>
<li><strong><font size="+1"><a href="http://www.uniriotec.br/%7Emorganna/guia/kernel.html">kernel</a></font></strong> &#8211; núcleo do Linux.</li>
<li><strong><font size="+1"><a href="http://www.uniriotec.br/%7Emorganna/guia/kill.html">kill</a></font></strong> &#8211; envia um determinado sinal a um processo em execução no sistema.</li>
<li><strong><font size="+1"><a href="http://www.uniriotec.br/%7Emorganna/guia/killall.html">killall</a></font></strong> &#8211; envia um determinado sinal a um conjunto de processos que usam o mesmo nome.</li>
<li><strong><font size="+1"><a href="http://www.uniriotec.br/%7Emorganna/guia/kudzu.html">kudzu</a></font></strong> &#8211; ferramenta que  detecta e configura dispositivos de hardware.</li>
<p></font></ul>
<p><!-- LETRA L --></p>
<h2><font face="arial"><a title="letra_l" name="letra_l"></a></font><font color="#ffcc66">L</font></h2>
<ul>  <font face="arial"></p>
<li><strong><font size="+1"><a href="http://www.uniriotec.br/%7Emorganna/guia/last.html">last</a></font></strong> &#8211; exibe todas as informações referentes a entrada (login) e saída (logout) de usuários do sistema.</li>
<li><strong><font size="+1"><a href="http://www.uniriotec.br/%7Emorganna/guia/lastlog.html">lastlog</a></font></strong> &#8211; exibe informações referentes ao último login de cada usuário.</li>
<li><strong><font size="+1"><a href="http://www.uniriotec.br/%7Emorganna/guia/latex.html">latex</a></font></strong> &#8211; gera arquivo <strong>.dvi</strong> a  partir da definição de macros <strong>TEX</strong>.</li>
<li><strong><font size="+1"><a href="http://www.uniriotec.br/%7Emorganna/guia/ldconfig.html">ldconfig</a></font></strong> &#8211; atualiza os links para as bibliotecas compartilhadas.</li>
<li><strong><font size="+1"><a href="http://www.uniriotec.br/%7Emorganna/guia/less.html">less</a></font></strong> &#8211; permite fazer a  paginação de arquivos ou da entrada padrão.</li>
<li><strong><font size="+1"><a href="http://www.uniriotec.br/%7Emorganna/guia/lesskey.html">lesskey</a></font></strong> &#8211; personaliza as teclas  usadas no paginador <strong>less</strong>.</li>
<li><strong><font size="+1"><a href="http://www.uniriotec.br/%7Emorganna/guia/lilo.html">lilo</a></font></strong> &#8211; carregador de  inicialização do <strong>Linux</strong>.</li>
<li><strong><font size="+1"><a href="http://www.uniriotec.br/%7Emorganna/guia/linux_logo.html">linux_logo</a></font></strong> &#8211;  aplicativo que exibe os logotipos do <strong>Linux</strong>.</li>
<li><strong><font size="+1"><a href="http://www.uniriotec.br/%7Emorganna/guia/linuxconf.html">linuxconf</a></font></strong> &#8211; ferramenta  de administração do <strong>Linux</strong>.</li>
<li><strong><font size="+1"><a href="http://www.uniriotec.br/%7Emorganna/guia/ln.html">ln</a></font></strong> &#8211; cria ligações entre  arquivos.</li>
<li><strong><font size="+1"><a href="http://www.uniriotec.br/%7Emorganna/guia/locate.html">locate</a></font></strong> &#8211; lista os arquivos cujos  nomes coincidem com o padrão informado.</li>
<li><strong><font size="+1"><a href="http://www.uniriotec.br/%7Emorganna/guia/login.html">login</a></font></strong> &#8211; processo responsável por permitir ou não o acesso de usuários ao sistema.</li>
<li><strong><font size="+1"><a href="http://www.uniriotec.br/%7Emorganna/guia/lpc.html">lpc</a></font></strong> &#8211; aplicativo para  controle de impressão de arquivos.</li>
<li><strong><font size="+1"><a href="http://www.uniriotec.br/%7Emorganna/guia/lpq.html">lpq</a></font></strong> &#8211; examina o conteúdo da  fila de impressão.</li>
<li><strong><font size="+1"><a href="http://www.uniriotec.br/%7Emorganna/guia/lpr.html">lpr</a></font></strong> &#8211; imprime arquivos.</li>
<li><strong><font size="+1"><a href="http://www.uniriotec.br/%7Emorganna/guia/lprm.html">lprm</a></font></strong> &#8211; remove arquivos da fila de  impressão.</li>
<li><strong><font size="+1"><a href="http://www.uniriotec.br/%7Emorganna/guia/ls.html">ls</a></font></strong> &#8211; lista o conteúdo de um  diretório.</li>
<li><strong><font size="+1"><a href="http://www.uniriotec.br/%7Emorganna/guia/lsmod.html">lsmod</a></font></strong> &#8211; lista os módulos do  <strong>kernel</strong> que estão carregados na memória.</li>
<p></font></ul>
<p><!-- LETRA M --></p>
<h2><font face="arial"><a title="letra_m" name="letra_m"></a></font><font color="#ffcc66">M</font></h2>
<ul>  <font face="arial"></p>
<li><strong><font size="+1"><a href="http://www.uniriotec.br/%7Emorganna/guia/make.html">make</a></font></strong> &#8211; utilitário para  verificação e compilação de grupo de arquivos.</li>
<li><strong><font size="+1"><a href="http://www.uniriotec.br/%7Emorganna/guia/makedev.html">MAKEDEV</a></font></strong> &#8211; script usado para  criar/alterar/deletar dispositos em <strong>/dev</strong>.</li>
<li><strong><font size="+1"><a href="http://www.uniriotec.br/%7Emorganna/guia/makewhatis.html">makewhatis</a></font></strong> &#8211; cria a base  de dados makewhatis.</li>
<li><strong><font size="+1"><a href="http://www.uniriotec.br/%7Emorganna/guia/man.html">man</a></font></strong> &#8211; formata e apresenta  páginas do manual on-line.</li>
<li><strong><font size="+1"><a href="http://www.uniriotec.br/%7Emorganna/guia/mc.html">mc</a></font></strong> &#8211; aplicativo para manipulação de arquivos e diretórios.</li>
<li><strong><font size="+1"><a href="http://www.uniriotec.br/%7Emorganna/guia/mesg.html">mesg</a></font></strong> &#8211; habilita/desabilita o recebimento de mensagens de outros usuários.</li>
<li><strong><font size="+1"><a href="http://www.uniriotec.br/%7Emorganna/guia/mingetty.html">mingetty</a></font></strong> &#8211; <strong>getty</strong>  mínimo para consoles virtuais.</li>
<li><strong><font size="+1"><a href="http://www.uniriotec.br/%7Emorganna/guia/mkbootdisk.html">mkbootdisk</a></font></strong> &#8211; cria um disco de  inicialização (emergência) do sistema.</li>
<li><strong><font size="+1"><a href="http://www.uniriotec.br/%7Emorganna/guia/mkdir.html">mkdir</a></font></strong> &#8211; cria diretórios.</li>
<li><strong><font size="+1"><a href="http://www.uniriotec.br/%7Emorganna/guia/mke2fs.html">mke2fs</a></font></strong> &#8211; formata uma  partição de disco usando o sistema de arquivos <strong>ext2</strong>.</li>
<li><strong><font size="+1"><a href="http://www.uniriotec.br/%7Emorganna/guia/mkfs.html">mkfs</a></font></strong> &#8211; constrói um sistema de arquivos Linux.</li>
<li><strong><font size="+1"><a href="http://www.uniriotec.br/%7Emorganna/guia/mkswap.html">mkswap</a></font></strong> &#8211; configura uma área  de troca (<strong>swap</strong>) do <strong>Linux</strong>.</li>
<li><strong><font size="+1"><a href="http://www.uniriotec.br/%7Emorganna/guia/modprobe.html">modprobe</a></font></strong> &#8211; carrega módulos e verifica as dependências dos módulos.</li>
<li><strong><font size="+1"><a href="http://www.uniriotec.br/%7Emorganna/guia/modulos.html">módulos</a></font></strong> &#8211; peças de  código de objeto que podem ser carregados em um <strong>kernel</strong> em operação.</li>
<li><strong><font size="+1"><a href="http://www.uniriotec.br/%7Emorganna/guia/more.html">more</a></font></strong> &#8211; permite fazer a  paginação de arquivos ou da entrada padrão.</li>
<li><strong><font size="+1"><a href="http://www.uniriotec.br/%7Emorganna/guia/mount.html">mount</a></font></strong> &#8211; monta sistemas de arquivos.</li>
<li><strong><font size="+1"><a href="http://www.uniriotec.br/%7Emorganna/guia/mouseconfig.html">mouseconfig</a></font></strong> &#8211; aplicativo para  configurar o mouse.</li>
<li><strong><font size="+1"><a href="http://www.uniriotec.br/%7Emorganna/guia/mpage.html">mpage</a></font></strong> &#8211; permite imprimir  várias páginas em uma única folha de papel.</li>
<li><strong><font size="+1"><a href="http://www.uniriotec.br/%7Emorganna/guia/mt.html">mt</a></font></strong> &#8211; controla unidades de fita.</li>
<li><strong><font size="+1"><a href="http://www.uniriotec.br/%7Emorganna/guia/mtools.html">mtools</a></font></strong> &#8211; utilitários para  acessar discos DOS no UNIX.</li>
<li><strong><font size="+1"><a href="http://www.uniriotec.br/%7Emorganna/guia/mv.html">mv</a></font></strong> &#8211; move (ou altera o nome de)  arquivos.</li>
<p></font></ul>
<p><!-- LETRA N --></p>
<h2><font face="arial"><a title="letra_n" name="letra_n"></a></font><font color="#ffcc66">N</font></h2>
<ul>  <font face="arial"></p>
<li><strong><font size="+1"><a href="http://www.uniriotec.br/%7Emorganna/guia/newgrp.html">newgrp</a></font></strong> &#8211; muda, temporariamente, o grupo (<strong>GID</strong>) do usuário.</li>
<li><strong><font size="+1"><a href="http://www.uniriotec.br/%7Emorganna/guia/nice.html">nice</a></font></strong> &#8211; configura a prioridade de  execução de um comando ou de um programa.</li>
<li><strong><font size="+1"><a href="http://www.uniriotec.br/%7Emorganna/guia/nl.html">nl</a></font></strong> &#8211; exibe o conteúdo de um  arquivo enumerando as linhas.</li>
<li><strong><font size="+1"><a href="http://www.uniriotec.br/%7Emorganna/guia/nohup.html">nohup</a></font></strong> &#8211; executa um comando imune a interrupções de conexão.</li>
<p></font></ul>
<p><!-- LETRA O --></p>
<h2><font face="arial"><a title="letra_o" name="letra_o"></a></font><font color="#ffcc66">O</font></h2>
<p><!-- LETRA P --></p>
<h2><font face="arial"><a title="letra_p" name="letra_p"></a></font><font color="#ffcc66">P</font></h2>
<ul>  <font face="arial"></p>
<li><strong><font size="+1"><a href="http://www.uniriotec.br/%7Emorganna/guia/passwd.html">passwd</a></font></strong> &#8211; altera a  senha de um usuário.</li>
<li><strong><font size="+1"><a href="http://www.uniriotec.br/%7Emorganna/guia/permissao.html">permissão de acesso</a></font></strong>  &#8211; autorização para ler/gravar/executar um arquivo/diretório do  sistema.</li>
<li><strong><font size="+1"><a href="http://www.uniriotec.br/%7Emorganna/guia/pico.html">pico</a></font></strong> &#8211; editor de texto  baseado no sistema de mensagens <strong>pine</strong>.</li>
<li><strong><font size="+1"><a href="http://www.uniriotec.br/%7Emorganna/guia/pid.html">PID</a></font></strong> &#8211; número de  identificação (<strong>ID</strong>) de um processo.</li>
<li><strong><font size="+1"><a href="http://www.uniriotec.br/%7Emorganna/guia/pr.html">pr</a></font></strong> &#8211; formata arquivos de texto  para impressão.</li>
<li><strong><font size="+1"><a href="http://www.uniriotec.br/%7Emorganna/guia/printenv.html">printenv</a></font></strong> &#8211; mostra as variáveis de ambiente utilizadas pelo sistema.</li>
<li><strong><font size="+1"><a href="http://www.uniriotec.br/%7Emorganna/guia/processo.html">processo</a></font></strong> &#8211; programa em  execução.</li>
<li><strong><font size="+1"><a href="http://www.uniriotec.br/%7Emorganna/guia/ps.html">ps</a></font></strong> &#8211; exibe informações  sobre os processos que estão executando na máquina.</li>
<li><strong><font size="+1"><a href="http://www.uniriotec.br/%7Emorganna/guia/pwconv.html">pwconv</a></font></strong> &#8211; usa o sistema <strong>shadow</strong> para proteger as senhas dos usuários.</li>
<li><strong><font size="+1"><a href="http://www.uniriotec.br/%7Emorganna/guia/pwd.html">pwd</a></font></strong> &#8211; exibe o nome do  diretório atual.</li>
<li><strong><font size="+1"><a href="http://www.uniriotec.br/%7Emorganna/guia/pwunconv.html">pwunconv</a></font></strong> &#8211; elimina o uso do  sistema <strong>shadow</strong> de proteção de senhas.</li>
<p></font></ul>
<p><!-- LETRA Q --></p>
<h2><font face="arial"><a title="letra_q" name="letra_q"></a></font><font color="#ffcc66">Q</font></h2>
<ul>  <font face="arial"></p>
<li><strong><font size="+1"><a href="http://www.uniriotec.br/%7Emorganna/guia/quota.html">quota</a></font></strong> &#8211; fornece informações sobre o sistema de cotas.</li>
<li><strong><font size="+1"><a href="http://www.uniriotec.br/%7Emorganna/guia/quotaoff.html">quotaoff</a></font></strong> &#8211; desabilita o sistema de  cotas.</li>
<li><strong><font size="+1"><a href="http://www.uniriotec.br/%7Emorganna/guia/quotaon.html">quotaon</a></font></strong> &#8211; habilita o sistema de cotas.</li>
<p></font></ul>
<p><!-- LETRA R --></p>
<h2><font face="arial"><a title="letra_r" name="letra_r"></a></font><font color="#ffcc66">R</font></h2>
<ul>  <font face="arial"></p>
<li><strong><font size="+1"><a href="http://www.uniriotec.br/%7Emorganna/guia/rcs.html">RCS</a></font></strong> &#8211; aplicativo para  gerenciamento de código-fonte.</li>
<li><strong><font size="+1"><a href="http://www.uniriotec.br/%7Emorganna/guia/reboot.html">reboot</a></font></strong> &#8211; reinicializa o  computador.</li>
<li><strong><font size="+1"><a href="http://www.uniriotec.br/%7Emorganna/guia/redirecionadores.html">redirecionadores de E/S</a> </font></strong> &#8211; <strong>&gt;</strong>, <strong>&gt;&gt;</strong>, <strong>&lt;</strong> e <strong>|</strong>.</li>
<li><strong><font size="+1"><a href="http://www.uniriotec.br/%7Emorganna/guia/renice.html">renice</a></font></strong> &#8211; altera a prioridade de um processo que está executando.</li>
<li><strong><font size="+1"><a href="http://www.uniriotec.br/%7Emorganna/guia/rev.html">rev</a></font></strong> &#8211; inverte as linhas de um arquivo.</li>
<li><strong><font size="+1"><a href="http://www.uniriotec.br/%7Emorganna/guia/rlogin.html">rlogin</a></font></strong> &#8211; inicia uma  sessão de terminal remoto.</li>
<li><strong><font size="+1"><a href="http://www.uniriotec.br/%7Emorganna/guia/rm.html">rm</a></font></strong> &#8211; remove  arquivos/diretórios.</li>
<li><strong><font size="+1"><a href="http://www.uniriotec.br/%7Emorganna/guia/rmdir.html">rmdir</a></font></strong> &#8211; remove  diretórios vazios.</li>
<li><strong><font size="+1"><a href="http://www.uniriotec.br/%7Emorganna/guia/rmmod.html">rmmod</a></font></strong> &#8211; descarrega  módulos do <strong>kernel</strong> da memória do sistema.</li>
<li><strong><font size="+1"><a href="http://www.uniriotec.br/%7Emorganna/guia/root.html">root</a></font></strong> &#8211; administrador do  sistema ou superusuário.</li>
<li><strong><font size="+1"><a href="http://www.uniriotec.br/%7Emorganna/guia/rpm.html">rpm</a></font></strong> &#8211; gerenciador de  pacotes da distribuição <strong>Red Hat</strong>.</li>
<p></font></ul>
<p><!-- LETRA S --></p>
<h2><font face="arial"><a title="letra_s" name="letra_s"></a></font><font color="#ffcc66">S</font></h2>
<ul>  <font face="arial"></p>
<li><strong><font size="+1"><a href="http://www.uniriotec.br/%7Emorganna/guia/separador.html">separador de comandos</a></font></strong> &#8211;  <strong>;</strong> e <strong>;\</strong></li>
<li><strong><font size="+1"><a href="http://www.uniriotec.br/%7Emorganna/guia/set.html">set</a></font></strong> &#8211; exibe a lista das  variáveis de ambiente.</li>
<li><strong><font size="+1"><a href="http://www.uniriotec.br/%7Emorganna/guia/setserial.html">setserial</a></font></strong> &#8211; exibe ou modifica as definições sobre porta serial.</li>
<li><strong><font size="+1"><a href="http://www.uniriotec.br/%7Emorganna/guia/setterm.html">setterm</a></font></strong> &#8211; configura os atributos do terminal no modo texto.</li>
<li><strong><font size="+1"><a href="http://www.uniriotec.br/%7Emorganna/guia/shell.html">shell</a></font></strong> &#8211; interpretador de  comandos do <strong>Linux</strong>.</li>
<li><strong><font size="+1"><a href="http://www.uniriotec.br/%7Emorganna/guia/shutdown.html">shutdown</a></font></strong> &#8211;  encerra/reinicializa o sistema.</li>
<li><strong><font size="+1"><a href="http://www.uniriotec.br/%7Emorganna/guia/sistemas_de_arquivos.html">sistemas de arquivos</a></font></strong>  &#8211; como os arquivos e os diretórios são organizados no <strong>Linux</strong>.</li>
<li><strong><font size="+1"><a href="http://www.uniriotec.br/%7Emorganna/guia/sort.html">sort</a></font></strong> &#8211; ordena as linhas de  arquivos textos.</li>
<li><strong><font size="+1"><a href="http://www.uniriotec.br/%7Emorganna/guia/source.html">source</a></font></strong> &#8211; atualiza arquivos do  sistema.</li>
<li><strong><font size="+1"><a href="http://www.uniriotec.br/%7Emorganna/guia/split.html">split</a></font></strong> &#8211; divide um arquivo em  arquivos menores.</li>
<li><strong><font size="+1"><a href="http://www.uniriotec.br/%7Emorganna/guia/strfile.html">strfile</a></font></strong> &#8211; cria um arquivo de acesso aleatório para armazenamento de strings.</li>
<li><strong><font size="+1"><a href="http://www.uniriotec.br/%7Emorganna/guia/strings.html">strings</a></font></strong> &#8211; extrai strings de  arquivos binários.</li>
<li><strong><font size="+1"><a href="http://www.uniriotec.br/%7Emorganna/guia/stty.html">stty</a></font></strong> &#8211; modifica e/ou mostra as  configurações de linhas de terminal.</li>
<li><strong><font size="+1"><a href="http://www.uniriotec.br/%7Emorganna/guia/su.html">su</a></font></strong> &#8211; executa um <strong>shell</strong> com  substituição de usuário e grupo.</li>
<li><strong><font size="+1"><a href="http://www.uniriotec.br/%7Emorganna/guia/sudo.html">sudo</a></font></strong> &#8211; executa um comando usando  os privilégios de um outro usuário.</li>
<li><strong><font size="+1"><a href="http://www.uniriotec.br/%7Emorganna/guia/swap.html">swap</a></font></strong> &#8211; partição do disco usada como memória auxiliar (área de troca).</li>
<li><strong><font size="+1"><a href="http://www.uniriotec.br/%7Emorganna/guia/swapoff.html">swapoff</a></font></strong> &#8211; desabilita dispositivos  e arquivos para paginação e troca.</li>
<li><strong><font size="+1"><a href="http://www.uniriotec.br/%7Emorganna/guia/swapon.html">swapon</a></font></strong> &#8211; habilita dispositivos  e arquivos para paginação e troca.</li>
<li><strong><font size="+1"><a href="http://www.uniriotec.br/%7Emorganna/guia/sync.html">sync</a></font></strong> &#8211; grava os dados da  memória nas unidades de disco.</li>
<p></font></ul>
<p><!-- LETRA T --></p>
<h2><font face="arial"><a title="letra_t" name="letra_t"></a></font><font color="#ffcc66">T</font></h2>
<ul>  <font face="arial"></p>
<li><strong><font size="+1"><a href="http://www.uniriotec.br/%7Emorganna/guia/tac.html">tac</a></font></strong>- concatena e exibe um ou mais  arquivos na ordem inversa.</li>
<li><a href="http://www.uniriotec.br/%7Emorganna/guia/tail.html"><big><strong>tail</strong></big></a> &#8211; exibe as últimas linhas de um arquivo  texto.</li>
<li><a href="http://www.uniriotec.br/%7Emorganna/guia/talk.html"><big><strong>talk</strong></big></a> &#8211; permite conversa em tempo real entre  dois usuários.</li>
<li><a href="http://www.uniriotec.br/%7Emorganna/guia/tar.html"><big><strong>tar</strong></big></a> &#8211; armazena e extrai arquivos de um arquivo  <strong>tar</strong>.</li>
<li><a href="http://www.uniriotec.br/%7Emorganna/guia/teclas.html"><big><strong>teclas especiais</strong></big></a> &#8211; conjunto de teclas com  características especiais no Linux.</li>
<li><a href="http://www.uniriotec.br/%7Emorganna/guia/tee.html"><big><strong>tee</strong></big></a> &#8211; ler da entrada padrão e grava na saída padrão.</li>
<li><strong><font size="+1"><a href="http://www.uniriotec.br/%7Emorganna/guia/telinit.html">telinit</a></font></strong> &#8211; processo de controle da inicialização do sistema.</li>
<li><a href="http://www.uniriotec.br/%7Emorganna/guia/telnet.html"><big><strong>telnet</strong></big></a> &#8211; permite acessar uma máquina  remotamente.</li>
<li><a href="http://www.uniriotec.br/%7Emorganna/guia/tempo_epoca.html"><big><strong>tempo de época</strong></big></a> &#8211; data e hora que  o Linux considera como o início dos tempos.</li>
<li><big><strong><a href="http://www.uniriotec.br/%7Emorganna/guia/tex.html">tex</a></strong></big>- sistema de processamento de textos para  formatação de documentos.</li>
<li><a href="http://www.uniriotec.br/%7Emorganna/guia/time.html"><big><strong>time</strong></big></a> &#8211; mede o tempo necessário para  executar um comando/aplicativo.</li>
<li><a href="http://www.uniriotec.br/%7Emorganna/guia/top.html"><big><strong>top</strong></big></a> &#8211; utilitário que lista, em tempo real,  os processos que estão usando a cpu.</li>
<li><a href="http://www.uniriotec.br/%7Emorganna/guia/touch.html"><big><strong>touch</strong></big></a> &#8211; muda a data e a hora do último acesso/modificação de um arquivo.</li>
<li><a href="http://www.uniriotec.br/%7Emorganna/guia/tr.html"><big><strong>tr</strong></big></a> &#8211; apaga ou altera caracteres.</li>
<li><a href="http://www.uniriotec.br/%7Emorganna/guia/tree.html"><big><strong>tree</strong></big></a> &#8211; apresenta, em formato de árvore, o  conteúdo de um diretório.</li>
<li><a href="http://www.uniriotec.br/%7Emorganna/guia/type.html"><big><strong>type</strong></big></a> &#8211; exibe o tipo de um arquivo.</li>
<p></font></ul>
<p><!-- LETRA U --></p>
<h2><font face="arial"><a title="letra_u" name="letra_u"></a></font><font color="#ffcc66">U</font></h2>
<ul>  <font face="arial"></p>
<li><a href="http://www.uniriotec.br/%7Emorganna/guia/uid.html"><big><strong>UID</strong></big></a> &#8211; número de identificação do usuário para o <strong>kernel</strong> do Linux.</li>
<li><a href="http://www.uniriotec.br/%7Emorganna/guia/umask.html"><strong><font size="+1">umask</font></strong></a> &#8211; define as permissões  que não estão disponíveis aos usuários  do sistema.</li>
<li><a href="http://www.uniriotec.br/%7Emorganna/guia/umount.html"><big><strong>umount</strong></big></a> &#8211; desmonta sistemas de arquivos.</li>
<li><a href="http://www.uniriotec.br/%7Emorganna/guia/uname.html"><big><strong>uname</strong></big></a> &#8211; exibe informações sobre o  sistema.</li>
<li><a href="http://www.uniriotec.br/%7Emorganna/guia/uniq.html"><big><strong>uniq</strong></big></a> &#8211; remove as linhas duplicadas de um arquivo  ordenado.</li>
<li><a href="http://www.uniriotec.br/%7Emorganna/guia/unset.html"><big><strong>unset</strong></big></a> &#8211; apaga uma variável de ambiente.</li>
<li><a href="http://www.uniriotec.br/%7Emorganna/guia/updatedb.html"><big><strong>updatedb</strong></big></a> &#8211;  atualiza banco de dados de nome  de arquivos.</li>
<li><a href="http://www.uniriotec.br/%7Emorganna/guia/uptime.html"><big><strong>uptime</strong></big></a> &#8211; diz há quanto tempo o sistema  está funcionando.</li>
<li><strong><font size="+1"><a href="http://www.uniriotec.br/%7Emorganna/guia/adduser.html">useradd</a></font></strong> &#8211; cria  um novo  usuário.</li>
<li><a href="http://www.uniriotec.br/%7Emorganna/guia/userdel.html"><strong><font size="+1">userdel</font></strong></a> &#8211; remove usuário e  seus respectivos arquivos do sistema.</li>
<li><a href="http://www.uniriotec.br/%7Emorganna/guia/usermod.html"><big><strong>usermod</strong></big></a> &#8211; modifica uma conta de usuário  do sistema.</li>
<li><a href="http://www.uniriotec.br/%7Emorganna/guia/users.html"><big><strong>users</strong></big></a> &#8211; mostra os usuários que estão  atualmente conectados ao sistema.</li>
<p></font></ul>
<p><!-- LETRA V --></p>
<h2><font face="arial"><a title="letra_v" name="letra_v"></a></font><font color="#ffcc66">V</font></h2>
<ul>  <font face="arial"></p>
<li><a href="http://www.uniriotec.br/%7Emorganna/guia/variaveis.html"><big><strong>variáveis de ambiente</strong></big></a> &#8211; conjunto de  variáveis usadas para definir o ambiente de trabalho dos usuários do sistema.</li>
<li><a href="http://www.uniriotec.br/%7Emorganna/guia/vigr.html"><big><strong>vigr</strong></big></a> &#8211; edita o arquivo <strong>/etc/group</strong>.</li>
<li><strong><font size="+1"><a href="http://www.uniriotec.br/%7Emorganna/guia/vim.html">vim</a></font></strong> &#8211; editor de textos em formato ASCII.</li>
<li><a href="http://www.uniriotec.br/%7Emorganna/guia/vipw.html"><big><strong>vipw</strong></big></a> &#8211; edita o arquivo <strong>/etc/passwd</strong>.</li>
<li><a href="http://www.uniriotec.br/%7Emorganna/guia/visudo.html"><big><strong>visudo</strong></big></a> &#8211; edita o arquivo <strong>/etc/sudoers</strong>.</li>
<p></font></ul>
<p><!-- LETRA W --></p>
<h2><font face="arial"><a title="letra_w" name="letra_w"></a></font><font color="#ffcc66">W</font></h2>
<ul>  <font face="arial"></p>
<li><a href="http://www.uniriotec.br/%7Emorganna/guia/w.html"><big><strong>w</strong></big></a> &#8211; informa quais os usuários que estão  conectados e o que eles estão executando.</li>
<li><a href="http://www.uniriotec.br/%7Emorganna/guia/wc.html"><big><strong>wc</strong></big></a> &#8211; conta linhas, palavras e caracteres de arquivos.</li>
<li><a href="http://www.uniriotec.br/%7Emorganna/guia/whatis.html"><strong><font size="+1">whatis</font></strong></a> &#8211; mostra um resumo rápido sobre  um ou mais comandos.</li>
<li><a href="http://www.uniriotec.br/%7Emorganna/guia/whereis.html"><big><strong>whereis</strong></big></a> &#8211; lista as localizações de  programas binários, fontes e documentações.</li>
<li><a href="http://www.uniriotec.br/%7Emorganna/guia/who.html"><big><strong>who</strong></big></a> &#8211; informa quais os usuários que estão  conectados.</li>
<li><a href="http://www.uniriotec.br/%7Emorganna/guia/whoami.html"><strong><big>whoami</big></strong></a> &#8211; fornece a identificação efetiva  do usuário.</li>
<p></font></ul>
<p><!-- LETRA X --></p>
<h2><font face="arial"><a title="letra_x" name="letra_x"></a></font><font color="#ffcc66">X</font></h2>
<ul>  <font face="arial"></p>
<li><a href="http://www.uniriotec.br/%7Emorganna/guia/xwindow.html"><strong><font size="+1">X ou X Window</font></strong></a> &#8211; é a interface gráfica (GUI) padrão do Linux.</li>
<li><a href="http://www.uniriotec.br/%7Emorganna/guia/xhost.html"><strong><font size="+1">xhost</font></strong></a> &#8211; define quais  máquina podem acessar o servidor X.</li>
<li><a href="http://www.uniriotec.br/%7Emorganna/guia/xman.html"><strong><font size="+1">xman</font></strong></a> &#8211; aplicativo gráfico de  exibição da documentação do <strong>Linux</strong> para o sistema <strong>X Window</strong>.</li>
<p></font></ul>
<p><!-- LETRA Y --></p>
<h2><font face="arial"><a title="letra_y" name="letra_y"></a></font><font color="#ffcc66">Y</font></h2>
<p><!-- LETRA Z --></p>
<h2><font face="arial"><a title="letra_z" name="letra_z"></a></font><font color="#ffcc66">Z</font></h2>
<ul>  <font face="arial"></p>
<li><a href="http://www.uniriotec.br/%7Emorganna/guia/zgrep.html"><strong><big>zgrep</big></strong></a> &#8211; procura padrões em um arquivo compactado.</li>
<li><a href="http://www.uniriotec.br/%7Emorganna/guia/zip.html"><big><strong>zip</strong></big></a> &#8211; compacta arquivos.</li>
<p></font></ul>
<p><font face="arial"> </font></p>
<p><font size="2">  </font> <font face="arial"> </font><em> Caso você queira armazenar este guia no seu computador, pois aí não terá a necessidade de estar conectado à internet para consultá-lo, lhe mostrarei como fazer isso usando o comando wget:</em></p>
<p><em>Abra um terminal e digite:</em></p>
<blockquote><p><strong><em> $ wget -r http://www.uniriotec.br/~morganna/guia/</em></strong></p></blockquote>
<p><em> A opção (-r) significa recursivo, ou seja, tudo que está abaixo disso. &#8220;</em></p>
<br /><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/categories/diarionet.wordpress.com/109/" /> <img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/tags/diarionet.wordpress.com/109/" /> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/diarionet.wordpress.com/109/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/diarionet.wordpress.com/109/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/diarionet.wordpress.com/109/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/diarionet.wordpress.com/109/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/diarionet.wordpress.com/109/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/diarionet.wordpress.com/109/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/diarionet.wordpress.com/109/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/diarionet.wordpress.com/109/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/diarionet.wordpress.com/109/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/diarionet.wordpress.com/109/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/diarionet.wordpress.com/109/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/diarionet.wordpress.com/109/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/diarionet.wordpress.com/109/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/diarionet.wordpress.com/109/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=diarionet.wordpress.com&amp;blog=687262&amp;post=109&amp;subd=diarionet&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		</media:content>

		<media:content url="http://www.uniriotec.br/%7Emorganna/guia/guia.jpg" medium="image" />
	</item>
		<item>
		<title>Atualização do dicionário do OpenOffice 2.2 no Ubuntu Feisty</title>
		<link>http://diarionet.wordpress.com/2007/04/22/atualizacao-do-dicionario-do-openoffice-22-no-ubuntu-feisty/</link>
		<comments>http://diarionet.wordpress.com/2007/04/22/atualizacao-do-dicionario-do-openoffice-22-no-ubuntu-feisty/#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 22 Apr 2007 21:36:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>xvr2k3rds</dc:creator>
				<category><![CDATA[BrOffice]]></category>
		<category><![CDATA[Informática]]></category>
		<category><![CDATA[Linux]]></category>
		<category><![CDATA[Open-Source]]></category>
		<category><![CDATA[OpenOffice]]></category>
		<category><![CDATA[Software Livre]]></category>
		<category><![CDATA[Ubuntu]]></category>

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		<description><![CDATA[Como aparentemente o BrOffice tá demorando para lançar sua versão 2.2, então vou passar um passo-a-passo de como atualizar o dicionário PT_BR que veio junto com o OpenOffice 2.2 no Feisty. Porque ?A primeira razão para isso é que o dicionário padrão que vem com o Feisty não é Português Brasileiro, mas um mixto Brasileiro [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=diarionet.wordpress.com&amp;blog=687262&amp;post=107&amp;subd=diarionet&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Como aparentemente o BrOffice tá demorando para lançar sua versão 2.2, então vou passar um passo-a-passo de como atualizar o dicionário PT_BR que veio junto com o OpenOffice 2.2 no Feisty. Porque ?A primeira razão para isso é que o dicionário padrão que vem com o Feisty não é Português Brasileiro, mas um mixto Brasileiro e Lusitano. Bem ou mal, com respeito a língua Lusitana usamos expressões bem diferentes e em geral não usamos a contração “cç” e “ct” com tanta freqüência como sugere o dicionário do OOo.org. A segunda razão é que é realmente complicado usar este dicionário, praticamente todas as palavras terminadas em “mente” são sugeridas como palavras separadas.</p>
<p>O dicionário que acompanha o BrOffice possui versões distintas para PT_BR, PT_PT e ES_CL (espanhol-chile) e é maior e melhor que o que vem acompanhando o OOo.org. Recomendo a cada um que use uma dessas línguas a atualizar seu dicionário, eis o passo a passo :</p>
<p><strong>1) Baixe o arquivo com o dicionário em <a href="http://www.broffice.org.br/verortografico" title="Dicionário atualizado PT_BR, PT_PT e ES" target="_blank">http://www.broffice.org.br/verortografico</a></strong></p>
<p><strong>2) Descompacte-o.</strong></p>
<p><strong>3) Verifique onde ficam os dicionários do OpenOffice no seu sistema,</strong> a localização desse dicionário antigamente dava-se sempre no diretório de instalação do OpenOffice, porém isso mudou agora que o mesmo dicionário pode servir para várois aplicativos diferentes. Se voce quer saber onde fica o dicionário PT_BR em seu sistema, execute no prompt :</p>
<blockquote><p><strong>$dpkg &#8211; -search pt_BR.dic  pt_BR.aff  </strong>(são dois traços juntos &#8211; -)<br />
myspell-pt-br: /usr/share/myspell/dicts/pt_BR.dic<br />
openoffice.org-hyphenation: /usr/share/myspell/dicts/hyph_pt_BR.dic<br />
myspell-pt-br: /usr/share/myspell/dicts/pt_BR.aff</p></blockquote>
<p>Parabens ! Agora sabemos que ele fica em  <strong>/usr/share/myspell/dicts/</strong> e sabemos até qual foi o pacote que proporciono-o, isto é, “myspell-pt-br” . Se a execução do comando acima não retornou nada para você então é porque não instalou os dicionários, use o Synaptic e confira a presença do pacote “myspell-pt-br”.</p>
<p><strong>4) Copie os arquivos que foram descompactados para o diretório encontrado no passo anterior :</strong></p>
<blockquote><p> sudo  cp   pt_BR.aff   pt_BR.dic   /usr/share/myspell/dicts/</p></blockquote>
<p>Obviamente o exemplo acima é para atualizar os dicionários PT_BR, a atualização PT_PT e ES_CL é similar, apenas os nomes dos arquivos mudam.</p>
<p>Feito. Reinicie as aplicações que re-utilizam esse dicionário -Firefox, thunderbird e OpenOffice só para citar alguns &#8211; para ter o completo funcionamento do dicionário.</p>
<p><strong>Considerações Finais</strong></p>
<p>A titulo de curiosidade, o dicionário PT_BR que acompanha o OpenOffice &#8211; que na realidade é um mixto com o PT_PT &#8211; possui 569K, e sabe qual o tamanho do dicionário que estou sugerindo acima ? 4,6M com verbetes caprichados, e como dizia certo vilão no filme “os incriveis” : “é maior e melhor”.</p>
<p>Ctrl+C Ctrl+V de: <a href="http://diarionet.wordpress.com/wp-admin/copy/paste%20de:%20http://hamacker.wordpress.com/2007/04/22/atualize-o-dicionario-do-openoffice-22-no-feisty/" target="_blank">http://hamacker.wordpress.com/2007/04/22/atualize-o-dicionario-do-openoffice-22-no-feisty/</a></p>
<br /><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/categories/diarionet.wordpress.com/107/" /> <img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/tags/diarionet.wordpress.com/107/" /> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/diarionet.wordpress.com/107/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/diarionet.wordpress.com/107/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/diarionet.wordpress.com/107/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/diarionet.wordpress.com/107/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/diarionet.wordpress.com/107/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/diarionet.wordpress.com/107/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/diarionet.wordpress.com/107/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/diarionet.wordpress.com/107/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/diarionet.wordpress.com/107/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/diarionet.wordpress.com/107/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/diarionet.wordpress.com/107/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/diarionet.wordpress.com/107/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/diarionet.wordpress.com/107/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/diarionet.wordpress.com/107/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=diarionet.wordpress.com&amp;blog=687262&amp;post=107&amp;subd=diarionet&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		</media:content>
	</item>
		<item>
		<title>Linux: A evolução social, segunda parte</title>
		<link>http://diarionet.wordpress.com/2007/04/22/linux-a-evolucao-social-segunda-parte/</link>
		<comments>http://diarionet.wordpress.com/2007/04/22/linux-a-evolucao-social-segunda-parte/#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 22 Apr 2007 13:32:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>xvr2k3rds</dc:creator>
				<category><![CDATA[Informática]]></category>
		<category><![CDATA[Open-Source]]></category>
		<category><![CDATA[Software Livre]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://diarionet.wordpress.com/2007/04/22/linux-a-evolucao-social-segunda-parte/</guid>
		<description><![CDATA[Júlio César Bessa Monqueiro &#160; Primeira parte: http://diarionet.wordpress.com/2007/04/03/linux-a-evolucao-social-primeira-parte/ Inclusão social, ao longo dos séculos, sempre foi o lema primordial no discurso de inúmeros políticos para a tão sonhada democracia, iniciada 3 séculos antes de Cristo no livro Política, de Aristóteles. O quadro não mudou nada. Com o avanço da tecnologia, a inclusão também passou a [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=diarionet.wordpress.com&amp;blog=687262&amp;post=106&amp;subd=diarionet&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p align="right"><span class="author">Júlio César Bessa Monqueiro</span><br />
<span class="author"></span></p>
<p><span class="author"></span>
</p>
<p align="left">&nbsp;</p>
<p align="left"><em>Primeira parte: <a href="http://www.guiadohardware.net/artigos/evolucao-social-linux/">http://diarionet.wordpress.com/2007/04/03/linux-a-evolucao-social-primeira-parte/</a></em></p>
<p>Inclusão social, ao longo dos séculos, sempre foi o lema primordial no discurso de inúmeros políticos para a tão sonhada democracia, iniciada 3 séculos antes de Cristo no livro Política, de Aristóteles.</p>
<p>O quadro não mudou nada. Com o avanço da tecnologia, a inclusão também passou a ser digital, pois todos têm direito de compartilhar informações por um meio muito fácil, a Internet. E, para resolver este problema, inúmeros programas estatais ou provados foram criados, como o <a href="http://www.laptop.org/index.pt_BR.html">OLPC</a> (One Laptop Per Children), que visa levar um laptop de estudo a cada estudante; computadores com preços mais acessíveis, etc.</p>
<p>A iniciativa maior, no Brasil, tendo repercussão até no exterior, foi com certeza o &#8220;Computador para todos&#8221;. Conforme o <a href="http://www.computadorparatodos.gov.br/">site oficial</a>:</p>
<p><em>&#8220;O Computador para Todos tem como objetivo principal possibilitar a população que não tem acesso ao computador possa adquirir um equipamento de qualidade, com sistema operacional e aplicativos em software livre, que atendam ao máximo às demandas de usuários, além de permitir acesso à Internet.&#8221;</em></p>
<p>Ou seja, ter um preço baixo era a característica fundamental dos computadores do programa. E, obviamente, um dos primeiros gastos cortados foram com o sistema operacional. A solução quase que unânime foi a instalação do Linux em tais PCs, que acabou por popularizar uma das paixões de muita gente, era motivo de alegria ver milhares de computadores serem vendidos com o pinguim.</p>
<p>No início de 2006, um amigo próximo, sabendo que eu vestia a camisa do Linux todo dia, chegou em mim e disse &#8220;realmente, o Linux é muito ruim&#8221;. Espantado, comecei a conversar com ele o porquê disso, já que todos nós sabemos que o Linux é um dos melhores sistemas operacionais, se não for o melhor. Expliquei também que o Linux era dividido em distribuições, contando características de cada uma.</p>
<p>O computador possuía uma distribuição própria da linha. Ele trouxe o mesmo na minha casa, e, embora use intensamente Linux há anos, confesso que até eu fiquei assustado. Para começar, tinha o clássico defeito de 2GB apenas estarem formatados; os outros 38 estavam simplesmente sem uso algum, um fator considerável para um computador vendido em lote. E não era apenas isso; até o papel de parede da distro tinha imagens serrilhadas, como se feitas em programas de desenho básico.</p>
<p>Não pára por aí. Recentemente fui fazer uma visita básica às lojas que vendem tais computadores. Olhei uma das distribuições mais famosas dos PCs do programa federal, e realmente, me senti inconformado. Ao mexer o mouse para sair da proteção de tela, me deparei com o Xscreensaver &#8211; para um possante Pentium 4. Daí já dá para ver como o sistema é moderno e atualizado.</p>
<p>Além disso a questão da seleção dos programas é algo crítico: muitas distribuições dessas possui um arranjo bastante atrapalhado de programas, como, por exemplo, maioria de aplicativos GTK num ambiente KDE.</p>
<p>Após a postagem do primeiro artigo, um usuário me enviou um texto descrevendo sua situação constrangedora também os o Linux instalado no &#8220;Computador para todos&#8221;. Veja seu relato.</p>
<p>Vale lembrar que a crítica abaixo é de um usuário, não tendo relação nenhuma com as opiniões do Guia Do Hardware. O &#8220;X&#8221; foi usado para não mostrar o nome da distribuição referente:<br />
<em><br />
&#8220;Júlio, sou assíduo leitor do GDH resolvi me cadastrar no fórum, pois como você em breve publicará uma segunda parte comentando o &#8220;Computador para todos&#8221;, achei por bem independente do resultado te passar a seguinte informação: no Estado da Bahia está sendo vendido um computador incluso no programa para todos com a distribuição X, a tal distro é de causar vergonha para a comunidade de usuários de Linux, e o site da distro é de fazer chorar. Por exemplo: o acesso de banda larga em Salvador é via Velox, na distro tem um botão para tal, só que simplesmente não funciona. O manual da distro é uma piada, enfim, nem vou entrar em muitos detalhes, dê uma olhada que você vai entender o porquê de eu vir aqui te fazer esse alerta e com certeza você irá estar melhor preparado para escrever sobre o &#8220;Computador para todos&#8221;.</em></p>
<p>E, mais tarde:</p>
<p><em>&#8220;Continuando nossa conversa sobre sistemas furados e que denigrem a imagen do Linux, queria te dizer o seguinte: na empresa onde estou como &#8220;temporário&#8221;, todas as estações de trabalho usam Linux, divididas entre Ubuntu e Conectiva que inclusive serão migradas para Ubuntu. Em casa eu utilizo o Kuruma e Ubuntu em duas máquinas, sendo uma delas um servidor de arquivos, com D.S.L e Coyote roteando minha rede. O caso que te contei sobre o X se deu por conta de minha ex-mulher, que mora com minha filha em Salvador &#8211; BA ter ganho de sua irmã um &#8220;Computador para todos&#8221; com a famigerada distro instalada, o que fez com que ela me pedisse socorro aqui em SP. Você imagina uma usuária que sequer chega a ser leiga em Windows tentando aprender de cara a lidar com Linux desses, ainda mais um que não funciona e não tem informação alguma. O transtorno aumentou mais ainda quando eu, com muita boa vontade tentei acessar o site dos caras e dei com &#8220;os burros n&#8217;água&#8221;.</em></p>
<p><em>Espero ter contribuído com minha indignação para que você escreva mais e melhores textos como tem feito.</em></p>
<p><em>Um grande abraço&#8221;</em></p>
<p>Essa infelizmente é a realidade. Programas que, sem definir estratégias, tentam agir pelo impulso, pela resposta rápida de resultados; ponto totalmente contraditório, já que a qualidade é um dos fatores essenciais para qualquer tipo de venda. Ainda não pára por aí. Outro usuário também comentou num fórum:</p>
<p><em>&#8220;Segundo nos passaram, uma grande montadora lançou algumas linhas de computadores com o sistema Y, mas não prestou um suporte de qualidade, e a preocupação deles é vender em quantidade de forma que os gastos com suporte sejam irrelevantes (desde que comprem bastante, os consumidores podem reclamar á vontade do suporte ineficiente).&#8221;</em></p>
<p>Projetos sociais de implantação do Linux são totalmente favoráveis e merecem apoio, disso não há dúvidas. De uma forma ou de outra, acabam popularizando o Linux e a informática, levando mais e mais informações para cada cidadão. Entretanto, a má estratégia e administração acabam por atrapalhar uma evolução social mais agradável.</p>
<p>O Linux, há mais de uma década em média, era utilizado somente por técnicos ou curiosos, em que ninguém se arriscava a substituir o Windows. O tempo foi passando o movimento a favor do software livre foi crescendo, e alguns usuários já começavam a arriscar-se na &#8220;façanha&#8221; de usar o Linux no dia-a-dia. Hoje, é usado em escolas, laboratórios, e inúmeras casas como o sistema padrão. Contudo, esse &#8220;inúmeras&#8221; é uma parcela insignificante com relação aos usuários de Windows somado com a população que nunca utilizou um computador na vida. E um desses que vamos pegar.</p>
<p>Imaginem uma família de classe baixa, que usava seu Pentium 100 com Windows 95, e decide comprar outro computador. Chegando na loja, opta pelo &#8220;Computador para todos&#8221;, mas fica com um pé atrás por vir com Linux (obviamente, o pé atrás é aquele pré-conceito explicado no primeiro artigo), e, embora muitos amigos &#8220;loucos&#8221; tenham falado bem do Linux e outros &#8220;normais&#8221; falado mal, pelo irresistível preço compra seu computador.</p>
<p>Chegando em casa, ligando o PC verifica que seu HD possui 1 GB de espaço livre. Em pleno KDE, o mensageiro padrão é o Gaim, que ele não sabia mexer. Os pacotes, todos mal selecionados, ícones incoerentes no menu e no desktop, programas totalmente desatualizados, dificuldade em instalar programas &#8211; não porque no Linux é difícil, muito pelo contrário &#8211; e sim pois o usuário simplesmente não tem documentação para tal. Cansado de tudo, sem amigos, tendo que corrigir problemas técnicos, ele simplesmente &#8220;larga a mão&#8221;, indo numa lojinha de esquina, e pimba &#8211; instala o Windows &#8211; sem licença. E o pior de tudo é que ele espalha ao seu redor, entre amigos e familiares, que &#8220;Linux é uma porcaria. Não recomendo&#8221;.</p>
<p>O problema de tudo isso não é o Linux. E sim das empresas que escolhem uma distribuição mal elaborada, ou fazem uma sem conhecimento e pessoal técnico aprofundado e especializado, resultando num sistema &#8220;caseiro&#8221;. Isso fora a documentação, não existente em lugar nenhum. Fóruns? Nem pensar, a distribuição afinal acabou de sair do forno. E como tudo que sai do forno, ainda está muito quente.</p>
<p>Solução para isso é não tentar se arriscar numa nova distribuição, oferecer suporte às já existentes, e instalar tantas boas por aí &#8211; openSUSE, Ubuntu, Mandriva (que inclusive dá suporte no Brasil), Fedora, etc. Distribuições assim são robustas, famosas, que oferecem suporte fenomenal na Internet, possuem interfaces personalizadas de maneira profissional, centenas de pessoas desenvolvendo, e tudo mais. Assim, o Linux simplesmente deixa de ser algo caseiro, feito às pressas e implantado em máquinas, para ser algo profissional, popular positivamente e motivo de satisfação dos clientes.</p>
<p>Não apenas em qualidade, e sim em versão. Não adianta instalar uma versão de 2 anos atrás do Linux para obter bons resultados. A comunidade do software livre caminha muito depressa, sendo necessário estar sempre com uma distribuição &#8220;em dia&#8221;.</p>
<p>Outra solução também é as atuais distribuições voltadas para computadores de baixo custo contratarem mais gente especializada e certificada, ampliarem a rede de desenvolvedores e fazer algo maduro, profissional.</p>
<p>O mesmo acontece em empresas e instituições, como universidades. Há alguns anos, várias começaram a migrar para o Linux, reduzindo custos; o Governo Federal também, e recentemente o Banco do Brasil, isso excluindo inúmeras outras. A sorte é que as empresas tem a quem recorrer, possuem pessoal contratado e a produtividade de seus funcionários é fundamental.</p>
<p>E por falar em Banco do Brasil, após veiculação de uma série de críticas pela revista Você S/A, a pŕopria ouvidoria da instituição deu um retorno interessante ao <a href="http://www.br-linux.org/">BR-Linux</a>:<br />
<em><br />
&#8220;1 &#8211; O BB faz uso de softwares livres desde 2001;</em></p>
<p><em>2 &#8211; A migração é um sucesso graças à participação dos funcionários. São eles os responsáveis pelos procedimentos em suas estações, para que o sistema operacional OS/2 ou Windows seja desinstalado e instalado o Linux. São mais de mil instalações por dia com números crescentes, sendo que, nos primeiros três dias de migração, foram mais de 6 mil estações migradas para o novo sistema. O Banco teve o cuidado em manter o visual do sistema anterior e seus aplicativos para que as mudanças fossem mínimas. E ainda assim municiou os mais de 50 mil funcionários beneficiados na primeira fase da mudança de software com todas as informações necessárias.</em></p>
<p><em>3 – Não houve muitas dúvidas dos funcionários, que possuem vários canais de comunicação e atendimento às soluções bancárias. Todos apresentam, sem exceção, números baixíssimos de ocorrências, traduzindo a adoção de softwares livres como a suíte de escritório OpenOffice.org e o Sistema Operacional GNU/Linux em um grande sucesso. As mudanças são debatidas em Grupos de Discussão da Intranet Corporativa do Banco com a troca de milhares de mensagens entre funcionários. A maior parte das mensagens são elogios à nova plataforma e as dúvidas sempre são solucionadas rapidamente, algumas vezes, inclusive, entre os próprios usuários. Além disso, o Núcleo de Software Livre da Diretoria de Tecnologia tem aproveitado as sugestões dos funcionários para que a evolução dos produtos esteja cada vez mais alinhada aos requisitos dos usuários.</em></p>
<p><em>4 –Há pouquíssimos registros de travamentos nas plataformas com Linux instalados. Esse número é residual e, definitivamente, não é superior ao que havia na plataforma Windows ou OS/2.</em></p>
<p><em>5 – A opção do BB por software livre não é uma questão ideológica, a Empresa utiliza sempre a opção de software que apresenta o melhor custo benefício, tanto que utiliza um grande número de soluções baseadas em software proprietário.”</em></p>
<p>Ou seja, desde que escolhido a dedo e tendo pessoal realmente especializado, o Linux em empresas se torna uma &#8220;mão-na-roda&#8221;, e claro, questões de migração são normais, levando um tempo curto até a adaptação de um sistema ao outro (não adaptação em dificuldades, e sim em ambientes).</p>
<p>Voltando sobre a inclusão digital, temos também o Intell Classmate, com o Mandriva, e o OLPC, com uma versão personalizada do Fedora rodando um gerenciador de janelas Sugar, feito por conta própria. Esses são dois casos em que há uma cooperação mútua empresa-Linux, no sentido de oferecer um aparelho de baixo custo e com qualidade ao mesmo tempo. Na raíz disso estão várias equipes de profissionais que realmente conhecem do assunto, empenhados em desenvolver o melhor. Nisso hão há dúvidas que resultados positivos sobrevalecerão, tanto para os apaixonados por Linux, tanto para os usuários de tais notebooks.</p>
<p>Ou seja: de técnico para popular, esse é o caminho desse sistema operacional extremamente flexível, indo desde celulares até servidores ultra-potentes. Contudo, é preciso bastante documentação, ensinamento, pois um processo de transição está em andamento. <strong>É preciso também oferecer qualidade</strong> e superioridade, diferencial, para garantir a satisfação completa de fabricantes, vendedores e usuários. Da mesma forma que usar Linux do desktop era loucura há alguns anos, não usar passará a ser. As gerações estão caminhando e, o Linux vai se tornar algo natural em breve, não sendo necessario nem gastar tanto em suporte e migração. E com isso o Linux cresce ainda mais.</p>
<p>Na próxima parte do artigo, vamos discutir o que acontece dentro da própria comunidade Linux que acarreta num vetor contrário ao seu movimento.</p>
<p>fonte: <a href="http://www.guiadohardware.net/artigos/evolucao-social-linux-2/" target="_blank">Guia do Hardware.net </a></p>
<br /><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/categories/diarionet.wordpress.com/106/" /> <img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/tags/diarionet.wordpress.com/106/" /> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/diarionet.wordpress.com/106/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/diarionet.wordpress.com/106/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/diarionet.wordpress.com/106/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/diarionet.wordpress.com/106/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/diarionet.wordpress.com/106/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/diarionet.wordpress.com/106/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/diarionet.wordpress.com/106/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/diarionet.wordpress.com/106/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/diarionet.wordpress.com/106/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/diarionet.wordpress.com/106/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/diarionet.wordpress.com/106/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/diarionet.wordpress.com/106/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/diarionet.wordpress.com/106/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/diarionet.wordpress.com/106/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=diarionet.wordpress.com&amp;blog=687262&amp;post=106&amp;subd=diarionet&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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	</item>
		<item>
		<title>Hackeando as senhas no Windows XP</title>
		<link>http://diarionet.wordpress.com/2007/04/22/hackeando-as-senhas-no-windows-xp/</link>
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		<pubDate>Sun, 22 Apr 2007 13:23:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>xvr2k3rds</dc:creator>
				<category><![CDATA[Informática]]></category>
		<category><![CDATA[Windows]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://diarionet.wordpress.com/2007/04/22/hackeando-as-senhas-no-windows-xp/</guid>
		<description><![CDATA[por Marcos Elias Picão O Windows XP é relativamente robusto e estável, além de oferecer muitas opções de configuração. Deveria ser seguro nas mesmas proporções, mas, infelizmente, não é isso o que acontece. Uma vez precisei da senha de administrador de uma instalação do meu Windows 2000, pois instalei às pressas e não anotei a [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=diarionet.wordpress.com&amp;blog=687262&amp;post=105&amp;subd=diarionet&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p align="right"><em><span class="author">por <a href="http://www.explorando.cjb.net/" target="_blank">Marcos Elias Picão</a></span></em><br />
<span class="author"></span></p>
<p><span class="author"></span><br />
O Windows XP é relativamente robusto e estável, além de oferecer muitas opções de configuração. Deveria ser seguro nas mesmas proporções, mas, infelizmente, não é isso o que acontece. Uma vez precisei da senha de administrador de uma instalação do meu Windows 2000, pois instalei às pressas e não anotei a senha. Para meu uso diário, fiz uma conta limitada, mas, um belo dia precisei me logar como administrador para instalar os drivers da webcam. Aí começou a dor de cabeça: e agora, que senha eu usei na instalação?</p>
<p>Percorrendo a Internet, não demorou muito para encontrar a solução. No Windows NT/2000, para contas locais, basta apagar os arquivos SAM e SAM.log, da pasta C:\WINDOWS\system32\config. Comentei isso na época no meu blog (<a href="http://janelasepinguins.blogspot.com/2005/10/hackeando-as-senhas-no-windows-2000.html">http://janelasepinguins.blogspot.com/2005/10/hackeando-as-senhas-no-windows-2000.html</a>).</p>
<p>Aproveitando a solução, testando no Windows XP, não funcionava: o sistema ficava inacessível após a remoção destes arquivos, e nem iniciava mais. Ou seja, isso foi detectado e corrigido no Windows XP, mas não no 2000, pelo menos, não até o Service Pack 4.</p>
<h3>Qualquer um pode ser administrador!</h3>
<p>Recentemente, recebi pela área de envio de dicas de um dos meus sites, uma dica bem rápida, aproveitando-se de um recurso do Windows XP para obter acesso como administrador. Deixo então o agradecimento pela colaboração do Rhadsclei, que me passou a idéia e o nome do arquivo envolvido, e decidi comentá-la neste texto, detalhadamente.</p>
<p>O Windows XP usa uma conta especial do sistema, chamada “SYSTEM”. Essa conta é usada enquanto nenhum usuário está logado, pois para os programas funcionarem no Windows NT, eles precisam de uma conta de usuário, e usarão as configurações de personalizações e segurança do perfil desse usuário. Mesmo após o logon, se você abrir a guia “Processos” do Gerenciador de tarefas, verá que alguns programas são executados por essa conta, “SYSTEM”. Possivelmente são serviços essenciais inicializados antes do ponto de logon, onde há interação com o usuário. Muito provavelmente esta conta especial é usada durante a instalação do Windows também, após o início da parte gráfica. A “brecha” é que ela possui privilégios administrativos. Qualquer programa rodado com ela, tem direitos de administrador, e pode fazer o que bem quiser no sistema. Eis o segredo: rodar um programa sem fazer logon, usando essa conta. Você me perguntaria: mas como, se antes de fazer logon não tenho acesso a nenhum menu ou meio de chamar programas?</p>
<p>Por vias normais, não. Mas&#8230;</p>
<p>O Windows possui ferramentas de acessibilidade, para auxiliar de forma mínima usuários com deficiências motoras e/ou audiovisuais. Ele possui um gerenciador de utilitários, chamado pelo atalho Win+U. Independentemente deste, pode-se ficar segurando a tecla SHIFT por 8 segundos, e então as opções de acessibilidade são abertas. Elas permitem configurar o alto-contraste, o movimento do cursor do mouse via teclado, a emissão de sons em determinadas situações, a piscagem da tela durante a reprodução de um som de sistema (como um “beep”, por exemplo), etc. Para permitir que os usuários com necessidades especiais tenham esse auxílio durante o logon, o atalho de ficar segurando SHIFT por 8 segundos funciona também na tela de logon.</p>
<p>Eis o truque, facilmente aplicado: substituir o arquivo que é chamado pelo atalho das opções de acessibilidade por outro executável qualquer. O mais prático é o “cmd.exe”, o interpretador de comandos. Basta acessar a pasta system32, renomear (ou apagar) o arquivo “sethc.exe”, e então copiar o “cmd.exe” para essa mesma pasta, renomeando a cópia com o nome “sethc.exe”. Só isso. Agora, ao segurar SHIFT por 8 segundos, o prompt de comando será aberto. Na tela de logon, como os direitos da conta usada ali são de administrador, o prompt de comando será executado como administrador.</p>
<blockquote><p>Nota: na tela de logon que lista os usuários, o prompt de comando (ou o arquivo “sethc.exe”, mais precisamente) poderá ficar oculto, por trás dela. Para não se atrapalhar e exibi-lo corretamente, alterne para o logon clássico, teclando duas vezes CTRL + ALT + DEL. (No Windows NT, teclar duas vezes CTRL + ALT + DEL não faz com que o sistema seja reiniciado; se você não acompanhou o Windows 2000/XP e só conhece o 9x/Me, é bom saber disso <img src='http://s0.wp.com/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' /> </p></blockquote>
<p>O arquivo pode ser substituído facilmente se o usuário possuir uma conta local, mesmo que restrita, e se o HD estiver formatado em FAT/FAT32. Usando o próprio Explorer pode-se trocar o arquivo, já que ele não fica aberto o tempo todo. Se o HD estiver formatado em NTFS, onde os usuários limitados não têm permissão de escrita nas pastas de sistema do Windows, e/ou se o usuário for um intruso que não possui sequer conta local, basta usar um sistema alternativo, que rode do CD. O mais comum é o Linux, diversas distros, como o Kurumin <img src='http://s0.wp.com/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' />  Isso considerando que o sistema possa ler e escrever em NTFS, o que é o caso do Kurumin 7.</p>
<p>Rodando o prompt de comando como administrador, você pode chamar programas, que serão executados com privilégios de administrador. Rode &#8220;<strong>control userpasswords2</strong>&#8221; para criar novos usuários ou redefinir a senha de qualquer conta de usuário, incluindo, é claro, do administrador.</p>
<p>Se preferir, use o console de gerenciamento do computador (<strong>compmgmt.msc</strong>), e clique em “Usuários e grupos locais”. Eu me surpreendi, pois foi possível rodar até o Explorer! Veja alguns screenshots. Para decepção dos usuários que confiam tanto na segurança do Windows, saiba que estas imagens não foram montadas num programa gráfico, foram todas obtidas com o famoso “Print Screen”, salvas originariamente no Paint, também rodando sem fazer logon:
</p>
<p style="text-align:center;"><img src="http://www.guiadohardware.net/imagens/img-b587e799.png" alt="win_html_11008a51" height="338" width="450" /></p>
<p><em><br />
</em></p>
<p align="center"><em>Ao dar o comando “explorer.exe” no prompt, o Explorer foi aberto. Na primeira vez, definiu o papel de parede “Alegria”, que é padrão, e ainda ofereceu o “Tour do Windows”. Observe a tela de logon arrastada para o topo. Nenhuma senha foi necessária.</em></p>
<p align="center">&nbsp;</p>
<p style="text-align:center;"><img src="http://www.guiadohardware.net/imagens/img-a5b1d164.png" alt="win_html_m71dcafc1" height="338" width="450" /></p>
<p><em>Criação de uma nova conta de usuário, com o comando <strong>control userpasswords2</strong>.</em></p>
<p style="text-align:center;"><img src="http://www.guiadohardware.net/imagens/img-becce6dd.png" alt="win_html_23667545" height="338" width="450" /></p>
<p><em><br />
</em></p>
<p align="center"><em>Ao dar CTRL+ALT+DEL, abriu-se o Gerenciador deTarefas. Pelo visto, ele ficou instável <img src='http://s0.wp.com/wp-includes/images/smilies/icon_sad.gif' alt=':(' class='wp-smiley' />  Isso ocorreu com alguns outros programas também. No entanto, após criar uma conta e se logar com ela, o acesso ao sistema ficava “normal”.</em><br />
<img src="http://www.guiadohardware.net/imagens/img-f71450bc.png" alt="win_html_m23d47eb3" height="338" width="450" /><em><br />
</em>
</p>
<p align="center"><em>Clicando com o direito na área de trabalho e em “Propriedades”, pode-se alterar os temas. Veja, deixei o prateado para a tela de logon! Até que esta dica pode ser útil para mera personalização, você altera as opções visuais da tela de logon sem precisar tocar no registro.</em></p>
<p>Percebi alguns problemas de estabilidade ao rodar programas deste modo, como no gerenciador de tarefas, o copiar/colar arquivos pelo Explorer não funcionava, etc. Depois de uns 5 minutos o Explorer era fechado sozinho, não sei se isso foi programado ou se é devido algum erro não esperado. Afinal não é esperado “fazer logon sem fazer logon”, com a conta de usuário SYSTEM. Mas ele podia ser aberto a qualquer momento, digitando-se “explorer” no prompt de comando novamente.</p>
<p>Talvez isso possa ser usado também no Windows Server 2003, visto que possui muita coisa herdada do XP. Eu não testei, mas me deu uma vontade danada de instalá-lo só para testar. Se funcionar, a Microsoft pisou na bola legal com os usuários dos servidores, afinal isso num servidor é inaceitável. Como não testei, não posso dizer muito, além de meras “premonições”. Eu estava usando o Windows XP SP1, e coloquei o SP2 só para ver se o problema permanecia nele. Afinal, se tivesse sido corrigido, eu nem me atreveria a escrever este texto. “Pode ser” que alguma das atualizações automáticas tenha corrigido isso, eu não sei porque não uso o computador principal com Internet, portanto, nada de atualizações automáticas. Mas acredito que não, senão esta falha já teria vazado muito mais amplamente.</p>
<h3>E como se proteger?</h3>
<p>Uma dica para proteção, caso você tenha computadores com Windows XP na empresa (ou em qualquer lugar que seja), e queira se prevenir, é usar o “syskey”. Ele é um programinha não documentado que vem com o Windows, e permite alterar a forma de criptografia das contas de usuários locais. Você pode configurar o Windows para solicitar uma senha especial, independentemente de qualquer conta de usuário, a toda inicialização. Se quiser mais proteção, pode requerer um disquete obrigatório. Sem ele, não se usa o Windows. Para isso basta abrir o SysKey, digitando syskey no “Executar”.</p>
<p style="text-align:center;"><img src="http://www.guiadohardware.net/imagens/img-fb868e9e.gif" alt="win_html_m4f6ef1b2" height="222" width="450" /></p>
<p align="center"><em>Tela do SysKey. Clique em “Atualizar” para alterar a proteção do sistema das contas de usuários. Não perca a senha nem o disquete, se for o caso, senão, adeus contas de usuários (mas os arquivos permanecem em C:\Documents and settings). Você poderá instalar o Windows do zero em outra pasta, mas perderá acesso a qualquer arquivo criptografado em partições NTFS (se você possuir arquivos protegidos desta forma, é claro).</em></p>
<p>Pelo menos em teoria, ao ativar a criptografia do banco de dados de contas de usuários dessa forma, o Windows não tem como permitir o logon de ninguém, simplesmente porque não tem as informações das contas, que estariam codificadas na senha especial ou no arquivo do disquete. Pelo que testei, o atalho de segurar SHIFT por 8 segundos não funcionou na tela que pede a senha especial (do syskey). Uma outra idéia, complementar a esta e que não deve ser usada sozinha, é remover ou trocar o arquivo “logon.scr”, na pasta system32, a proteção de tela padrão. Os efeitos poderiam ser parecidos se o usuário substituisse esse arquivo pelo prompt de comando, e esperasse ansiosamente por 10 minutos na tela de logon. Para quem não sabe, uma proteção de tela é um arquivo executável, com a extensão “.scr” (eles possuem diferenças técnicas sim, com relação aos “.exe”; mas se você renomear um “.exe” para “.scr”, verá que funciona da mesma forma).</p>
<h3>A responsabilidade é de cada um</h3>
<p>Algumas pessoas particularmente me criticam por escrever “dicas” com este teor. Em meio a tantos agradecimentos e comentários, recebi algumas críticas de revoltados com um texto que escrevi há um tempo sobre criação de vírus (<a href="http://janelasepinguins.blogspot.com/2006/08/dica-como-criar-um-vrus.html">http://janelasepinguins.blogspot.com/2006/08/dica-como-criar-um-vrus.html</a>). Não nego que tive um gostinho de atrair lammers, me divirto com as pessoas que acham que sabem de tudo só por seguirem uma receita que mal entendem como funciona. Lá na frente, um dia, elas têm que encarar uma situação e se ferram. Mas muita gente reconheceu o lado importante da matéria (como os vírus são criados, como agem, como se defender, o que fazer, etc). Provavelmente receberei críticas quanto a este texto, mas os que criticam negativamente são usuários que vão contra o bem comum, ao compartilhamento da informação. Matei a cobra e mostrei o pau, “travei o pc mas mostrei no gerenciador de processos quem foi o culpado”. Quanto mais esta informação for divulgada, mais gente se cuidará e, de certa forma, pressionará a empresa produtora do Windows a rever algumas coisas nos seus sistemas antes de soltá-los. Vai dizer que o Tio Bill não sabia que durante a tela de logon a conta usada possui privilégios administrativos? Tudo bem, errar é humano. Antes divulgar esta informação de forma clara e técnica e permitir que mais técnicos e profissionais de TI se mexam para proteger os sistemas dos seus clientes, do que não divulgá-la, ocultá-la. Ela não ficará oculta, um passa para o outro, e se nada for feio para tentar proteger os sistemas, muitos espertinhos se aproveitarão desse mole que o Windows dá. Alunos em escolas e bibliotecas, clientes em lan houses, funcionários em empresas, e até mesmo &#8211; porque não? &#8211; o seu filho, no seu computador.</p>
<p>Além dessa questão, é uma mão na roda para quem precisa recuperar a senha pessoal, ou criar uma nova conta de usuário, se perder acesso por qualquer motivo às configurações do computador. Uma dica que deve fazer parte da mala de ferramentas de qualquer técnico Windows que se preze. Engraçado que um bom técnico Windows deve ter um live-CD do Linux, não é?</p>
<h3>Concluindo</h3>
<p>Isso mostra que a senha de administrador no Windows XP e nada é a mesma coisa. Como o software é fechado, a comunidade não pode fazer nada, devendo esperar por um patch da Microsoft. Isso “se sair”. Enquanto isso, o Windows em casa ou no escritório, não está seguro. A idéia é de que a conta de administrador é segura, potente, de que realmente o sistema está protegido. Mas não é isso que ocorre. O acesso local, quando possível, é uma das formas mais fáceis de invadir um computador alheio. Portanto, pense em soluções físicas de proteção. Gabinetes com cadeado, câmeras de segurança onde tiver computadores importantes&#8230; Só para não falar da segurança paranóica aplicada em data-centers (paranóica, mas essencial!). Enfim, cuide-se.</p>
<p>fonte: <a href="http://www.guiadohardware.net/artigos/hackeando-senhas-windows/" target="_blank">Guia do Hardware.net </a></p>
<br /><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/categories/diarionet.wordpress.com/105/" /> <img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/tags/diarionet.wordpress.com/105/" /> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/diarionet.wordpress.com/105/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/diarionet.wordpress.com/105/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/diarionet.wordpress.com/105/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/diarionet.wordpress.com/105/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/diarionet.wordpress.com/105/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/diarionet.wordpress.com/105/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/diarionet.wordpress.com/105/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/diarionet.wordpress.com/105/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/diarionet.wordpress.com/105/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/diarionet.wordpress.com/105/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/diarionet.wordpress.com/105/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/diarionet.wordpress.com/105/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/diarionet.wordpress.com/105/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/diarionet.wordpress.com/105/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=diarionet.wordpress.com&amp;blog=687262&amp;post=105&amp;subd=diarionet&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<title>Remasterização do Kurumin e outros live-cds</title>
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		<pubDate>Wed, 18 Apr 2007 21:11:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>xvr2k3rds</dc:creator>
				<category><![CDATA[Informática]]></category>
		<category><![CDATA[Kurumin]]></category>
		<category><![CDATA[Linux]]></category>
		<category><![CDATA[Open-Source]]></category>
		<category><![CDATA[Software Livre]]></category>

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		<description><![CDATA[&#160; Carlos E. Morimoto Introdução O Knoppix é uma das distribuições mais bem sucedidas. Além de ser uma das distribuições mais populares, ele deu origem a um sem número de distribuições especializadas, que juntas possuem um número de usuários provavelmente maior do que qualquer outra distribuição. Isso foi possível pois, além de ser fácil de [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=diarionet.wordpress.com&amp;blog=687262&amp;post=104&amp;subd=diarionet&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p align="right">&nbsp;</p>
<p style="font-weight:bold;font-style:italic;" align="right"><em><strong><span class="author">Carlos E. Morimoto</span> </strong></em></p>
<h1>
<p style="font-weight:bold;font-style:italic;">Introdução</p>
</h1>
<p align="justify">O Knoppix é uma das distribuições mais bem sucedidas. Além de ser uma das distribuições mais populares, ele deu origem a um sem número de distribuições especializadas, que juntas possuem um número de usuários provavelmente maior do que qualquer outra distribuição.</p>
<p>Isso foi possível pois, além de ser fácil de usar como um live-CD, o Knoppix pode ser personalizado, o que permite desenvolver novas distribuições e soluções. Você pode escolher entre começar a partir do Knoppix original ou usar o Kurumin (ou outra das muitas distribuições derivadas dele), corrigindo problemas, adicionando novos recursos ou personalizando o que quiser.</p>
<p>O Kurumin mantém a detecção de hardware, possibilidade de personalização e outras características positivas do Knoppix original, adicionando diversos scripts, personalizações, drivers e ferramentas de configuração que tornam o sistema mais fácil e agradável de usar. Enquanto o Knoppix é um sucesso entre o público técnico, o Kurumin conseguiu crescer rapidamente entre os usuários finais, um<br />
terreno que até então parecia difícil de conquistar.</p>
<p>Os exemplos deste capítulo se concentram na remasterização do Kurumin (que é, afinal, uma das soluções mais usadas aqui no Brasil), mas os mesmos passos podem ser usados em outras distribuições recentes, derivadas do Knoppix. É uma uma boa oportunidade de colocar em prática o que aprendemos até aqui.</p>
<p align="justify">&nbsp;</p>
<h1>
<p style="font-weight:bold;font-style:italic;" align="justify">O Básico</p>
</h1>
<p>O Knoppix é uma distribuição baseada no Debian, que utiliza o módulo cloop para rodar a partir de uma imagem compactada. Além de dar boot diretamente através do CD, DVD ou pendrive, sem alterar os arquivos no HD, ele inclui uma série de utilitários, com destaque para o hwsetup, que se encarrega de detectar todo o hardware da máquina durante o boot.</p>
<p style="text-align:center;"><img src="http://www.guiadohardware.net/imagens/img-9aa435e7.jpg" alt="rem_html_m3d734d1e" height="419" width="600" /></p>
<p>Não importa qual seja a configuração do PC: se os componentes forem compatíveis com a versão do Kernel usada, ele funciona sem nenhuma intervenção do usuário. Os scripts de inicialização podem ser editados, de forma a incluir suporte a componentes adicionais, que não sejam detectados pelo script padrão, ou executar funções adicionais diversas, como salvar as configurações em um pendrive ou num compartilhamento de rede.</p>
<p>Além do Kurumin, existem hoje em dia algumas centenas de distribuições baseadas no Knoppix ou distribuições &#8220;netas&#8221;, desenvolvidas a partir do Kurumin ou outra das distribuições &#8220;filhas&#8221;. As vantagens em relação a outras distribuições são:</p>
<p>1- Ele detecta e configura o hardware automaticamente, dispensando a configuração manual em cada máquina</p>
<p>2- Além de ser usado como live-CD, ele pode ser instalado no HD, mantendo a configuração e a detecção de hardware feita durante o boot. O próprio instalador pode oferecer opções adicionais e fazer modificações onde necessário.</p>
<p>3- Você pode instalar novos programas a partir dos repositórios do Debian, usando o apt-get, sem precisar manter pacotes ou um repositório externo.</p>
<p>4- O conteúdo do CD é compactado, o que permite instalar quase 2 GB de programas num CD de 700 MB, mais do que suficiente para uma distribuição completa. Os mesmos passos descritos aqui podem ser usados caso seja necessário desenvolver um sistema maior, destinado a ser gravado em DVD, ou uma distribuição compacta, destinada a ser gravada em um mini-CD.</p>
<p>5- É possível instalar drivers para softmodems e outros tipos de hardware não suportados por default, programas binários ou comerciais, e assim por diante. Você pode até mesmo usar o Wine para rodar alguns aplicativos Windows.<br />
Existem inúmeras aplicações para a idéia. Você pode criar uma distribuição padrão para ser instalada em todos os PCs da empresa e, ao mesmo tempo, usá-la como uma forma de introduzir o Linux aos funcionários, mantendo o Windows instalado no HD. É possível criar CDs bootáveis com softwares diversos para apresentar a seus clientes; criar CDs para aplicações específicas, como discos de recuperação, CDs com documentação, e assim por diante. Só depende da sua criatividade.</p>
<p>Dentro da imagem do CD, você encontra apenas alguns arquivos pequenos, incluindo a página html exibida no final do boot, que variam de acordo com a distribuição. Dentro da pasta /KNOPPIX, vai o arquivo compactado com o sistema, que ocupa quase todo o espaço do CD.</p>
<p style="text-align:center;"><img src="http://www.guiadohardware.net/imagens/img-48e68ecb.jpg" alt="rem_html_m7e69f261" height="238" width="600" /></p>
<p>Este arquivo nada mais é do que uma imagem compactada da partição raiz do sistema. O módulo cloop &#8220;engana&#8221; o Kernel, fazendo-o pensar que está acessando uma partição EXT2 no HD, quando, na verdade, os dados dentro da imagem vão sendo descompactados de forma transparente, conforme são requisitados.</p>
<p>Algumas pastas do sistema que precisam de suporte a escrita, como, por exemplo, os diretórios &#8220;/home&#8221; e &#8220;/var&#8221;, são armazenadas num ramdisk de 2 MB criado no início do boot. Este ramdisk pode crescer conforme necessário, desde que exista memória suficiente. Como nem todo mundo tem 256 MB de RAM ou mais, o sistema usa partições Linux swap, ou arquivos de troca encontrados em partições Windows, caso exista um HD instalado. Na falta dele, o sistema roda inteiramente na memória RAM, lendo os arquivos a partir do CD.</p>
<p>O módulo cloop foi originalmente desenvolvido por Andrew Morton, que é atualmente o mantenedor do Kernel 2.6. Na época ele achou que o módulo não serviria para nada interessante e o descartou. Algum tempo depois ele foi redescoberto pelo Klaus Knopper, que acabou o utilizando como um dos componentes base do Knoppix. É um bom exemplo sobre como as coisas funcionam dentro do open-source.</p>
<p>Nas versões recentes, o ramdisk é usado também para armazenar as alterações feitas com a ajuda do UnionFS. O diretório raiz contém um conjunto de links que apontam para diretórios dentro da pasta &#8220;/UNIONFS&#8221;, que é composta pela combinação do ramdisk (leitura e escrita) e da pasta &#8220;/KNOPPIX&#8221;, onde é montada a imagem compactada do CD (somente leitura).</p>
<p>Para gerar uma versão customizada, precisamos descompactar esta imagem numa pasta do HD, fazer as modificações desejadas, gerar uma nova imagem compactada e finalmente, gerar o novo arquivo .iso, que pode ser gravado no CD ou DVD.</p>
<p>Para isso, você precisará de uma partição Linux com 2.5 GB de espaço livre (no caso do Kurumin) ou 3.5 GB caso esteja remasterizando o Knoppix ou outra distribuição com 700 MB. No caso das versões em DVD, é necessário um espaço proporcionalmente maior. Calcule um espaço 5 vezes maior que o tamanho do sistema original, pois a imagem descompactada ocupa 3 vezes mais espaço e vai ser necessário guardar também a nova imagem compactada e o arquivo .iso final.</p>
<p>É necessário ter também uma partição Linux swap (ou um arquivo swap) de 1 GB, menos a quantidade de RAM do PC. Se você tem 512 MB de RAM, por exemplo, vai precisar de pelo menos mais 512 MB de swap. O problema neste caso é que o sistema usa a memória para armazenar a imagem compactada enquanto ela está sendo processada, copiando o arquivo para o HD apenas no final do processo.</p>
<p>Note que a quantidade de memória varia de acordo com o tamanho da imagem gerada. Ao gerar uma imagem maior, destinada a ser gravada em DVD, você vai precisar de uma quantidade proporcional de memória ou swap.</p>
<p>Todo o processo de remasterização pode ser feito a partir do próprio CD do Kurumin, ou da distribuição que está sendo modificada. Todas as ferramentas necessárias estão inclusas no próprio CD.</p>
<p>Uma observação importante é que é preciso usar a mesma versão do módulo cloop instalada no sistema de desenvolvimento para fechar o arquivo compactado. Em outras palavras, se você está fazendo um remaster do Kurumin, com uma versão personalizada do Kernel 2.6.16, por exemplo, você vai precisar instalar a mesma imagem do Kernel numa instalação do Kurumin no HD e fechar o novo ISO usando esta instalação.</p>
<p>Se você estiver rodando versões diferentes do Kernel, ou estiver usando outra distribuição, as versões do cloop serão diferentes e o novo CD simplesmente não vai dar boot.</p>
<h1>
<p style="font-weight:bold;font-style:italic;">Extraindo</p>
</h1>
<p style="font-weight:bold;font-style:italic;"><span style="font-weight:normal;">O primeiro passo é dar boot com o CD do Kurumin ou da distribuição em que vai trabalhar. Monte a partição que será usada para extrair o sistema. Você pode aproveitar também a partição de uma distribuição Linux já existente no HD, desde que ele possua espaço livre suficiente.</span></p>
<p><span style="font-weight:normal;"> Um detalhe importante é que (no Kurumin) você deve montar a partição via terminal e não usando os atalhos no desktop. Eles montam as partições adicionando o parâmetro &#8220;nodev&#8221;, que impede que os scripts direcionem suas saídas para o &#8220;/dev/null&#8221;, causando uma série de erros. Vou usar como exemplo a partição &#8220;/dev/hda6&#8243;.</span></p>
<p class="cmdmargin"># mount -t reiserfs /dev/hda6 /mnt/hda6</p>
<p>O próximo passo é criar duas pastas, uma para abrigar a imagem descompactada e outra para guardar os arquivos que irão no CD (fora da imagem compactada), como os arquivos de boot e os manuais. Lembre-se de que os arquivos dentro da imagem compactada ficam acessíveis apenas dando boot pelo CD, enquanto os arquivos fora da imagem podem ser acessados a partir de qualquer sistema operacional, como se fosse um CD-ROM comum.</p>
<p>Na época em que comecei a desenvolver o Kurumin, a única referência (embora bem resumido) era o &#8220;Knoppix how-to&#8221; do Eadz. Em homenagem, continuo até hoje usando os nomes de pastas indicados nele:</p>
<p class="cmdmargin"># mkdir /mnt/hda6/knxmaster<br />
# mkdir /mnt/hda6/knxsource<br />
# mkdir /mnt/hda6/knxsource/KNOPPIX<br />
A pasta &#8220;knxmaster&#8221; é usada para armazenar uma cópia simples dos arquivos do CD, usada para gerar o ISO final. A pasta &#8220;knxsource/KNOPPIX&#8221; por sua vez armazena a cópia descompactada do sistema, onde fazemos as modificações.</p>
<p>Comece fazendo a cópia completa dos arquivos do CD para dentro da pasta &#8220;knxmaster/&#8221;. Ao dar boot pelo CD, os arquivos ficam disponíveis dentro da pasta &#8220;/cdrom&#8221;:
</p>
<p class="cmdmargin"># cp -a /cdrom/* /mnt/hda6/knxmaster/</p>
<p>Em seguida, vamos criar a imagem descompactada do sistema na pasta knxsource/KNOPPIX/. Para o comando abaixo você deve ter dado boot a partir do CD; ele nada mais é do que uma forma de copiar o sistema de arquivos montado durante o boot para a pasta indicada:</p>
<p class="cmdmargin"># cp -Rp /KNOPPIX/* /mnt/hda6/knxsource/KNOPPIX/</p>
<p>Esta etapa demora um pouco, pois além de ler os arquivos no CD, o processador tem o trabalho de descompactar tudo, como se estivesse instalando o sistema no HD. Terminada a cópia, você verá a árvore de diretórios do sistema dentro da pasta:</p>
<p style="text-align:center;"><img src="http://www.guiadohardware.net/imagens/img-8fef99e0.jpg" alt="rem_html_m1080fa4b" height="351" width="600" /></p>
<p>Você deve estar se perguntando se o próximo passo será acessar a pasta e sair editando os arquivos de configuração e instalando aplicativos manualmente. Bem, isso até seria possível para alguém sem muito o que fazer, mas existe uma forma muito mais fácil de trabalhar dentro da pasta de desenvolvimento, utilizando o comando &#8220;<strong>chroot</strong>&#8220;. Ele permite transformar a pasta no diretório raiz do sistema, de modo que você possa instalar programas, instalar e remover pacotes e até mesmo abrir o KDE e sair alterando suas configurações. Tudo o que você fizer dentro da janela do chroot alterará seu novo CD bootável. Para ativá-lo, use o comando:</p>
<p class="cmdmargin"> # chroot /mnt/hda6/knxsource/KNOPPIX/</p>
<blockquote><p>(como root)</p></blockquote>
<p>A partir daí, a pasta passa a ser vista pelo sistema como se fosse o diretório raiz, fazendo com que todos os comandos sejam executados dentro do seu sistema de desenvolvimento:</p>
<p style="text-align:center;"><img src="http://www.guiadohardware.net/imagens/img-6390ffb5.png" alt="rem_html_m6db92bb" height="158" width="614" /></p>
<p>Antes de começar a trabalhar, monte o diretório /proc dentro do chroot. Sem isso a funcionalidade será limitada e você receberá erros diversos ao instalar programas:</p>
<p class="cmdmargin"># mount -t proc /proc proc</p>
<p>Nas versões recentes, que utilizam o udev (usado a partir do Kurumin 6.0), é necessário montar também a pasta &#8220;/sys&#8221; e o &#8220;/dev/pts&#8221;. Sem os dois, você não conseguirá carregar o modo gráfico, como explico adiante:</p>
<p class="cmdmargin"> # mount -t sysfs sys /sys<br />
# mount -t devpts /dev/pts /dev/pts</p>
<p>Para acessar a internet de dentro do chroot e assim poder usar o apt-get para instalar programas, edite o arquivo &#8220;<strong>/etc/resolv.conf</strong>&#8220;, colocando os endereços dos servidores DNS usados na sua rede, como em:</p>
<p class="rawoutput">nameserver 200.199.201.23<br />
nameserver 200.177.250.138<br />
A partir daí, você pode instalar novos pacotes via apt-get, como se fosse um sistema instalado. Se precisar instalar pacotes manualmente, copie os arquivos para dentro de uma pasta no diretório e instale usando o comando &#8220;dpkg -i&#8221;. No Kurumin, por exemplo, uso a pasta &#8220;/knxsource/KNOPPIX/packages/&#8221;, que é vista como &#8220;/packages&#8221; dentro do chroot.</p>
<p>Inicialmente, o chroot permite usar apenas comandos de modo texto. Você pode editar arquivos manualmente usando editores de modo texto, como o mcedit e o vi e usar o apt-get, mas não tem como usar ferramentas gráficas ou mudar configurações no centro de controle do KDE, por exemplo.</p>
<p>É possível carregar o modo gráfico de dentro do chroot, configurando a variável DISPLAY do sistema para que seja usado um servidor X externo. Isso permite carregar o KDE ou outros ambientes gráficos, útil principalmente quando você precisar alterar as opções visuais do sistema, editar o menu do KDE ou alterar a configuração dos aplicativos.</p>
<p>É até possível fazer isso via linha de comando (eu faço <img src='http://s1.wp.com/wp-includes/images/smilies/icon_wink.gif' alt=';)' class='wp-smiley' />  editando os arquivos de configuração do KDE (que vão dentro da pasta &#8220;.kde/&#8221;, no home) mas é muito mais simples através do Kcontrol.</p>
<p>Existem duas opções aqui. Você pode abrir um segunda seção do X, ou usar o Xnest (a opção mais simples, porém mais precária), que abre uma instância do X dentro de uma janela.</p>
<p>Para abrir o servidor X &#8220;real&#8221;, use o comando:
</p>
<p class="cmdmargin"># X -dpi 75 :1</p>
<p>Isso abrirá um X &#8220;pelado&#8221;, com a tela cinza e o cursor do mouse. Volte para o X principal pressionando &#8220;Ctrl+Alt+F7&#8243; e retorne para ele pressionando &#8220;Ctrl+Alt+F8&#8243;.</p>
<p>Para abrir o Xnest, use (neste caso com seu login de usuário, não o root), os comandos:</p>
<p class="cmdmargin">$ xhost +<br />
$ Xnest :1<br />
Em ambos os casos, você terá aberta uma segunda seção do X (:1), que podemos usar de dentro do chroot. Note que, para usar o Xnest, você precisa instalar o pacote &#8220;xnest&#8221; via apt-get.</p>
<p>Existem algumas considerações antes de continuar. Inicialmente, você está logado como root dentro do chroot. Ao alterar as configurações do sistema (configurações visuais, menu, programas que serão carregados na abertura do KDE, etc.) precisamos fazer isso como o usuário usado por padrão no sistema, &#8220;knoppix&#8221; no Knoppix ou &#8220;kurumin&#8221; no Kurumin.</p>
<p>As configurações padrão vão inicialmente na pasta &#8220;/etc/skel&#8221;. O conteúdo é copiado para a pasta home durante o boot, criando a pasta &#8220;/home/kurumin&#8221; ou &#8220;/home/knoppix&#8221;. Precisamos refazer esse processo artificialmente, de forma a carregar o ambiente gráfico (e com o usuário certo <img src='http://s1.wp.com/wp-includes/images/smilies/icon_wink.gif' alt=';)' class='wp-smiley' />  a partir do chroot.</p>
<p>Comece (ainda como root) copiando os arquivos para a pasta home do usuário desejado. Vou usar como exemplo o usuário kurumin. Lembre-se de que tudo isso é feito dentro da janela do chroot:</p>
<p class="cmdmargin"># cd /home<br />
# cp -R /etc/skel kurumin<br />
# chown -R kurumin.kurumin kurumin/<br />
# rm -rf /var/tmp/*<br />
Agora logue-se como o usuário kurumin (ainda dentro do chroot) e abra o KDE na instância extra do X que abrimos anteriormente:</p>
<p class="cmdmargin"># su kurumin<br />
$ cd /home/kurumin/<br />
$ export DISPLAY=localhost:1<br />
$ startkde<br />
Isso abrirá o KDE dentro da segunda seção do X. Se precisar carregar outra interface, substitua o &#8220;startkde&#8221; pelo comando adequado.
</p>
<p style="text-align:center;"><img src="http://www.guiadohardware.net/imagens/img-ae3a497b.jpg" alt="rem_html_m4bde1924" height="494" width="600" /></p>
<p>Ao usar o Xnest, é normal que sejam exibidas mensagens de erro diversas (no terminal) durante a abertura do KDE. Alguns aplicativos podem ser comportar de forma estranha, o que também é normal já que ele não oferece todos os recursos do servidor X &#8220;real&#8221;. Pense nele como uma forma rápida de alterar as configurações do sistema que está sendo remasterizado e não como algo livre de falhas.</p>
<p>Depois de alterar todas as configurações desejadas, feche o KDE pelo &#8220;Iniciar &gt; Fechar Sessão &gt; Finalizar sessão atual&#8221; e, de volta ao terminal do chroot, copie os arquivos modificados do &#8220;/home/kurumin&#8221; de volta para o &#8220;/etc/skel&#8221;, sem se esquecer de restabelecer as permissões originais:</p>
<p class="cmdmargin">$ exit<br />
# cd /home<br />
# cp -Rf kurumin/* /etc/skel/<br />
# chown -R root.root /etc/skel<br />
# rm -rf /home/kurumin</p>
<h1>
<p style="font-weight:bold;font-style:italic;">Fechando a nova imagem</p>
</h1>
<p>Depois de fazer a primeira rodada de alterações, é hora de fechar a nova imagem e testar. Evite fazer muitas modificações de uma vez, pois assim fica mais difícil de detectar a origem dos problemas. O ideal é fazer algumas alterações, fechar uma nova imagem, testar, fazer mais algumas alterações, fechar outro, e assim por diante. Salve as imagens anteriores, elas podem ser usadas como pontos de recuperação. Com elas, você pode recuperar o sistema a partir de qualquer ponto, caso aconteça qualquer problema estranho que não consiga resolver sozinho.</p>
<p>Caso, mais adiante, você faça alguma alteração que quebre o sistema, basta dar boot com o último CD gerado, deletar o conteúdo da pasta &#8220;/knxsource/KNOPPIX&#8221; e extrair a imagem novamente. Você terá seu sistema de volta da forma como estava quando gravou o CD.</p>
<p>Para fazer os testes, você tem duas opções: gravar os CDs e dar boot num segundo micro ou usar uma máquina virtual, configurada para usar o arquivo .iso gerado como CD-ROM (a melhor opção se você tem apenas um PC). Evite gravar as imagens em CD-RW para testar, pois eles apresentam muitos erros de leitura, que podem levar a problemas estranhos no sistema, causados por falta de arquivos. Eles podem fazer você perder muito tempo procurando por problemas que na verdade são causados pela mídia. Use CD-R normais, ou use diretamente os arquivos .iso dentro da VM.</p>
<p>Ao fechar as imagens, comece limpando o cache de pacotes do apt-get dentro do chroot. O apt conserva uma cópia de todos os pacotes baixados, o que desperdiça bastante espaço.
</p>
<p class="cmdmargin"> # apt-get clean</p>
<p>Você pode também deletar a base de dados dos pacotes disponíveis (que é gerada ao rodar o &#8220;apt-get update&#8221;), reduzindo o tamanho da imagem final em quase 10 MB:</p>
<p class="cmdmargin"># rm -f /var/lib/apt/lists/*</p>
<blockquote><p>(não delete a pasta &#8220;/var/lib/apt/lists/partial&#8221;, apenas os arquivos)</p></blockquote>
<p>Outro comando útil, que ajuda a liberar espaço é o &#8220;deborphan&#8221;, que lista bibliotecas órfãs, que não são necessárias para nenhum programa instalado. Elas vão surgindo conforme você instala e remove programas.</p>
<p class="cmdmargin"># deborphan</p>
<p>Os pacotes listados por ele podem ser removidos com segurança usando o &#8220;apt-get remove&#8221;.</p>
<p>Delete também o histórico de comandos do root, que contém os comandos que você executou durante o processo de personalização; não existe necessidade de divulgá-los ao mundo. Aproveite para eliminar também o diretório .rr_moved:</p>
<p class="cmdmargin"> # rm -f /home/root/.bash_history<br />
# rm -rf /.rr_moved<br />
Finalmente chegou hora de dar adeus ao chroot e gerar a nova imagem. Comece desmontando o &#8220;/dev/pts&#8221;, o &#8220;/sys&#8221; e o diretório &#8220;/proc&#8221; que montamos no início do processo, caso contrário todo o conteúdo da memória e do diretório /dev será incluído na imagem, gerando um arquivo gigante:</p>
<p class="cmdmargin"># umount /dev/pts<br />
# umount /sys<br />
# umount /proc<br />
Agora pressione <strong>CTRL+D </strong>para sair do chroot.</p>
<p>O próximo passo é gerar o novo arquivo compactado. Esta etapa demora um pouco já que o sistema precisa compactar todo o diretório knxsource.</p>
<p>Antes de tentar gerar a imagem, use o comando <strong>free</strong> para verificar se a memória swap está ativada. Se necessário, formate novamente a partição swap e reative-a com os comandos &#8220;mkswap /dev/hda2&#8243; e &#8220;swapon /dev/hda2&#8243;, substituindo o &#8220;hda2&#8243; pela partição correta.</p>
<p>Depois de tudo verificado, o comando para gerar a imagem é:</p>
<p class="cmdmargin"># mkisofs -R -V &#8220;Meu_CD&#8221; -hide-rr-moved -pad /mnt/hda6/knxsource/KNOPPIX \<br />
| /usr/bin/create_compressed_fs &#8211; 65536 &gt; /mnt/hda6/knxmaster/KNOPPIX/KNOPPIX</p>
<blockquote><p>(As duas linhas formam um único comando)</p></blockquote>
<p>Ele é um pouco longo mesmo, dado o número de parâmetros necessários. Aqui vai uma explicação mais detalhada da função de cada um:</p>
<blockquote><p><strong>mkisofs</strong>: Este é o programa usado para gerar imagens ISO no Linux. Ele é utilizado originalmente por programas de gravação de CD. Graças aos parâmetros extras, ele é &#8220;adaptado&#8221; para gerar a imagem compactada do sistema.</p>
<p><strong>-R</strong>: Ativa as extensões Rock-Ridge, que adicionam suporte a nomes longos no Linux.</p>
<p><strong>-V &#8220;Kurumin&#8221;</strong>: O nome do volume. Você pode substituir o &#8220;Kurumin&#8221; por qualquer outro nome.</p>
<p><strong>-hide-rr-moved</strong>: Esconde o diretório RR_MOVED caso encontrado. Apenas uma precaução.</p>
<p><strong>-pad</strong>: Para prevenir problemas de leitura, o tamanho total da imagem deve ser sempre um múltiplo de 32 KB. Este parâmetro verifica isso e adiciona alguns bits zero no final da imagem para completar os últimos 32 KB, caso necessário.</p>
<p><strong>/mnt/hda6/knxsource/KNOPPIX</strong>: Este é o diretório fonte, onde está a imagem descompactada do sistema. Não se esqueça de substituir o &#8220;hda6&#8243; pela partição correta.</p>
<p><strong>| /usr/bin/create_compressed_fs &#8211; 65536</strong>: Este é o grande truque. O pipe direciona toda a saída do comando para o programa &#8220;create_compressed_fs&#8221; (incluído no sistema), que se encarrega de compactar os dados. Note que por causa do uso deste comando, você só poderá gerar a imagem compactada a partir do Kurumin ou outra distribuição baseada no Knoppix, de preferência uma instalação do próprio sistema que está remasterizando. Você não conseguirá fazer a partir do Mandriva (por exemplo), pois ele não inclui o executável citado aqui.</p>
<p><strong>&gt; /mnt/hda6/knxmaster/KNOPPIX/KNOPPIX</strong>: O redirecionamento (&gt;) faz com que o fluxo de dados gerado pelos comandos anteriores seja salvo no arquivo que especificamos aqui, gerando a imagem compactada do sistema, que será usada no novo arquivo .iso.</p></blockquote>
<p>Depois de gerar a imagem você notará que o seu micro ficará um pouco lento, pois o processo consome toda a memória RAM disponível. Isso é normal, mova um pouco o mouse e clique nas janelas que ele logo volta ao normal.</p>
<p>Com a nova imagem compactada gerada, falta agora apenas fechar o .iso do CD, usando os arquivos da pasta knxmaster. Este comando é usado nas versões recentes, que utilizam o Kernel 2.6:
</p>
<p class="cmdmargin"># cd /mnt/hda6/knxmaster</p>
<p># mkisofs -pad -l -r -J -v -V &#8220;Kurumin&#8221; -no-emul-boot -boot-load-size 4 \<br />
-boot-info-table -b boot/isolinux/isolinux.bin -c boot/isolinux/boot.cat \<br />
-hide-rr-moved -o /mnt/hda6/kurumin.iso /mnt/hda6/knxmaster<br />
No final será gerado o arquivo &#8220;kurumin.iso&#8221; dentro da pasta &#8220;/mnt/hda6&#8243;. Você pode alterar o nome do arquivo destino de acordo com a necessidade.</p>
<p>O comando gera um CD bootável usando o isolinux, um sistema de boot que tem uma função similar à do lilo e grub, mas é otimizado para uso em CD-ROMs. Os arquivos vão dentro da pasta &#8220;boot/isolinux&#8221; no raiz do CD. O comando indica o caminho para o executável do isolinux, que será incluído no CD (boot/isolinux/isolinux.bin).</p>
<p>As versões antigas, com o Kernel 2.4, usavam uma imagem de um disquete de 1.44 como sistema de boot. Este é o sistema mais compatível com placas antigas, mas tem uma séria limitação: o sistema de boot precisa ter menos que 1.44 MB, a capacidade do disquete. Com todas as novidades e melhorias, o Kernel 2.6 ficou muito maior, tornando quase impossível criar um sistema de boot funcional em apenas 1.44 MB.</p>
<p>Caso você precise remasterizar uma versão antiga, ainda com o Kernel 2.4, os passos e comandos para remasterizar são os mesmos, mas o comando para fechar o ISO fica:</p>
<p class="cmdmargin"> # mkisofs -pad -l -r -J -v -V &#8220;Meu_CD&#8221; -b KNOPPIX/boot.img -c \<br />
KNOPPIX/boot.cat -hide-rr-moved -o /mnt/hda6/kurumin.iso /mnt/hda6/knxmaster<br />
Ao remasterizar o Kanotix, ou outra distribuição live-CD que utilize o grub como gerenciador de boot, o comando fica:</p>
<p class="cmdmargin"># mkisofs -pad -l -r -J -v -V &#8220;Kanotix&#8221; -b boot/grub/iso9660_stage1_5 -c \<br />
boot.cat -no-emul-boot -boot-load-size 4 -boot-info-table -hide -rr -moved \<br />
-o /mnt/hda6/kanotix.iso /mnt/hda6/knxmaster<br />
Existem duas variáveis dentro do script de instalação (o arquivo &#8220;/usr/local/bin/kurumin-install&#8221;), que devem ser alteradas de acordo com o tamanho do sistema. Você pode verificar isso a partir do próprio Konqueror, ou usando o comando &#8220;du -sh&#8221;, como em:
</p>
<p class="cmdmargin">$ du -sh /mnt/hda6/knxsource/</p>
<p>Logo no começo do script, você encontra a função responsável pela barra de progresso exibida durante a cópia dos arquivos. Altere o valor de acordo com o tamanho do sistema informado pelo du:</p>
<p class="rawoutput"> progressbar()<br />
{<br />
{<br />
TOTAL=1300<br />
Um pouco mais abaixo, pela variável que determina o espaço mínimo necessário para fazer a instalação do sistema. O script aborta a instalação caso a partição destino seja menor que o valor especificado aqui:
</p>
<p class="rawoutput">FSMIN=1300</p>
<h1>  <span style="font-weight:bold;font-style:italic;">Personalizando o KDE e programas</span></h1>
<p align="justify">Personalizar a configuração padrão do sistema, ajustando o comportamento dos programas, organizando o menu iniciar e arrumando a parte visual acaba sendo uma das partes mais importantes ao desenvolver um sistema destinado a usuários não técnicos, já que é necessário criar um ambiente familiar, bonito e fácil de usar.</p>
<p>O Kurumin armazena as preferências padrão do usuário kurumin (o usado por default) na pasta &#8220;<strong>/etc/skel</strong>&#8220;. O conteúdo desta pasta é copiado para a pasta &#8220;/ramdisk/home/kurumin&#8221; durante o boot e (ao rodar o sistema a partir do CD) todas as alterações são perdidas quando o micro é desligado.</p>
<p>Para alterar as configurações default é preciso ir direto ao ponto, editando diretamente os arquivos da pasta &#8220;<strong>/etc/skel</strong>&#8221; dentro do chroot. Navegando dentro dela você encontrará pastas com as preferências do KDE e vários outros programas. Não se esqueça de marcar a opção &#8220;marcar arquivos ocultos&#8221; no Konqueror.</p>
<p style="text-align:center;"><img src="http://www.guiadohardware.net/imagens/img-66c9ae0d.png" alt="rem_html_2c938596" height="345" width="572" /></p>
<p>É recomendável dar uma garimpada nestes arquivos de vez em quando, pois você sempre vai encontrar algumas opções de configuração que não estão disponíveis no Kcontrol. Uma dica, caso você queira estudar mais sobre a edição manual dos arquivos é usar a função &#8220;Procurar por arquivos modificados &gt; Nos últimos xx minutos&#8221; dentro do kfind para localizar os arquivos modificados depois de cada alteração feita pelo Kcontrol. Embora não pareça à primeira vista, os arquivos de configuração do KDE são bastante organizados e legíveis.</p>
<p>O menu iniciar do KDE é gerado a partir da combinação dos links do diretório &#8220;/usr/share/applications/&#8221;, onde a maior parte dos pacotes instalados coloca seus ícones e do diretório &#8220;/usr/share/applnk&#8221;, onde você pode colocar ícones personalizados, que ficam disponíveis para todos os usuários.</p>
<p>Os ícones do KDE são arquivos de texto normais, salvos com a extensão <strong>.desktop</strong>. Abrindo-os num editor de texto, você verá uma estrutura como esta:</p>
<p style="text-align:center;"><img src="http://www.guiadohardware.net/imagens/img-77a5b6ca.png" alt="rem_html_m2da6ca78" height="358" width="557" /></p>
<p>O mais importante aqui são as linhas &#8220;exec&#8221;, que contém o comando que é executado ao clicar sobre o ícone, a linha &#8220;Icon&#8221; que contém o ícone usado (os arquivos disponíveis estão dentro da pasta /usr/share/icons) e as linhas &#8220;Name&#8221; e &#8220;GenericName&#8221; que contém o nome e descrição, da forma como são exibidos no menu iniciar.</p>
<p>Além das pastas &#8220;/usr/share/applications&#8221; e &#8220;/usr/share/applink&#8221;, que formam o iniciar &#8220;principal&#8221; do sistema, existe um iniciar &#8220;particular&#8221; para cada usuário, que vai dentro da pasta &#8220;<strong>.kde/share/applnk/</strong>&#8220;, dentro do home.</p>
<p>O iniciar é montado a partir da junção do conteúdo das três pastas. Quando existe algum &#8220;conflito&#8221;, como um ícone configurado de forma diferente nas duas pastas, vale o que está na pasta do usuário.</p>
<p>Dentro das pastas você encontrará um arquivo .directory que contém o nome e descrição da pasta (com suporte a internacionalização) e o ícone usado ao exibí-la no iniciar:</p>
<p style="text-align:center;"><img src="http://www.guiadohardware.net/imagens/img-16d9ce00.png" alt="rem_html_m65f26ec4" height="232" width="558" /></p>
<p>Ao editar o iniciar utilizando o kmenuedit, as alterações são salvas nas pastas &#8220;.config&#8221; e &#8220;.local&#8221;, novamente dentro do home de cada usuário.</p>
<p>Os ícones que aparecem no Desktop do KDE ao dar boot vão na pasta &#8220;/etc/skel/Desktop&#8221;. Estes ícones seguem o mesmo padrão dos ícones do iniciar. Você pode incluir também sub-pastas:</p>
<p style="text-align:center;">&lt;h1&gt;<img src="http://www.guiadohardware.net/imagens/img-91816b41.png" alt="rem_html_m549a3a53" height="265" width="571" /></p>
<p>Finalmente, os aplicativos que são executados durante o boot (como a janela do Konqueror exibindo o index.html do CD), são configurados através de ícones colocados na pasta &#8220;/etc/skel/.kde/Autostart&#8221;. A sintaxe dos arquivos .desktop é a mesma em todas estas pastas, você pode arrastar um ícone da pasta &#8220;/usr/share/applnk&#8221; diretamente para ela, por exemplo:</p>
<p style="text-align:center;"><img src="http://www.guiadohardware.net/imagens/img-bd92ee82.png" alt="rem_html_9637670" height="265" width="571" /></p>
<p>Assim como o KDE, os demais programas sempre criam pastas de configuração dentro do home. As configurações do XMMS por exemplo, vão dentro da pasta &#8220;<strong>.xmms</strong>&#8220;, as do gMplayer vão dentro da &#8220;<strong>.mplayer</strong>&#8220;, e assim por diante. As configurações dos aplicativos do KDE ficam centralizadas dentro da pasta &#8220;<strong>.kde/share/apps</strong>&#8220;, também dentro do home. Todas estas pastas que começam com um ponto são vistas pelo sistema como pastas ocultas: para vê-las, você precisa marcar a opção &#8220;mostrar arquivos ocultos&#8221; no Konqueror.</p>
<p>Esta edição manual dos arquivos é interessante para conhecer melhor o sistema e ter mais controle sobre o que está acontecendo. Mas, por outro lado, ela é trabalhosa e demora até que você consiga dominar um número grande de opções.</p>
<p>A forma mais rápida de personalizar estas configurações é abrir o chroot, logar-se como o usuário desejado copiar as pastas do /etc/skel, rodar o KDE e alterar as configurações desejadas dentro da janela do Xnest e depois salvar as alterações, como vimos anteriormente. A edição manual pode ser usada para corrigir pequenos detalhes e eventuais problemas.</p>
<h1> Scripts de inicialização</h1>
<p align="justify">Depois de instalado, o Kurumin passa a se comportar de forma semelhante a uma instalação do Debian, com os serviços iniciados através de links ou scripts nas pastas &#8220;/etc/rcS.d&#8221; e &#8220;/etc/rc5.d&#8221;.</p>
<p>Mas, ao rodar a partir do CD, um único script cuida de toda a configuração do sistema, o &#8220;<strong>/etc/init.d/knoppix-autoconfig</strong>&#8220;. Ele roda o &#8220;/usr/bin/hwsetup&#8221; (a ferramenta de detecção de hardware), executa o &#8220;/usr/sbin/mkxf86config&#8221; (que faz a configuração do vídeo) e verifica os parâmetros passados durante o boot (como o &#8220;noacpi&#8221;, &#8220;bootfrom=&#8221;, &#8220;noscsi&#8221;, &#8220;xserver=vesa&#8221; etc.).</p>
<p>No final do script &#8220;/etc/init.d/knoppix-autoconfig&#8221;, vai o comando &#8220;/etc/init.d/kdm start&#8221; que inicia o carregamento do modo gráfico. Neste ponto é executado o script &#8220;/etc/X11/Xsession.d/45xsession&#8221;, que verifica os parâmetros de boot relacionados com o ambiente gráfico (desktop=fluxbox ou desktop=gnome, por exemplo), copia o diretório &#8220;/etc/skel&#8221; para o &#8220;/home/kurumin&#8221;, criando o diretório home do usuário padrão do sistema e, por último, carrega o KDE ou outro ambiente gráfico escolhido.</p>
<p>No Knoppix original e em outras distribuições derivadas dele, o carregamento do modo gráfico não é disparado pela abertura do KDM, mas sim diretamente através de uma entrada no arquivo &#8220;/etc/inittab&#8221;. Na prática isso não faz muita diferença, pois o script &#8220;/etc/X11/Xsession.d/45xsession&#8221; é executado da mesma forma.</p>
<p>A instalação do Kurumin é feita pelo script &#8220;<strong>/usr/local/bin/kurumin-install</strong>&#8220;, que copia os arquivos do sistema para a partição, define senhas e faz outras alterações necessárias.</p>
<p>Ao personalizar o sistema, é importante conhecer a função de cada um destes scripts, pois eles permitem modificar o comportamento do sistema durante o boot e fazê-lo executar funções adicionais. Vamos a alguns exemplos:</p>
<p>Quando você precisar fazer alguma alteração no processo inicial de boot, alterar o comportamento de uma das opções de boot ou criar uma nova (como o &#8220;kurumin union=&#8221; que adicionei no Kurumin 5.1), alterar a configuração padrão do teclado ou linguagem, ou executar algum comando em especial durante o boot, altere o &#8220;/etc/init.d/knoppix-autoconfig&#8221;.</p>
<p>Por exemplo, esta é a seção do script que verifica se o parâmetro &#8220;kurumin noalsa&#8221; foi passado no boot e decide se executará ou não os comandos que detectam e ativam a placa de som:</p>
<p class="rawoutput">if checkbootparam &#8220;noalsa&#8221;; then<br />
echo &#8220;Abortando a detecção da placa de som, como solicitado no boot.&#8221;<br />
else<br />
if [ -n "$USE_ALSA" -a -x /etc/init.d/alsa-autoconfig ]; then<br />
touch /tmp/modules.dep.temp<br />
[ -n "$SOUND_DRIVER" ] &amp;&amp; rmmod -r &#8220;$SOUND_DRIVER&#8221; &gt;/dev/null 2&gt;&amp;1<br />
case &#8220;$ALSA_CARD&#8221; in auto*) ALSA_CARD=&#8221;";; esac<br />
ALSA_CARD=&#8221;$ALSA_CARD&#8221; /etc/init.d/alsa-autoconfig<br />
[ ! -r /etc/modules.conf ] &amp;&amp; \<br />
ln -sf /KNOPPIX/etc/modules.conf /etc/modules.conf<br />
fi<br />
/etc/init.d/alsa start<br />
# Unmuta o som<br />
aumix -w 80 &amp;; aumix -v 80 &amp;; aumix -m 20 &amp;; aumix -c 80 &amp;; aumix -l 50 &amp;<br />
# Abre as permissões do som para outros usuários:<br />
chmod 666 /dev/dsp<br />
chmod 666 /dev/mixer<br />
fi<br />
Quando você precisa verificar ou alterar algo relacionado com a configuração do vídeo, com a cópia dos arquivos do &#8220;/etc/skel&#8221; para o &#8220;/home/kurumin&#8221; ou com as opções de boot que permitem especificar o gerenciador de janelas padrão (kurumin desktop=fluxbox, kurumin desktop=gnome, etc.) procure no &#8220;/etc/X11/Xsession.d/45xsession&#8221;.</p>
<p>Este é um exemplo de configuração, a parte do script que verifica se foi dada alguma opção no boot para usar o fluxbox, gnome ou outro desktop e, caso contrário, carrega o KDE:</p>
<p class="rawoutput">[ -f /etc/sysconfig/desktop ] &amp;&amp; . /etc/sysconfig/desktop<br />
export QDESKTOP=$(cat $HOME/.wmrc)<br />
if [[ -n $QDESKTOP &amp;&amp; $QDESKTOP != "default" ]]; then<br />
DESKTOP=$QDESKTOP<br />
else<br />
# kde is the default<br />
[ -z "$DESKTOP" ] &amp;&amp; DESKTOP=&#8221;kde&#8221;<br />
fi<br />
Quando precisar alterar algo relacionado com o processo de instalação do sistema, como fazer com que ele se comporte de forma diferente depois de instalado, ou adicionar algum passo adicional na instalação, você pode modificar o instalador, que no caso do Kurumin é o script &#8220;/usr/local/bin/kurumin-install&#8221;.</p>
<p>Ele é uma evolução do &#8220;knx-hdinstall&#8221;, o antigo instalador do Knoppix. Atualmente o Knoppix utiliza um novo instalador, que faz um &#8220;live-install&#8221;, fazendo com que a instalação no HD se comporte da mesma forma que do CD, com o procedimento de detecção de hardware feito a cada boot. É uma idéia diferente de instalação, com alguns pontos positivos e outros negativos.</p>
<p>As versões recentes do Kanotix introduziram um instalador gráfico, com uma interface mais bonita e várias mudanças, que acabou sendo incorporado ao Knoppix como instalador alternativo. Como pode ver, existem outras opções de instaladores, que você pode utilizar na sua personalização.</p>
<p>Como comentei no início deste capítulo, você pode incluir funções adicionais para detectar componentes que não sejam automaticamente ativados pelos scripts padrão. Isto é importante em muitas situações, pois é comum que empresas possuam lotes de impressoras, placas de vídeo ou outros componentes que precisem de alguma configuração adicional para funcionarem. Ao invés de fazer as modificações máquina por máquina, é mais eficiente escrever um script que as faça automaticamente durante o boot do CD.</p>
<p>Você pode encontrar alguns exemplos de funções diversas que uso no Kurumin no arquivo &#8220;<strong>/usr/local/bin/hwsetup-kurumin</strong>&#8220;, executado no final do boot, através do comando incluído no final do arquivo &#8220;/etc/init.d/knoppix-autoconfig&#8221;.</p>
<p>Este arquivo não é muito longo, pois normalmente as entradas antigas vão sendo removidas com o tempo, conforme vão sendo usadas novas versões do <strong>hwsetup</strong>, com suporte aos novos componentes.</p>
<p>Uma forma simples de detectar componentes durante o boot é através da saída do comando &#8220;lspci&#8221;. Veja um trecho da identificação que não mude de um modelo de placa para outra e filtre usando um pipe e o grep, de forma a carregar o módulo apropriado caso a entrada seja encontrada. Estes são dois exemplos que usei no Kurumin 5.1 para detectar placas CMI 8738 e a placa de som virtual usada pelo VMware:</p>
<p class="rawoutput">cmi=`lspci | grep &#8220;CM8738&#8243;`<br />
if [ -n "$cmi" ]; then<br />
/sbin/modprobe snd-cmipci<br />
fi</p>
<p>ensonic=`lspci | grep &#8220;Ensoniq ES1371&#8243;`<br />
if [ -n "$ensonic" ]; then<br />
/sbin/modprobe snd-ens1371<br />
fi<br />
No caso de placas de vídeo, é necessário fazer alterações no arquivo &#8220;/etc/X11/xorg.conf&#8221;, modificando a linha com o driver usado. No caso de placas com suporte 3D, é muitas vezes necessário também carregar um módulo de Kernel.</p>
<p>A detecção do vídeo é feita pelo script &#8220;<strong>/usr/sbin/mkxf86config</strong>&#8220;. Ele detecta a placa de vídeo, monitor e outras informações necessárias e gera o arquivo de configuração do vídeo. Quando ele não conhece a identificação de uma determinada placa de vídeo, é normal que ele use o driver &#8220;vesa&#8221; que é um driver genérico, que possui um baixo desempenho.</p>
<p>Você pode incluir funções no final do script para detectar a placa usando a saída do lspci e substituir a linha com o driver usando o sed. Este é um exemplo que usei para detectar as placas Intel Extreme, usadas no HP NX6110 e outros notebooks. Colocado no final do arquivo, ele troca o driver de &#8220;vesa&#8221; para &#8220;i810&#8243; quando a placa é detectada. Se o driver já estiver correto, ele não faz nada:</p>
<p class="rawoutput"># Detecta as Intel Extreme<br />
# (mais adiante, o próprio script renomeia o arquivo para xorg.conf)<br />
vidintel=`lspci | grep &#8220;Intel Corp. Mobile Graphics&#8221;`<br />
vidintel2=`lspci | grep &#8220;Intel Corporation Mobile&#8221;`<br />
vidintel3=`lspci | grep &#8220;915GM/GMS&#8221;`<br />
if [ -n "$vidintel" -o -n "$vidintel2" -o -n "$vidintel3" ]; then<br />
sed -e &#8216;s/vesa/i810/g&#8217; /etc/X11/XF86Config-4 &gt; /etc/X11/XF86Config-4.1<br />
rm -f /etc/X11/XF86Config-4; mv /etc/X11/XF86Config-4.1 /etc/X11/XF86Config-4<br />
fi<br />
Em alguns casos, detalhes aparentemente simples podem fazer você perder um bom tempo. Um problema que tive nas versões recentes do Kurumin foi com relação com medidor de bateria do KDE. Você configura se ele deve ser ativado ou não durante o boot através da opção &#8220;Controle de energia &gt; Bateria do Laptop&#8221; dentro do Painel de Controle do KDE e a configuração é salva no arquivo &#8220;.kde/share/config/kcmlaptoprc&#8221; (dentro do home).</p>
<p>O problema é que ele só é útil em notebooks. Se você simplesmente o deixar ativo na configuração, ele vai ser aberto sempre, mesmo em desktops, onde ele não tenha serventia alguma.</p>
<p>Uma forma que encontrei para tornar a detecção mais inteligente, fazendo com que ele seja habilitado apenas em notebooks, foi incluir uma função dentro do arquivo &#8220;/etc/X11/Xsession.d/45xsession&#8221; (que, como vimos, é o responsável pela abertura do X e carregamento do KDE), que verifica se o módulo &#8220;battery&#8221; está ativo (indício que o sistema está rodando num notebook, com bateria) e altera o arquivo de configuração, desativando o medidor de bateria quando necessário:</p>
<p>bateria=`lsmod | grep battery`<br />
if [ -z $bateria ]; then<br />
cd /ramdisk/home/kurumin/.kde/share/config/<br />
sed -e &#8216;s/Enable=true/Enable=false/g&#8217; kcmlaptoprc &gt; kcmlaptoprc2<br />
rm -f kcmlaptoprc; mv kcmlaptoprc2 /kcmlaptoprc<br />
fi</p>
<p>Em alguns casos mais específicos, você pode precisar incluir novas opções de boot.</p>
<h3>Mudando a lingua padrão e traduzindo as mensagens de boot</h3>
<p>Hoje em dia, quase todos os programas que usamos no dia-a-dia incluem suporte a internacionalização.</p>
<p>No caso do KDE, as traduções para todos os aplicativos base são agrupadas nos pacotes &#8220;kde-i18n&#8221;, como em &#8220;kde-i18n-ptbr&#8221; ou &#8220;kde-i18n-es&#8221; (espanhol), que podem ser instalados via apt-get. Os pacotes não conflitam entre si, de forma que você pode manter vários deles instalados e definir qual será a língua padrão dentro do Kcontrol, junto com a configuração do teclado e outros detalhes.</p>
<p>O suporte a inglês norte-americano vem instalado por padrão e é usado quando configurado, ou quando nenhum outro pacote de internacionalização estiver instalado.</p>
<p>Os demais programas, são configurados através do pacote &#8220;<strong>locales</strong>&#8220;. Neste caso, cada programa inclui diretamente as traduções disponíveis e você determina qual será utilizada por padrão e quais outras ficarão instaladas. As demais podem ser removidas automaticamente usando o comando &#8220;<strong>localepurge</strong>&#8220;, o que economiza um bocado de espaço.</p>
<p>Para alterar a configuração do locales, use o comando:</p>
<p class="cmdmargin"> # dpkg-reconfigure locales<br />
Para remover os arquivos de internacionalização que não estão sendo usados, execute o:
</p>
<p class="cmdmargin"># localepurge</p>
<p>Além dos aplicativos, existem também as mensagens do sistema, exibidas durante o boot quando o sistema roda a partir do CD-ROM.</p>
<p>Para traduzi-las, você precisa ir diretamente nos dois scripts executados durante o boot, o &#8220;<strong>linuxrc</strong>&#8220;, que fica dentro da imagem compactada de boot (o arquivo &#8220;boot/isolinux/minirt26.gz&#8221;) e o arquivo &#8220;/etc/init.d/knoppix-autoconfig&#8221;, dentro da imagem principal.</p>
<p>Para chegar ao &#8220;linuxrc&#8221;, acesse a pasta &#8220;/mnt/hda6/knxmaster/boot/isolinux&#8221;. Descompacte o arquivo minirt26.gz, crie uma pasta temporária e monte-a dentro da pasta. O &#8220;linuxrc&#8221; fica logo no diretório raiz. Ao terminar, faça o processo inverso, desmontando e compactando a imagem novamente:</p>
<p class="cmdmargin"># cd /mnt/hda6/knxmaster/boot/isolinux/<br />
# gunzip minirt26.gz<br />
# mkdir tmp/<br />
# mount -o loop minirt26.gz tmp/<br />
# kedit tmp/linuxrc<br />
# umount tmp/<br />
# gzip minirt26<br />
Para traduzir as mensagens nos dois arquivos, pesquise dentro do arquivo por &#8220;echo&#8221;, usado para escrever a grande maioria das mensagens exibidas na tela.</p>
<h3>Mudando o usuário padrão</h3>
<p>O usuário padrão do Knoppix é o &#8220;knoppix&#8221;, que foi trocado pelo usuário &#8220;kurumin&#8221; nas versões recentes do Kurumin.</p>
<p>Os passos básicos para trocar o usuário padrão do sistema ao remasterizar o CD são:</p>
<blockquote><p>1. Edite o arquivo &#8220;/etc/passwd&#8221;, troque o &#8220;kurumin&#8221; e o &#8220;home/kurumin&#8221; pelo nome e o diretório home do novo usuário</p>
<p>2. Edite o arquivo &#8220;/etc/shadow&#8221; e novamente troque o &#8220;kurumin&#8221; pelo novo usuário. Este é o arquivo de senhas, que pode ser visto e editado apenas pelo root.</p>
<p>3. Troque o login também no &#8220;/etc/sudoers&#8221;, que é o arquivo com a configuração do sudo.</p>
<p>4. É preciso trocar o nome do usuário também no arquivo &#8220;/etc/kde3/kdm/kdmrc&#8221; (para manter o autologin do KDE) e no arquivo /etc/X11/Xsession.d/45xsession.</p>
<p>5. Não se esqueça de mudar todas as ocorrências do login no arquivo &#8220;/etc/group&#8221; e no arquivo &#8220;linuxrc&#8221;, dentro da imagem compactada carregada durante a etapa inicial do boot (o arquivo &#8220;boot/isolinux/minirt.gz&#8221;, que vimos a pouco). Existem também referencias a serem trocadas no script &#8220;/etc/init.d/knoppix-autoconfig&#8221;</p></blockquote>
<p align="justify"> Estas alterações trocam o usuário no sistema, mas falta também fazer as modificações no &#8220;/usr/local/bin/kurumin-install&#8221;, que é o instalador, assim como em mais alguns scripts dos ícones mágicos. Use o kfind para localizar os arquivos que precisam ser modificados com mais facilidade, procurando por linhas que contenham a string &#8220;kurumin&#8221;.</p>
<p align="justify">&nbsp;</p>
<h1>
<p align="justify">Criando um DVD de recuperação</p>
</h1>
<p align="justify">Ao alterar os scripts de inicialização, você pode mudar radicalmente o comportamento do sistema, fazendo com que ele execute ações específicas durante o boot. Isso permite criar todo tipo de solução, como CDs de demonstração que rodam programas específicos, CDs de diagnóstico, mini-distribuições com conjuntos personalizados de programas, e assim por diante.</p>
<p>Vamos a um exemplo de como criar um DVD de recuperação, que restaura automaticamente uma imagem previamente criada usando o Partimage, de forma a restaurar o sistema originalmente instalado na máquina, como nos micros de grife. Este DVD de recuperação não se limita a restaurar instalações do Linux: você pode restaurar também instalações do Windows, ou instalações com dois ou mais sistemas em dual boot. A única limitação é a capacidade da mídia usada. Dependendo do tamanho da imagem, o sistema de recuperação pode ser gravado num mini-DVD, ou até mesmo num CD-R.</p>
<p>Comece instalando e configurando o sistema normalmente no micro alvo. Depois de terminar, use o Partimage para gerar uma imagem de cada partição do HD, junto com o backup da MBR e da tabela de particionamento.</p>
<p>Coloque todos os arquivos que serão usados dentro da pasta &#8220;knxmaster/&#8221; na sua partição de trabalho. Você pode colocar tudo dentro de uma sub-pasta para manter as coisas organizadas, como &#8220;knxmaster/image/&#8221;. Lembre-se de que os arquivos colocados na &#8220;knxmaster/&#8221; não são compactados ao fechar a imagem. Por isso, não se esqueça de ativar a compactação do Partimage ao gerá-los.</p>
<p>O próximo passo é fazer com que o DVD passe a restaurar a imagem automaticamente durante o boot, sem intervenção do usuário. A idéia é que o sistema de recuperação seja o mais simples possível, de forma que seja possível restaurar a imagem rapidamente em caso de problemas.</p>
<p>Uma dica é que, ao invés de fazer um DVD de recuperação que chega &#8220;chutando o balde&#8221;, formatando o HD e deletando todos os arquivos, você pode fornecer os micros com o HD dividido em duas partições: uma com o sistema e outra para dados. O DVD de recuperação pode então restaurar apenas a partição do sistema, sem mexer na partição de dados, dando também a opção de fazer uma restauração completa.</p>
<p>Para que o DVD restaure a imagem durante o boot, precisamos alterar o conteúdo do script &#8220;<strong>knxsource/KNOPPIX/etc/init.d/knoppix-autoconfig</strong>&#8220;, dentro da partição de trabalho.</p>
<p>Como vimos, este é o script responsável por toda a etapa inicial do boot, onde o hardware é detectado e o KDE carregado.</p>
<p>O que vamos fazer é colocar os comandos para gravar a imagem e reiniciar o micro no final deste arquivo. Isso fará com que o sistema entre em loop. Ele começa o boot, faz a gravação da imagem de recuperação e em seguida reinicia a máquina, sem nem chegar a abrir o KDE. Você pode incrementar este script adicionando mais opções.</p>
<p>O comando que chama o partimage e regrava a imagem sem perguntar nada ao usuário é:</p>
<p class="rawoutput">partimage -f action=2 -b restore /dev/hda1 /cdrom/image/sistema.img.000<br />
shutdown -h now<br />
O Partimage possui várias opções de linha de comando, que você pode estudar através do &#8220;man partimage&#8221;. O &#8220;<strong>-b</strong>&#8221; faz com que o processo todo seja feito automaticamente, sem pedir confirmação e o &#8220;<strong>-f action=2</strong>&#8221; reinicia o micro depois da gravação. O &#8220;<strong>/dev/hda1</strong>&#8221; é a partição onde a imagem será escrita, enquanto o &#8220;<strong>sistema.img.000</strong>&#8221; é o arquivo de imagem colocado dentro da pasta knxmaster. Note que ao dar boot via CD, todo o conteúdo da pasta &#8220;knxmaster/&#8221; fica acessível através da pasta &#8220;/cdrom&#8221;, mantendo a mesma estrutura de diretórios.</p>
<p>O &#8220;<strong>shutdown -h now</strong>&#8221; abaixo da primeira linha é só pra garantir que o micro vai mesmo reiniciar depois de terminar a gravação. Na verdade ele nem chega a ser usado, pois o próprio comando do Partimage se encarrega de reiniciar no final do processo.</p>
<p>Você pode adicionar as linhas próximo do final do arquivo, logo abaixo das linhas abaixo, que marcam o final da parte de detecção e configuração inicial do sistema:</p>
<p class="rawoutput">echo &#8220;6&#8243; &gt; /proc/sys/kernel/printk<br />
# Re-enable signals<br />
trap 2 3 11</p>
<p>O final do arquivo ficará assim:</p>
<p class="rawoutput">echo &#8220;6&#8243; &gt; /proc/sys/kernel/printk<br />
# Re-enable signals<br />
trap 2 3 11</p>
<p class="rawoutput">partimage -f action=2 -b restore /dev/hda1 /cdrom/image/sistema.img.000<br />
shutdown -h now</p>
<p># &#8230; seguido pelo restante do script.</p>
<p>Para uma restauração completa do HD, incluindo a MBR e a tabela de particionamento, os comandos seriam:</p>
<p class="rawoutput">dd if=/cdrom/image/hda.mbr of=/dev/hda<br />
sfdisk &#8211;force /dev/hda &lt; /cdrom/image/hda.sf<br />
partimage -f action=2 -b restore /dev/hda1 /cdrom/image/sistema.img.000<br />
shutdown -h now<br />
&#8230; onde o &#8220;hda.mbr&#8221; é o arquivo com a cópia dos primeiros 512 bytes do HD, gerado usando o dd e o &#8220;hda.sf&#8221; é a tabela de particionamento, gerada pelo sfdisk; ambas as coisas incluídas na pasta &#8220;image/&#8221;, junto com a imagem principal.</p>
<p>Note que esta restauração completa vai restaurar o particionamento original do HD, apagando todos os dados. É importante exibir um aviso e pedir duas ou mais confirmações antes de realmente começar o processo. Você pode exibir as mensagens e confirmações usando o dialog, já que elas serão exibidas com o sistema em modo texto.</p>
<p>Caso o HD tenha mais de uma partição (mesmo que vazias), você deve gerar e restaurar a imagem de cada uma usando o partimage.</p>
<p>Depois da modificação, feche o novo ISO, grave o DVD e faça o teste dando boot no micro alvo. Você pode também testar dentro de uma máquina virtual do VMware.</p>
<p>No caso da idéia de oferecer a opção de restaurar apenas a partição do sistema ou fazer a restauração completa, você pode usar um script como o abaixo, que pergunta e executa os comandos apropriados:
</p>
<p class="rawoutput">dialog &#8211;msgbox &#8220;Bem vindo o DVD de recuperação do sistema.&#8221; 8 50</p>
<p>dialog &#8211;yes-label &#8220;Sistema&#8221; &#8211;no-label &#8220;Completa&#8221; &#8211;yesno &#8220;Você deseja apenas restaurar a instalação do sistema, ou fazer uma restauração completa, apagando todos os dados do HD? \n<br />
Responda &#8216;Sistema&#8217; para restaurar o sistema ou &#8216;Completa&#8217; para fazer a restauração completa.&#8221; 10 50</p>
<p>if [ "$?" = "0" ]; then<br />
partimage -f action=2 -b restore /dev/hda1 /cdrom/image/sistema.img.000<br />
shutdown -h now<br />
elif [ "$?" = "1" ]; then<br />
dialog &#8211;yesno &#8220;Isto vai restaurar o particionamento original, apagando todos os<br />
dados do HD! Tem certeza que quer continuar?&#8221;<br />
if [ "$?" = "0" ]; then<br />
dd if=/cdrom/image/hda.mbr of=/dev/hda<br />
sfdisk &#8211;force /dev/hda &lt; /cdrom/image/hda.sf<br />
partimage -f action=2 -b restore /dev/hda1 /cdrom/image/sistema.img.000<br />
shutdown -h now<br />
else<br />
shutdown -h now<br />
fi<br />
fi<br />
O Partimage copia apenas os dados dentro da partição para a imagem e ainda compacta tudo. Isso faz com que seja possível colocar uma partição com cerca de 3 GB ocupados (suficiente para uma instalação completa do Ubuntu, Fedora ou Mandriva, ou uma instalação do Windows XP, incluindo alguns programas extras e atualizações) dentro de uma imagem de pouco mais de 1 GB. Mesmo incluindo a imagem do Kurumin, você ainda fica com bastante espaço livre no DVD.</p>
<p>Outra possibilidade é deixar uma partição no final do HD reservada só para armazenar a imagem. As partições Linux não são enxergadas pelo Windows, de modo que o usuário em muitos casos nem vai perceber. Neste caso você precisaria apenas fazer algumas modificações naquelas duas linhas que vão no arquivo /etc/init.d/knoppix-autoconfig. Se você estiver usando a partição &#8220;hda5&#8243; para armazenar o backup e ela estiver formatada em ReiserFS, as linhas ficariam:</p>
<p class="rawoutput">mount -t reiserfs /dev/hda5 /mnt/hda5<br />
partimage -f action=2 -b restore /dev/hda1 /mnt/hda5/winXP.img.000<br />
reboot<br />
Ao gerar versões especializadas, você pode reduzir o tamanho da imagem principal do sistema, deixando mais espaço livre ou tornando-o mais leve, removendo os pacotes e componentes que não serão utilizados, o que pode ser feito através do próprio apt-get.</p>
<p>A forma mais rápida de remover grandes grupos de pacotes (todo o KDE, todas as bibliotecas do Gnome, todos os programas gráficos, etc.) é procurar por &#8220;pacotes âncora&#8221;, ou seja, pacotes que são dependências de grandes grupos de pacotes. Removendo o pacote inicial, você remove de uma vez todos os pacotes que se apóiam sobre ele.</p>
<p>Para remover de uma vez quase todo o KDE e aplicativos, por exemplo, remova o pacote &#8220;kdelibs-data&#8221;:
</p>
<p class="cmdmargin"># apt-get remove kdelibs-data</p>
<p>Para remover todos os aplicativos do Gnome e outros aplicativos baseados na biblioteca GTK2 (útil caso você queira fazer uma personalização com apenas programas do KDE), remova o pacote &#8220;libgtk2.0-0&#8243; (note que o número da versão varia), como em:</p>
<p class="cmdmargin"># apt-get remove libgtk2*</p>
<p>Muitos aplicativos aparentemente &#8220;independentes&#8221;, como o Firefox, Thunderbird, Acrobat Reader e Mplayer utilizam o GTK2 e são removidos juntamente com ele, por isso analise bem a lista de pacotes que serão removidos antes de continuar.</p>
<p>Para remover de uma vez todos os programas gráficos, remova o pacote &#8220;xlibs-data&#8221;. Esta medida extrema pode ser útil em casos específicos, onde é usado apenas algum utilitário de modo texto específico, como no nosso exemplo do DVD de recuperação com o partimage.</p>
<p class="cmdmargin"># apt-get remove xlibs-data</p>
<p class="cmdmargin">&nbsp;</p>
<h1>
<p class="cmdmargin">Criando seus própios pacotes .deb</p>
</h1>
<p class="cmdmargin">Em muitas situações, é preciso instalar softwares compilados manualmente, adicionar firmwares ou arquivos diversos necessários para ativar determinados componentes, expandir a funcionalidade de alguns programas específicos, modificar o conteúdo de pacotes já instalados no sistema, ou mesmo instalar novos scripts e utilitários em geral.</p>
<p>Embora a solução mais simples seja sair copiando diretamente os arquivos e modificando o que for necessário, esta não é exatamente uma boa idéia do ponto de vista da manteneabilidade. Com o tempo, você vai esquecer parte das alterações feitas, fazendo com que o sistema fique cheio de arquivos e configurações que não são mais usados, ou que conflitem com outros componentes instalados.</p>
<p>A melhor forma de adicionar novos componentes é sempre através de pacotes, instalados através do apt-get ou dpkg. Quando o componente não é mais necessário, você simplesmente remove o pacote e todos os arquivos relacionados a ele são apagados, de forma rápida e limpa. Em algumas situações, pode ser necessário também modificar o conteúdo de um pacote existente, seja para corrigir dependências marcadas incorretamente, ou mesmo para corrigir eventuais problemas com os arquivos contidos nele, modificando o conteúdo de pacotes gerados através do checkinstall, por exemplo.</p>
<p>Os pacotes do Debian, nada mais são do que arquivos compactados, que contém a árvore de arquivos e diretórios que serão instalados e um conjunto de arquivos de controle, que contém informações sobre o pacote e (opcionalmente) scripts que são executados antes e depois da instalação ou remoção. Quando o pacote é instalado, o apt-get ou dpkg simplesmente descompacta o arquivo e copia os arquivos para o diretório raiz, mantendo a mesma estrutura de pastas usada no pacote.</p>
<p>A moral da história é que é muito mais pratico instalar programas através de um pacote .deb do que seguir uma receita no estilo &#8220;descompacte, copie o arquivo, x para a pasta y, depois edite o arquivo k&#8221;. É um formato muito mais prático para disponibilizar programas e atualizações.</p>
<p>Ao criar seus pacotes, o primeiro passo é criar uma pasta contendo a estrutura de diretórios e arquivos que fazem parte do pacote. Ferramentas como o checkinstall e o dpkg-deb fazem isso automaticamente.</p>
<p>Tome cuidado para não incluir arquivos que façam parte de outros pacotes, pois (além da mensagem de erro exibida ao instalar), ao remover seu pacote, todos os arquivos referentes a ele são deletados, deixando o sistema desfalcado. Caso seu programa precise de arquivos externos, prefira sempre colocar os pacotes que os provém como dependências.</p>
<p>Dentro da pasta com os arquivos do pacote, existe também uma pasta DEBIAN (em maiúsculas mesmo), que armazena os arquivos de controle. O principal (cuja presença é obrigatória em qualquer pacote .deb) é o arquivo &#8220;<strong>control</strong>&#8221; onde vão as informações de controle do pacote.</p>
<p>Este é o arquivo &#8220;control&#8221; do pacote mozilla-firefox:</p>
<p class="rawoutput">Package: mozilla-firefox<br />
Version: 1.5.dfsg+1.5.0.1-1<br />
Section: web<br />
Priority: optional<br />
Architecture: all<br />
Depends: firefox<br />
Installed-Size: 96<br />
Maintainer: Eric Dorland &lt;eric@debian.org&gt;<br />
Source: firefox<br />
Description: Transition package for firefox rename<br />
Package to ease upgrading from older mozilla-firefox packages to the<br />
new firefox package.<br />
.<br />
This package can be purged at anytime once the firefox package has<br />
been installed.<br />
Destes campos, os únicos realmente obrigatórios são &#8220;Package&#8221; (que contém o nome do pacote, que não pode conter pontos ou outros caracteres especiais), &#8220;Version&#8221; (a versão), &#8220;Archteture&#8221; (a plataforma a que se destina, geralmente i386), Maintainer (o nome e e-mail do mantenedor do pacote, no caso você), &#8220;Depends&#8221; (a lista de dependências do pacote, com os nomes dos pacotes separados por vírgula e espaço) e &#8220;Description&#8221;, onde você coloca um texto dizendo resumidamente o que ele faz.</p>
<p>O campo &#8220;version&#8221; é um dos campos importantes, pois é por ele que o apt-get vai se orientar na hora de instalar o pacote. Se você lançar uma atualização do pacote mais tarde, o campo deve ser alterado. Um pacote com versão &#8220;1.1&#8243; é visto como uma atualização para o pacote de versão &#8220;1.0&#8243;, por exemplo.</p>
<p>Tome cuidado ao usar o campo &#8220;Depends&#8221;, pois marcar as dependências incorretamente pode trazer problemas para quem vai utilizar seu pacote. Deixar de marcar pacotes que são necessários, vai fazer com que muita gente instale seu pacote sem ter alguns dos outros componentes necessários, fazendo com que ele não funcione. Por outro lado, incluir um número grande de dependências vai fazer com que seu pacote seja problemático de instalar, ou mesmo seja removido em futuras atualizações do sistema, quando algum dos outros pacotes de que depende ficar indisponível, ou mudar de nome.</p>
<p>Ao indicar uma dependência, você pode exigir uma versão mínima, como em:
</p>
<p class="rawoutput">Depends: konqueror (&gt;= 4:3.5.0-1), python</p>
<p>Neste exemplo, o pacote exige a presença do Konqueror 3.5.0-1 ou mais recente, junto com qualquer versão do Python, o que é muito diferente de usar:</p>
<p class="rawoutput">Depends: konqueror (= 4:3.5.0-1), python (= 2.3.5)</p>
<p>Neste caso, você está exigindo versões específicas dos dois pacotes, o que faz com que seu pacote seja automaticamente removido caso um dos dois seja atualizado para uma versão mais recente.</p>
<p>Se o usuário realmente precisar do seu pacote, vai acabar forçando a reinstalação, ou vai tentar reinstalar as versões antigas do Konqueror e/ou Python, o que vai acabar levando a problemas muito mais graves. Ou seja, a menos que absolutamente necessário, jamais exija uma versão específica; use sempre o &#8220;&gt;=&#8221; para indicar uma versão mínima, ou apenas o nome do pacote, para deixar a versão em aberto.</p>
<p>Você pode adicionar também os campos &#8220;Section&#8221; (que diz a seção, dentro do gerenciador de pacotes em que o pacote será classificado) e &#8220;Priority&#8221; (o nível de prioridade do pacote, entre extra, optional, standard, important e required). Normalmente, qualquer pacote &#8220;não essencial&#8221; é marcado como &#8220;extra&#8221; ou &#8220;optional&#8221;.</p>
<p>Este é mais um exemplo de arquivo control, usado no pacote dos ícones mágicos do Kurumin:</p>
<p class="rawoutput">Package: icones-magicos<br />
Priority: optional<br />
Version: 6.0<br />
Architecture: i386<br />
Maintainer: Carlos E. Morimoto &lt;morimoto@guiadohardwarwe.net&gt;<br />
Depends: kommander, xdialog<br />
Description: Painéis e scripts do Kurumin.<br />
Para criar um pacote manualmente, contendo, scripts, firmwares, documentação ou arquivos diversos, crie uma pasta contendo todos os arquivos que serão copiados, reproduzindo a estrutura de pastas da forma como serão copiadas para o diretório raiz, crie a pasta &#8220;DEBIAN&#8221; e inclua o arquivo control com as informações sobre ele.<br />
<img src="http://www.guiadohardware.net/imagens/img-31911b04.jpg" alt="rem_html_m5c17f6ce" height="244" width="600" /><br />
Depois de preencher o arquivo &#8220;DEBIAN/control&#8221; e verificar se todos os arquivos estão nos lugares corretos, use o comando &#8220;<strong>dpkg-deb -b</strong>&#8221; para gerar o pacote. Basta fornecer o diretório onde estão os arquivos do pacote e o nome do arquivo que será criado, como em:
</p>
<p class="cmdmargin"># dpkg-deb -b IconesMagicos/ icones-magicos_6.0.deb</p>
<p>Ao examinar o arquivo gerado usando o Kpackage ou outro gerenciador, você verá que a descrição os arquivos correspondem justamente ao que você colocou dentro da pasta.</p>
<p>Você pode também alterar um pacote já existente, o que é especialmente útil para &#8220;arrumar&#8221; pacotes gerados automaticamente através do checkinstall, corrigindo a localização de arquivos ou alterando a descrição ou lista de dependências do pacote.</p>
<p>Para extrair um pacote, use o comando &#8220;dpkg -x&#8221;, informando o pacote e a pasta destino, como em:</p>
<p class="cmdmargin"># dpkg -x mozilla-firefox_1.5.dfsg+1.5.0.1-1_all.deb firefox/</p>
<p>Este comando extrai apenas os arquivos do programa, sem incluir os arquivos de controle. Para extraí-los também, crie a pasta &#8220;DEBIAN&#8221; dentro da pasta destino e use o comando &#8220;dpkg -e&#8221;, como em:</p>
<p class="cmdmargin"># dpkg -e mozilla-firefox_1.5.dfsg+1.5.0.1-1_all.deb firefox/DEBIAN/</p>
<p>A partir daí, você tem a árvore original do pacote dentro da pasta. Depois de fazer as alterações desejadas, gere o pacote novamente, usando o &#8220;dpkg -b&#8221;:</p>
<p class="cmdmargin"># dpkg -b firefox/ mozilla-firefox.deb</p>
<p class="cmdmargin">&nbsp;</p>
<p class="cmdmargin"><em><strong>fonte: <a href="http://www.guiadohardware.net/" target="_blank">Guia do Hardware.net </a></strong></em></p>
<p align="justify">&nbsp;</p>
<br /><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/categories/diarionet.wordpress.com/104/" /> <img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/tags/diarionet.wordpress.com/104/" /> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/diarionet.wordpress.com/104/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/diarionet.wordpress.com/104/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/diarionet.wordpress.com/104/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/diarionet.wordpress.com/104/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/diarionet.wordpress.com/104/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/diarionet.wordpress.com/104/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/diarionet.wordpress.com/104/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/diarionet.wordpress.com/104/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/diarionet.wordpress.com/104/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/diarionet.wordpress.com/104/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/diarionet.wordpress.com/104/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/diarionet.wordpress.com/104/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/diarionet.wordpress.com/104/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/diarionet.wordpress.com/104/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=diarionet.wordpress.com&amp;blog=687262&amp;post=104&amp;subd=diarionet&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<title>Entenda o que é software livre</title>
		<link>http://diarionet.wordpress.com/2007/04/16/entenda-o-que-e-software-livre/</link>
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		<pubDate>Mon, 16 Apr 2007 02:46:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>xvr2k3rds</dc:creator>
				<category><![CDATA[Informática]]></category>
		<category><![CDATA[Open-Source]]></category>
		<category><![CDATA[Software Livre]]></category>

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		<description><![CDATA[ por: André Deak Usar um programa de computador livre, com código aberto, significa ter a possibilidade de entender como funciona o programa, podendo modificá-lo de acordo com as necessidades do usuário. Em outras palavras, qualquer um pode acessar e alterar a área em que estão registradas as informações que fazem o programa funcionar, o chamado [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=diarionet.wordpress.com&amp;blog=687262&amp;post=103&amp;subd=diarionet&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p align="right"><strong><em> por: <span class="assinatura11"></span><span style="font-size:10pt;color:windowtext;font-family:Verdana;"><em>André Deak</em></span></em></strong></p>
<p><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;">Usar um programa de computador livre, com código aberto, significa ter a possibilidade de entender como funciona o programa, podendo modificá-lo de acordo com as necessidades do usuário. Em outras palavras, qualquer um pode acessar e alterar a área em que estão registradas as informações que fazem o programa funcionar, o chamado código fonte. Por isso, ele é considerado aberto e livre.</p>
<p>Existem mais de 30 licenças que sistematizam o uso de <em>softwares </em>livres. A mais usada é a <em>General Public License</em>, criada pelo especialista americano Richard Stallman, que em português significa Licença Pública de Uso Geral. A GPL oferece quatro direitos ao usuário: copiar, distribuir, modificar e estudar. </span></p>
<p><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;">A licença também impõe uma restrição: uma vez modificado o programa, a mudança não pode ser apropriada por nenhum dos usuários, ela é de uso comum entre aqueles que partilharam o programa. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;">Uma das metáforas mais utilizadas para explicar o conceito desse tipo de programa é a da receita de bolo. É como se um programa de computador fosse o bolo, e o código dele a sua receita. No software livre, as pessoas têm acesso à  receita, o que possibilita que alterem o sabor do bolo (ou a finalidade do programa) como preferirem. No outro modelo, conhecido como <em>software</em> proprietário, as pessoas não podem ter acesso à  receita.</p>
<p>A possibilidade de alterar o código dos <em>softwares </em>impulsiona a criação de comunidades de programadores e usuários que discutem e melhoram o funcionamento de programas. Os defeitos são discutidos em fóruns, que analisam o código até que o problema seja resolvido.</p>
<p>O Fórum Internacional Software Livre, que começou nesta quinta-feira (12/04/2007) e é realizado desde 2000 em Porto Alegre, é um dos encontros mundiais da comunidade que desenvolve esse tipo de programa.</p>
<p>Atualmente, muitas empresas utilizam o <em>software</em> livre em seus sistemas, pois consideram que ele tem várias vantagens sobre o outro tipo de programa, chamado <em>software</em> proprietário. Nesse modelo, a empresa que desenvolveu o produto precisa autorizar seu uso, normalmente mediante pagamento.</span></p>
<p><span class="assinatura11"></span><span style="font-size:10pt;color:windowtext;font-family:Verdana;"><em>fonte:<a href="http://www.click21.com.br/" target="_blank">www.click21.com.br</a></em></span></p>
<br /><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/categories/diarionet.wordpress.com/103/" /> <img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/tags/diarionet.wordpress.com/103/" /> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/diarionet.wordpress.com/103/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/diarionet.wordpress.com/103/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/diarionet.wordpress.com/103/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/diarionet.wordpress.com/103/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/diarionet.wordpress.com/103/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/diarionet.wordpress.com/103/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/diarionet.wordpress.com/103/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/diarionet.wordpress.com/103/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/diarionet.wordpress.com/103/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/diarionet.wordpress.com/103/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/diarionet.wordpress.com/103/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/diarionet.wordpress.com/103/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/diarionet.wordpress.com/103/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/diarionet.wordpress.com/103/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=diarionet.wordpress.com&amp;blog=687262&amp;post=103&amp;subd=diarionet&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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	</item>
		<item>
		<title>Revista Guia do Hardware nº 4</title>
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		<pubDate>Wed, 11 Apr 2007 00:26:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>xvr2k3rds</dc:creator>
				<category><![CDATA[Informática]]></category>
		<category><![CDATA[Open-Source]]></category>

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		<description><![CDATA[Saiu a nova edição da revisra Guia do Hardware. Vale a pena dar uma &#8220;folheada&#8221;. &#160; Na edição: Especial Memórias Bluetooth no Linux Filtros de linha, estabilizadores e nobreaks Desktop Publishing e Linux Entendendo a internet sob a rede elétrica Adaptadores úteis Opções de armazenamento externo HDs: entendendo a placa controladora Treo 600 &#8220;Um pouco [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=diarionet.wordpress.com&amp;blog=687262&amp;post=102&amp;subd=diarionet&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p align="center">Saiu a nova edição da revisra Guia do Hardware. Vale a pena dar uma &#8220;folheada&#8221;.</p>
<p><a href="http://media.guiadohardware.net/RevistaGDH_04.pdf"></a></p>
<p style="text-align:center;"><a href="http://media.guiadohardware.net/RevistaGDH_04.pdf"><img src="http://www.guiadohardware.net/revista/revista04.jpg" /></a></p>
<p style="text-align:center;">&nbsp;</p>
<p align="center"> Na edição:</p>
<p align="center">Especial Memórias</p>
<p align="center">Bluetooth no Linux</p>
<p align="center">Filtros de linha, estabilizadores e nobreaks</p>
<p align="center">Desktop Publishing e Linux</p>
<p align="center">Entendendo a internet sob a rede elétrica</p>
<p align="center">Adaptadores úteis</p>
<p align="center">Opções de armazenamento externo</p>
<p align="center">HDs: entendendo a placa controladora</p>
<p align="center">Treo 600 &#8220;Um pouco de história&#8221;</p>
<p align="center">Tiras do Mangabeira</p>
<p align="center">Resumo GDH Notícias</p>
<p style="text-align:center;">&nbsp;</p>
<br /><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/categories/diarionet.wordpress.com/102/" /> <img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/tags/diarionet.wordpress.com/102/" /> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/diarionet.wordpress.com/102/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/diarionet.wordpress.com/102/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/diarionet.wordpress.com/102/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/diarionet.wordpress.com/102/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/diarionet.wordpress.com/102/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/diarionet.wordpress.com/102/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/diarionet.wordpress.com/102/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/diarionet.wordpress.com/102/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/diarionet.wordpress.com/102/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/diarionet.wordpress.com/102/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/diarionet.wordpress.com/102/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/diarionet.wordpress.com/102/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/diarionet.wordpress.com/102/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/diarionet.wordpress.com/102/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=diarionet.wordpress.com&amp;blog=687262&amp;post=102&amp;subd=diarionet&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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	</item>
		<item>
		<title>Linux: a evolução social &#8211; primeira parte</title>
		<link>http://diarionet.wordpress.com/2007/04/03/linux-a-evolucao-social-primeira-parte/</link>
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		<pubDate>Tue, 03 Apr 2007 21:28:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>xvr2k3rds</dc:creator>
				<category><![CDATA[Linux]]></category>
		<category><![CDATA[Open-Source]]></category>
		<category><![CDATA[Software Livre]]></category>

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		<description><![CDATA[por: Júlio César Bessa Monqueiro &#160; O Linux, assim como todo os programas de código fonte aberto, com certeza, são os softwares que mais evoluem em todo o mundo, movido por uma força impressionante, chamada comunidade. Pessoas que, por vontade própria, querem fazer a diferença implantando seus ideais e conhecimentos na realidade, no intuito de [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=diarionet.wordpress.com&amp;blog=687262&amp;post=101&amp;subd=diarionet&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p align="right"><span class="author"><em><strong>por: Júlio César Bessa Monqueiro</strong></em></span><br />
<span class="author"></span>
</p>
<p class="adblock_ctx">&nbsp;</p>
<p class="adblock_ctx"> <!-- google_ad_client = "pub-8257810009605396"; google_alternate_ad_url = "http://www.guiadohardware.net/google_adsense_script.html"; google_ad_width = 336; google_ad_height = 280; google_ad_format = "336x280_as"; google_color_border = "FFFFFF"; google_color_bg = "FFFFFF"; google_color_link = "003399"; google_color_url = "4682B4"; google_color_text = "000000"; //-->  O <strong>Linux</strong>, assim como todo os programas de código fonte aberto, com certeza, são os softwares que mais evoluem em todo o mundo, movido por uma força impressionante, chamada <strong>comunidade</strong>. Pessoas que, por vontade própria, querem fazer a diferença implantando seus ideais e conhecimentos na realidade, no intuito de manterem a melhor das democracias: o próprio cidadão faz e aplica o que quer. Isso com certeza gera uma velocidade grande em projetos mantidos por grandes comunidades; e como cada pessoa ajuda como pode, o resultado sempre acaba sendo excelente. Este é o Linux que vemos hoje.</p>
<p>É até emocionante falar como esse sistema funciona. Pessoas unidas, cada qual com suas capacidades, tentando chegar num objetivo. De um outro lado, há pessoas que, não seguindo uma linha de raciocínio aberta por conta da falta de atualização, acaba sendo um vetor contrário; além de não ajudar, acaba atrapalhando com opiniões pré-conceituosas e apaixonadas. Lembrando que usei &#8220;<strong>pré-conceito</strong>&#8221; para distinguir do atual &#8220;preconceito&#8221; que o brasileiro conhece: aqui falo de conceito prévio, sem conhecimento.</p>
<p>Vamos exemplificar. Você já deve ter ouvido uma pessoa que usou a vida inteira <strong>Windows</strong>, e, um dia desses chegou a usar Linux, entretanto, há uns 4 anos. Numa conversa que tive em mensageiros com um amigo, eu dizia que estava usando somente o Linux havia uns 4 anos, estava feliz da vida, pois o sistema é redondinho, não dá problema, dor de cabeça, etc; todos os adjetivos que você usualmente fala sobre Linux. A pessoa volta dizendo que ela já usou Linux, que tinha visual horrível, era difícil de mexer, não conseguia formatar um disquete sequer (olha a época da pessoa), não sabia como fazia nada. Detalhe: a última vez que usou faz apenas 5 anos.</p>
<p>A gota d&#8217;água foi quando disse em particionamento. Deu pra ver por telepatia a palidez da pessoa ao ouvir esta palavra. Ansiosa, disse que particionar era a maldição do Linux, porque é tudo confuso, que já perdeu dados, etc. Ouvi friamente tudo isso, até que mostrei telas do GParted, a facilidade de particionamento em forma de programa, o Beryl, o KDE e GNOME mais atuais, etc. A pessoa disse &#8220;tem que mexer em muitos comandos pra poder ficar assim&#8221;. Mal sabia ele que bastam cliques para poder ter um visual ao gosto.</p>
<p>Sem o que dizer, e puxado pelo assunto que eu havia de publicar uma análise do Mandriva, começou a falar mal do Ubuntu e dele, porque as duas tinham nomes estranhos, e isso era um dos motivos que ele não baixava para testar. Deu vontade de eu ir dormir, sinceramente. Pelo que eu saiba, nomes não interferem na usabilidade de sistema algum. É a mesma coisa que &#8220;não vou contratar fulano para a minha empresa porque ele tem nome feio&#8221;.</p>
<p>Vamos por partes, em primeiro lugar o <strong>visual</strong>. Realmente, o Linux já foi feio um dia, bem como o Windows ou qualquer outro sistema operacional, isso faz parte da evolução da informática. Veja, por exemplo, o KDE e GNOME de 7anos atrás:</p>
<p style="text-align:center;"><img src="http://www.guiadohardware.net/imagens/img-d02d7f8b.jpg" alt="matthiase1" height="450" width="600" /></p>
<p style="text-align:center;"><img src="http://www.guiadohardware.net/imagens/img-bc013f86.jpg" alt="solaris-gnome-monitor1" height="450" width="600" /></p>
<p>Vejam agora:</p>
<p style="text-align:center;"><img src="http://www.guiadohardware.net/imagens/img-ec512e1a.jpg" alt="35-superkaramba" height="450" width="600" /></p>
<p style="text-align:center;"><img src="http://www.guiadohardware.net/imagens/img-d56426e0.jpg" alt="cap" height="450" width="600" /></p>
<p>E outra questão importante: são altamente personalizáveis, sem precisar por mão alguma em comandos. Veja por exemplo, o que um usuário fez com o KDE:</p>
<p style="text-align:center;"><img src="http://www.guiadohardware.net/imagens/img-623a5a18.jpg" alt="kdemod" height="480" width="600" /></p>
<p>E não digo só isso. Enquanto muita gente &#8220;baba&#8221; no visual do Windows Vista, o Linux já estava um passo adiante, com efeitos de transparência e alternância de desktops espetaculares:</p>
<p style="text-align:center;"><img src="http://www.guiadohardware.net/imagens/img-aad81385.jpg" alt="xgl" height="480" width="600" /></p>
<p style="text-align:center;"><img src="http://www.guiadohardware.net/imagens/img-efef4687.jpg" alt="Bildschirmfoto_2" height="480" width="600" /></p>
<p>Claro, instalar o AIGLX e Beryl antigamente era uma coisa difícil, pois ainda estava em testes, e essa palavra assimila-se a desenvolvimento, ou seja, para o usuário final, não há dificuldade de instalação.</p>
<p>Outro ponto é o <strong>suporte à hardware</strong>. O usuário que conversava também me disse que era chato ficar montando e desmontando CDs toda vez que inseria um. Também não sabe que já existe novidades (antigos) como o udev e hal, que gerenciam toda a parte de dispositivos removíveis, como pendrives, CDs, DVDs, etc, abrindo, no KDE, uma tela com todas as opções:</p>
<p style="text-align:center;"><img src="http://www.guiadohardware.net/imagens/img-b0dfac79.png" alt="hal" height="430" width="408" /></p>
<p>E isto, sem dúvida, evoluiu em termos de detecção também. Basta inserir um CD, ir beber um copo d&#8217;água e pronto. Tudo identificado, tudo funcionando. Claro que há excessões: distribuições como o Ubuntu, por exemplo, que só contém um CD, possui quantidade menor de drivers, natural. Mas você poderá instalá-los de modo fácil; e também há os sistemas como o openSUSE e Mandriva, do tamanho de um DVD, que já vem com praticamente tudo. É raríssimo hoje ter que compilar drivers para rodar tal dispositivo, tarefa que era cotidiana anos atrás.</p>
<p>E, a maior parte da reclamação dos usuários vem da parte de <strong>instalação dos programas</strong>. Certo dia, um amigo a quem tinha indicado o Linux, e teoricamente testado, chegou todo irritado em mim e disse: &#8220;Não vou usar Linux, porque não tem como rodar o eMule nele; nenhum programa que tenho consigo instalar&#8221;. Disse para ela: calma, calma. O Windows tem seus programas; já o Linux tem outros, para as mesmas funções. Falando para ele que o aMule era o programa mais famoso de ED2K para Linux, voltou ele dizendo &#8220;esse aMule é ainda melhor&#8221;. Bem, bem&#8230;</p>
<p>O Linux tem programas de qualidade superior ao Windows, e vice-versa, obviamente. Por exemplo, nenhum aplicativo para gravação de CDs é tão poderoso quanto o K3B, para Linux. E a instalação também é outro ponto questionado: &#8220;Po, baixei um programa no SuperDownloads, para Linux, e não consigo instalar&#8221; é a frase típica de iniciantes. No Linux, a metodologia é outra: você vai até o gerenciador de pacotes e instala o que quiser:</p>
<p style="text-align:center;"><img src="http://www.guiadohardware.net/imagens/img-253dff4c.jpg" alt="esquema45" height="450" width="600" /></p>
<p>Vou citar outro fato real, muito próximo: minha própria mãe. Ela nunca havia mexido em computador frequentemente, e começou a utilizar meu openSUSE, com o login dela, todos os dias. Simplesmente não perguntava nada, ficava até admirado que ela foi aprendendo sozinha tudo, coisas que eu nem imaginava. Um dia, quando foi dar uma mexida no computador da amiga, com Windows, começou a reclamar, dizendo quue era mais complicado, era chato, dava erros estranhos. O melhor foi quando ela perguntou: &#8220;Você tem que atualizar o antivírus toda semana&#8221;. Ela virou e respondeu: &#8220;No Linux não tenho preocupações com vírus&#8221;. Fora que, com duas sessões abertas, basta com Ctrl+Alt+F7 para ela acessar o login dela enquanto vou comer, por exemplo.<br />
Afinal, ao contrário do que a maioria pensa que para configurar o Linux é preciso saber comandos, está muitíssimo enganado. Veja os painéis de controle do Mandriva (MCC) e openSUSE (YaST):</p>
<p style="text-align:center;"><img src="http://www.guiadohardware.net/imagens/img-e8810c7f.jpg" alt="esquema38" height="450" width="600" /></p>
<p style="text-align:center;"><img src="http://www.guiadohardware.net/imagens/img-af350e68.jpg" alt="snapshot29" height="405" width="600" /></p>
<p>Você deve estar se perguntando: &#8220;O usuário iniciante não possui estas informações&#8221;. Errado. Ele possui sim, a Internet é a maior prova disto, porém o comodismo acaba falando mais alto; no sentido de que, já com um preconceito a respeito do Linux, tem a vontade de desistir logo, nem que seja inconscientemente.</p>
<p>Outro fator contra o próprio Linux está dentro dele mesmo: as <strong>paixões</strong>. Da mesma forma que um viciado no Windows é totalmente preconceituoso, apaixonados por certas distribuições acabam acarretando no mesmo efeito. O pior é quando uma pessoa que usa a distro X começa a falar mal da Y, sem ao mesmo ter usado ela por um período (usado não no sentido de rodar e ver o menu, e sim de instalar programas, configurar, mudar, etc). Isso é totalmente prejudicial ao mundo o software livre, pois mentes fechadas numa idéia si não sobrevive num processo dinâmico de evolução em métodos. É preciso ter a mente aberta, e testar antes de opinar sobre distro ou programas. Mas isso vamos conferir em outra parte deste artigo, de modo mais completo.</p>
<p>Resumindo, <strong>o que freia a expansão do software livre são os pré-conceitos de quem não acompanha a evolução deste</strong>. Quem não fica antenado em novidades, sempre experimentando-as, acaba virando um morto digitalmente, servindo só para defender o sistema operacional pago, que, cá entre nós, possui poucas novidades nas novas versões. Fato é que, o Windows, por ser lançado a cada meia década, pelo intervalo de tempo maior tudo é publicado e todos ficam sabendo.<br />
Já no Linux, um simples sono pode deixar passar para trás muitas novidades. Os aplicativos são interligados; cada dia é uma novidade diferente; os sistemas são atualizados em períodos desde 6 até 18 meses em versões finais, fora as de desenvolvimento. O Linux evolui muito rápido, e quem não quer saber dele, por preconceito, acaba se tornando um vetor contrário ao vendo chamado software livre, cada vez maior.</p>
<p>&#8216;<strong>Experimentar antes de opinar</strong>&#8216;; essas são as palavras-chave para que o sistema aberto tenha cada vez mais sucesso.</p>
<p><strong>fonte: <a href="http://www.guiadohardware.net" target="_blank">Guia do Hardware.net </a></strong></p>
<br /><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/categories/diarionet.wordpress.com/101/" /> <img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/tags/diarionet.wordpress.com/101/" /> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/diarionet.wordpress.com/101/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/diarionet.wordpress.com/101/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/diarionet.wordpress.com/101/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/diarionet.wordpress.com/101/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/diarionet.wordpress.com/101/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/diarionet.wordpress.com/101/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/diarionet.wordpress.com/101/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/diarionet.wordpress.com/101/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/diarionet.wordpress.com/101/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/diarionet.wordpress.com/101/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/diarionet.wordpress.com/101/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/diarionet.wordpress.com/101/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/diarionet.wordpress.com/101/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/diarionet.wordpress.com/101/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=diarionet.wordpress.com&amp;blog=687262&amp;post=101&amp;subd=diarionet&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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			<media:title type="html">solaris-gnome-monitor1</media:title>
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			<media:title type="html">kdemod</media:title>
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			<media:title type="html">hal</media:title>
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	</item>
		<item>
		<title>Ubuntu: como instalar num pendrive</title>
		<link>http://diarionet.wordpress.com/2007/04/03/100/</link>
		<comments>http://diarionet.wordpress.com/2007/04/03/100/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 03 Apr 2007 21:13:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>xvr2k3rds</dc:creator>
				<category><![CDATA[Linux]]></category>
		<category><![CDATA[Notícia]]></category>
		<category><![CDATA[Open-Source]]></category>
		<category><![CDATA[Software Livre]]></category>
		<category><![CDATA[Ubuntu]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://diarionet.wordpress.com/2007/04/03/100/</guid>
		<description><![CDATA[Introdução Este artigo ensina como instalar o Ubuntu Linux em um pendrive. Ele poderá ser usado como referência para instalar qualquer distro em LiveCD. Autor: Chantra Configurando o Pendrive Localizando o dispositivo Inicialmente, você precisa plugar o pendrivre e verificar a qual dispositivo ele está associado. $ sudo fdisk -l Disk /dev/sdb: 1 GB, 515899392 [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=diarionet.wordpress.com&amp;blog=687262&amp;post=100&amp;subd=diarionet&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h1>Introdução</h1>
<p><span class="anchor"></span><span class="anchor"></span></p>
<p class="line886">Este artigo ensina como instalar o Ubuntu Linux em um pendrive. Ele poderá ser usado como referência para instalar qualquer distro em LiveCD. <span class="anchor"></span></p>
<p><span class="anchor"></span></p>
<p class="line879">Autor: <a href="http://www.debuntu.org/user/chantra" class="http">Chantra</a> <span class="anchor"></span></p>
<p><span class="anchor"></span></p>
<h2>Configurando o Pendrive</h2>
<p><span class="anchor"></span><span class="anchor"></span></p>
<h3>Localizando o dispositivo</h3>
<p><span class="anchor"></span><span class="anchor"></span></p>
<p class="line886">Inicialmente, você precisa plugar o pendrivre e verificar a qual dispositivo ele está associado.  <span class="anchor"></span></p>
<p><span class="anchor"></span><span class="anchor"></span></p>
<pre>$ sudo fdisk -l
<span class="anchor"></span>
<span class="anchor"></span>Disk /dev/sdb: 1 GB, 515899392 bytes
<span class="anchor"></span>16 heads, 32 sectors/track, 1968 cylinders
<span class="anchor"></span>Units = cylinders of 512 * 512 = 262144 bytes
<span class="anchor"></span>
<span class="anchor"></span>   Device Boot      Start         End      Blocks   Id  System
<span class="anchor"></span>/dev/sdb1   *           1        1968      503792    e  W95 FAT16 (LBA)
<span class="anchor"></span></pre>
<p><span class="anchor"></span><span class="anchor"></span></p>
<ul>
<li>
<p class="line903"><strong>Usando o nome do dispositivo errado seu sistema será destruido!!</strong> <span class="anchor"></span></p>
<p><span class="anchor"></span></li>
</ul>
<h3>Criando as partições</h3>
<p><span class="anchor"></span><span class="anchor"></span></p>
<p class="line886">Desmonte a partição: <span class="anchor"></span></p>
<p><span class="anchor"></span><span class="anchor"></span></p>
<pre>$sudo umount /dev/sdb1
<span class="anchor"></span></pre>
<p><span class="anchor"></span><span class="anchor"></span></p>
<p class="line886">Execute o fdsik para recriar a tabela de partição: <span class="anchor"></span></p>
<p><span class="anchor"></span><span class="anchor"></span></p>
<pre>$sudo fdisk /dev/sdb
<span class="anchor"></span></pre>
<p><span class="anchor"></span><span class="anchor"></span></p>
<p class="line886">Delete todas as partições e crie 2 partições nova: <span class="anchor"></span></p>
<p><span class="anchor"></span></p>
<ul>
<li>
<p class="line879">1 partição com o sistema de arquivos <strong>FAT</strong> de 750M onde será mantido a iso do LiveCD <span class="anchor"></span></p>
</li>
<li>
<p class="line886">O que sobrar será outra partição <span class="anchor"></span></p>
<p><span class="anchor"></span></li>
</ul>
<p class="line886">Siga os seguintes passos para criar as partições usando o fdisk: <span class="anchor"></span></p>
<p><span class="anchor"></span></p>
<ul>
<li>
<p class="line886">n para criar uma nova partição <span class="anchor"></span></p>
</li>
<li>
<p class="line886">p para torná-la primaria <span class="anchor"></span></p>
</li>
<li>
<p class="line886">1 então ela será a primeira partição primaria <span class="anchor"></span></p>
</li>
<li>
<p class="line886">Aceitar o padrão ou digite 1 para iniciar do primeiro cilindro <span class="anchor"></span></p>
</li>
<li>
<p class="line886">+750M para informar o tamanho desta partição <span class="anchor"></span></p>
</li>
<li>
<p class="line886">a ativará a partição para boot <span class="anchor"></span></p>
</li>
<li>
<p class="line886">1 para escolher a partição 1  <span class="anchor"></span></p>
</li>
<li>
<p class="line886">t para alterar o tipo de partição <span class="anchor"></span></p>
</li>
<li>
<p class="line886">6 para configará-la como Fat16 <span class="anchor"></span></p>
<p><span class="anchor"></span></li>
</ul>
<p class="line886">Agora siga os seguintes passos para criar a segunda partição: <span class="anchor"></span></p>
<p><span class="anchor"></span></p>
<ul>
<li>
<p class="line886">n para criar uma nova partição <span class="anchor"></span></p>
</li>
<li>
<p class="line886">p para torná-la primaria <span class="anchor"></span></p>
</li>
<li>
<p class="line886">2 será a segunda partição <span class="anchor"></span></p>
</li>
<li>
<p class="line879">Aceite o padrão e pressione &lt;ENTER&gt; <span class="anchor"></span></p>
</li>
<li>
<p class="line886">Aceite o padrão para usar todo o espaço livre <span class="anchor"></span></p>
</li>
<li>
<p class="line886">Digite w para gravar a tabela de partição no pendrive <span class="anchor"></span></p>
<p><span class="anchor"></span></li>
</ul>
<h3>Formatando as partições</h3>
<p><span class="anchor"></span><span class="anchor"></span></p>
<p class="line879">A primeira parição será formatada como FAT16 e se chamará <strong>liveusb</strong>. <span class="anchor"></span></p>
<p><span class="anchor"></span><span class="anchor"></span></p>
<pre>$ sudo mkfs.vfat -F 16 -n liveusb /dev/sdb1
<span class="anchor"></span></pre>
<p><span class="anchor"></span><span class="anchor"></span></p>
<p class="line879">A segunda partição será formata como ext2 e se chamará <strong>casper-rw</strong>. Lembre-se que se está partição não se chamar casper-rw este artigo não funcionará! <span class="anchor"></span></p>
<p><span class="anchor"></span><span class="anchor"></span></p>
<pre>$ sudo mkfs.ext2 -b 4096 -L casper-rw /dev/sdb2
<span class="anchor"></span></pre>
<p><span class="anchor"></span><span class="anchor"></span></p>
<p class="line886">Agora, copie os arquivo para o penrive. <span class="anchor"></span></p>
<p><span class="anchor"></span></p>
<h2>Instalando o  Ubuntu</h2>
<p><span class="anchor"></span><span class="anchor"></span></p>
<h3>Montando a imagem do LiveCD do Ubuntu</h3>
<p><span class="anchor"></span><span class="anchor"></span></p>
<h3>Montando do CD</h3>
<p><span class="anchor"></span><span class="anchor"></span><span class="anchor"></span></p>
<pre>$ sudo mount /media/cdrom
<span class="anchor"></span></pre>
<p><span class="anchor"></span><span class="anchor"></span></p>
<h3>Montando um arquivo .iso</h3>
<p><span class="anchor"></span><span class="anchor"></span><span class="anchor"></span></p>
<pre>$ mkdir /tmp/ubuntu-livecd
<span class="anchor"></span>$ sudo mount -o loop /path/to/feisty-desktop-i386.iso /tmp/ubuntu-livecd
<span class="anchor"></span></pre>
<p><span class="anchor"></span><span class="anchor"></span></p>
<h3>Montando as partições do pendrive</h3>
<p><span class="anchor"></span><span class="anchor"></span></p>
<p class="line886">Desconecte e conecte novamente o pendrive e o linux montará as partições automaticamente no diretório /media, se isto não ocorrer execute os seguintes passos: <span class="anchor"></span></p>
<p><span class="anchor"></span><span class="anchor"></span></p>
<pre>$ mkdir /tmp/liveusb
<span class="anchor"></span>$ sudo mount /dev/sdb1 /tmp/liveusb
<span class="anchor"></span></pre>
<p><span class="anchor"></span><span class="anchor"></span></p>
<h3>Copiando os arquivos para o pendrive</h3>
<p><span class="anchor"></span><span class="anchor"></span></p>
<p class="line886">Acesso o diretório da imagem do CD que neste artigo está montado em /tmp/ubuntu-livecd, mas posderá estar em /media/cdrom , e copie para a raiz da primeira partição do pendrive: <span class="anchor"></span></p>
<p><span class="anchor"></span></p>
<ul>
<li>
<p class="line886">os diretórios: &#8216;casper&#8217;, &#8216;disctree&#8217;, &#8216;dists&#8217;, &#8216;install&#8217;, &#8216;pics&#8217;, &#8216;pool&#8217;, &#8216;preseed&#8217;, &#8216;.disk&#8217; <span class="anchor"></span></p>
</li>
<li>
<p class="line886">O ocnteúdo do diretório &#8216;isolinux&#8217; <span class="anchor"></span></p>
</li>
<li>
<p class="line886">e os arquivos &#8216;md5sum.txt&#8217;, &#8216;README.diskdefines&#8217;, &#8216;ubuntu.ico&#8217; <span class="anchor"></span></p>
</li>
<li>
<p class="line886">e estes arquivos também: &#8216;casper/vmlinuz&#8217;, &#8216;casper/initrd.gz&#8217; e &#8216;install/mt86plus&#8217; <span class="anchor"></span></p>
</li>
</ul>
<p><span class="anchor"></span></p>
<pre>$ cd /tmp/ubutu-livecd
<span class="anchor"></span>$ sudo cp -rf casper disctree dists install pics pool preseed .disk isolinux/* md5sum.txt README.diskdefines ubuntu.ico casper/vmlinuz casper/initrd.gz install/mt86plus /media/liveusb/
<span class="anchor"></span></pre>
<p><span class="anchor"></span><span class="anchor"></span><span class="anchor"></span></p>
<p class="line886">Acesse a primeira partição e renomei o arquivo isolinux.cfg para syslinux.cfg: <span class="anchor"></span></p>
<p><span class="anchor"></span><span class="anchor"></span></p>
<pre>$ cd /tmp/liveusb
<span class="anchor"></span>$ sudo mv isolinux.cfg syslinux.cfg
<span class="anchor"></span></pre>
<p><span class="anchor"></span><span class="anchor"></span></p>
<p class="line886">Altere o arquivo /tmp/liveusb de acordo com as suas configurações. <span class="anchor"></span></p>
<p><span class="anchor"></span></p>
<p class="line886">Edite o arquivo syslinux.cfg: <span class="anchor"></span></p>
<p><span class="anchor"></span><span class="anchor"></span></p>
<pre>DEFAULT persistent
<span class="anchor"></span>GFXBOOT bootlogo
<span class="anchor"></span>GFXBOOT-BACKGROUND 0xB6875A
<span class="anchor"></span>APPEND  file=preseed/ubuntu.seed boot=casper initrd=initrd.gz ramdisk_size=1048576 root=/dev/ram rw quiet splash --
<span class="anchor"></span>LABEL persistent
<span class="anchor"></span>  menu label ^Start Ubuntu in persistent mode
<span class="anchor"></span>  kernel vmlinuz
<span class="anchor"></span>  append  file=preseed/ubuntu.seed boot=casper persistent initrd=initrd.gz ramdisk_size=1048576 root=/dev/ram rw quiet splash --
<span class="anchor"></span>LABEL live
<span class="anchor"></span>  menu label ^Start or install Ubuntu
<span class="anchor"></span>  kernel vmlinuz
<span class="anchor"></span>  append  file=preseed/ubuntu.seed boot=casper initrd=initrd.gz ramdisk_size=1048576 root=/dev/ram rw quiet splash --
<span class="anchor"></span>LABEL xforcevesa
<span class="anchor"></span>  menu label Start Ubuntu in safe ^graphics mode
<span class="anchor"></span>  kernel vmlinuz
<span class="anchor"></span>  append  file=preseed/ubuntu.seed boot=casper xforcevesa initrd=initrd.gz ramdisk_size=1048576 root=/dev/ram rw quiet splash --
<span class="anchor"></span>LABEL check
<span class="anchor"></span>  menu label ^Check CD for defects
<span class="anchor"></span>  kernel vmlinuz
<span class="anchor"></span>  append  boot=casper integrity-check initrd=initrd.gz ramdisk_size=1048576 root=/dev/ram rw quiet splash --
<span class="anchor"></span>LABEL memtest
<span class="anchor"></span>  menu label ^Memory test
<span class="anchor"></span>  kernel mt86plus
<span class="anchor"></span>  append -
<span class="anchor"></span>LABEL hd
<span class="anchor"></span>  menu label ^Boot from first hard disk
<span class="anchor"></span>  localboot 0x80
<span class="anchor"></span>  append -
<span class="anchor"></span>DISPLAY isolinux.txt
<span class="anchor"></span>TIMEOUT 300
<span class="anchor"></span>PROMPT 1
<span class="anchor"></span>F1 f1.txt
<span class="anchor"></span>F2 f2.txt
<span class="anchor"></span>F3 f3.txt
<span class="anchor"></span>F4 f4.txt
<span class="anchor"></span>F5 f5.txt
<span class="anchor"></span>F6 f6.txt
<span class="anchor"></span>F7 f7.txt
<span class="anchor"></span>F8 f8.txt
<span class="anchor"></span>F9 f9.txt
<span class="anchor"></span>F0 f10.txt
<span class="anchor"></span></pre>
<p><span class="anchor"></span><span class="anchor"></span><span class="anchor"></span></p>
<h3>Tornando o pendrive bootável</h3>
<p><span class="anchor"></span><span class="anchor"></span></p>
<p class="line886">Instale os arquivos syslinux e mtools: <span class="anchor"></span></p>
<p><span class="anchor"></span><span class="anchor"></span></p>
<pre>$ sudo apt-get install syslinux mtools
<span class="anchor"></span></pre>
<p><span class="anchor"></span><span class="anchor"></span></p>
<p class="line886">Desmonte o dispositivo /dev/sdb1 e torne-o bootável: <span class="anchor"></span></p>
<p><span class="anchor"></span><span class="anchor"></span></p>
<pre>$ cd
<span class="anchor"></span>$ sudo umount /tmp/liveusb
<span class="anchor"></span>$ sudo syslinux -f /dev/sdb1
<span class="anchor"></span></pre>
<p><span class="anchor"></span><span class="anchor"></span></p>
<p class="line886">Reinicie a máquina e altere a BIOS para dar boot pelo pendrive. <span class="anchor"></span></p>
<p><span class="anchor"></span></p>
<h2>Resolvendo problemas</h2>
<p><span class="anchor"></span><span class="anchor"></span></p>
<p class="line886">Se ocorrer algum erro durante o boot, a MBR deve estar corrompida. Para corrigir isso use o lilo (instalado somente para esse propósito). <span class="anchor"></span></p>
<p><span class="anchor"></span><span class="anchor"></span></p>
<pre>$ lilo -M /dev/sdb
<span class="anchor"></span></pre>
<p><span class="anchor"></span><span class="anchor"></span></p>
<h2>Links</h2>
<p><span class="anchor"></span><span class="anchor"></span>Debuntu.org &#8211; <a href="http://www.debuntu.org/" class="http">http://www.debuntu.org</a></p>
<p><strong> fonte: <a href="http://wiki.ubuntu-br.org" target="_blank">Ubuntu Brasil </a></strong></p>
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		</media:content>
	</item>
		<item>
		<title>Windows liveCD: criando uma versão Windows que roda através de um cd bootável</title>
		<link>http://diarionet.wordpress.com/2007/03/31/windows-livecd/</link>
		<comments>http://diarionet.wordpress.com/2007/03/31/windows-livecd/#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 01 Apr 2007 01:32:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>xvr2k3rds</dc:creator>
				<category><![CDATA[Windows]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://diarionet.wordpress.com/2007/03/31/windows-livecd/</guid>
		<description><![CDATA[por: Marcos Elias Picão Existe um programa, o PEBuilder / BartPE, que extrai os arquivos de um CD do Windows e gera uma imagem ISO, que deverá ser depois gravada em CD. Essa imagem contém comandos de inicialização (é um CD de boot), mas não é para instalar o Windows. Ela executará o Windows, de [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=diarionet.wordpress.com&amp;blog=687262&amp;post=99&amp;subd=diarionet&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p align="right"><strong><em>por: <span class="author">Marcos Elias Picão</span></em></strong></p>
<p>Existe um programa, o PEBuilder / BartPE, que extrai os arquivos de um CD do Windows e gera uma imagem ISO, que deverá ser depois gravada em CD. Essa imagem contém comandos de inicialização (é um CD de boot), mas não é para instalar o Windows. Ela executará o Windows, de forma semelhante às distribuições Linux que rodam do CD, como o Kurumin por exemplo, (digo de forma semelhante &#8220;para o usuário&#8221;, visto que são sistemas incompatíveis entre si e sem ligações <img src='http://s0.wp.com/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' /> . O que dá a entender é que ele carrega o Windows até determinado ponto de uma suposta &#8220;instalação&#8221;, onde o hardware gráfico é ativado e recursos essenciais são executados. No entanto em dado momento a &#8220;instalação&#8221; é interrompida e é executado um programa, um menu para você acessar os aplicativos.</p>
<p>Você não terá a sua disposição o Explorer, pois ele é muito pesado e deveria carregar muitas outras coisas. No entanto as janelas ficam com o tema padrão do Windows, e a maioria dos programas que estiver no HD pode ser executada. Ele criará um disco virtual na memória RAM (ramdisk), e alguns arquivos que precisam de suporte a escrita são colocados aí. Não precisará de senha nem nada, ele usará a conta padrão do Windows (a conta usada durante a instalação, e posteriormente, a que é utilizada até a tela de logon).</p>
<p>Bem&#8230; Vamos mostrar um tutorial básico e fácil!</p>
<p>Você precisará de:</p>
<ul>
<li>CD do Windows XP (com Service Pack 1 ou posterior), ou Windows Server 2003 (com ou sem Service Pack).</li>
</ul>
<ul>
<li>O BartPE (baixe em <a href="http://www.nu2.nu/pebuilder">www.nu2.nu/pebuilder</a> e instale-o).</li>
</ul>
<ul>
<li>Cerca de 1 GB livre no seu HD, temporariamente (depois de gravar o CD você pode apagar a pasta do PEBuilder e a imagem ISO do CD e recuperar o espaço).</li>
</ul>
<p>Aqui eu vou mostrar apenas como gerar o CD. Você pode personalizar uma série de coisas editando os &#8220;plug-ins&#8221;, mas como este site é dedicado &#8220;também&#8221; a geeks e fuçadores, não vamos nos deter a isso. Para adicionar alguns programas para rodar do CD você tem que alterar um plug-in do BartPE que adiciona entradas no registro (ele é instalado por padrão, basta editá-lo), afinal alguns programas só rodam se encontrarem determinadas informações no registro. O processo consiste em indicar a fonte dos arquivos, uma pasta com arquivos adicionais que você queira deixar no CD e configurar os plug-ins desejados. O PEBuilder fará o restante sozinho. Vamos lá.</p>
<p>Com o PEBuilder instalado, abra-o (Iniciar &gt; Programas &gt; PEBuilder). Veja:<br />
<img src="http://www.guiadohardware.net/imagens/img-1b7731ae.gif" alt="interface" height="402" width="488" /><br />
Coloque o CD do Windows na unidade de CD, e indique o caminho no campo da fonte (indique a unidade, não a pasta i386). Se você quiser, inclua uma pasta com arquivos que você queira deixar no CD (por exemplo, alguns programas extras, arquivos diversos, a foto da sua namorada&#8230;). No campo &#8220;Saída&#8221;, deixe o padrão; é apenas uma pasta para onde os arquivos serão copiados, com a estrutura do CD. No campo &#8220;Saída da mídia&#8221;, escolha &#8220;Criar imagem (ISO)&#8221; e escolha o local para salvar o arquivo. Se quiser gravar direto pode marcar a opção &#8220;Queimar CD/DVD&#8221;, mas aí você deverá ter o CD do Windows em outra unidade. Se você só possui a unidade de gravação deixe marcada a opção de criar imagem, e depois grave-a com o seu programa de gravação de CDs.</p>
<p>Enfim.. Clicando no botão &#8220;Plugins&#8221; você pode ativar ou desativar plug-ins. Uma série deles é inserida por padrão. Recomendo ativar o &#8220;Boot Fix&#8221;, que habilita o item &#8220;Pressione uma tecla para iniciar do CD&#8230;&#8221;. Isso ajuda na hora de dar boot em um PC com sistema já instalado, afinal você não precisa retirar o CD para alternar o sistema. Para ativá-lo, clique no botão &#8220;Plugins&#8221;, selecione o &#8220;Boot Fix&#8230;&#8221; e clique no botão &#8220;Ativar/Desativar&#8221;. Depois clique em &#8220;Fechar&#8221;, retornando à tela do PE Builder. Aí é só clicar em &#8220;Gerar&#8221;. Agora &#8220;sente e relaxe enquanto o Windows 98 é instalado em seu PC&#8221;&#8230; He he, sente e relaxe enquanto os arquivos são extraídos do CD do Windows, mesclados com as configurações do PE Builder / BartPE e armazenados no ISO.</p>
<p>Ao fim ele mostrará um relatório. É bom observar se não tem erros. Agora é só gravar o CD <img src='http://s0.wp.com/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' /> </p>
<p>Para a maioria dos programas de gravação, você pode usar diretamente a opção &#8220;Gravar imagem&#8221;, mas existem excessões. No caso do Nero Burning ROM, por exemplo, você precisa abrir o programa, cancelar a tela de entrada, clicar no menu &#8220;Gravadora &gt; Gravar imagem&#8221; e indicar o arquivo ISO criado.</p>
<p>Veja o sistema dando boot (é a mesma tela de boot do Windows &#8220;normal&#8221;):<br />
<img src="http://www.guiadohardware.net/imagens/img-796babfb.gif" alt="boot" height="480" width="640" /><br />
Agora ele em execução:<br />
<img src="http://www.guiadohardware.net/imagens/img-38e70b53.gif" alt="iniciar" height="480" width="640" /><br />
Nesse caso personalizei o menu com links para programas que coloquei numa pasta adicional do CD (para editar o menu, edite o arquivo &#8220;\pebuilder3110a\plugin\nu2menu\nu2menu.inf&#8221;, está em estilo XML e não é difícil), além de traduzi-lo. Por ali pode-se trocar a imagem do botão &#8220;Iniciar&#8221; também <img src='http://s0.wp.com/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' /> . E para trocar o papel de parede, basta trocar o arquivo &#8220;bartpe.bmp&#8221; na pasta do PE Builder.</p>
<p>A adição de alguns programas específicos fica facilitada, pois vêm pré-configurados pelo PEBuilder. O que você deve fazer é copiar e colocar os arquivos do programa na pasta dele (dentro da pasta &#8220;\plugin\&lt;NomeDoPrograma&gt;\files&#8221;), e editar o arquivo &#8220;.inf&#8221; da pasta do programa (esse arquivo mantém entradas que serão adicionadas no registro, para o funcionamento correto dos aplicativos, visto que não terão como ser instalados depois, com o Windows rodando do CD). Para adicionar o Nero Burning ROM, por exemplo, copie os arquivos da pasta &#8220;Nero Burning ROM&#8221; (do seu Nero já instalado) para &#8220;\plugin\nero burning rom\files&#8221;, editando no arquivo &#8220;\plugin\nero burning rom\penero.inf&#8221; o número serial e seu nome de registro. No caso do Nero 6, copie também o &#8220;shfolder.dll&#8221; da pasta system32 para a pasta &#8220;files&#8221; do Nero no PEBuilder. No arquivo &#8220;.inf&#8221; haverá algumas notas sobre requisitos de outros programas. Se o programa que você precisa incluir não estiver &#8220;catalogado&#8221; pelo PEBuilder, você pode colocar a pasta dele dentro da pasta adicional, que você pode definir na primeira tela apresentada.</p>
<p>Ele rodará até mesmo em PCs sem HD. Experimente desconectar o cabo do seu se não acredita.</p>
<p>Eu não testei a rede nem a conexão, muito menos o som. Diversos programas simplesmente não têm como ser executados, como o Internet Explorer, já que carregariam para isso uma série de arquivos e drivers do Windows inviáveis. Para acessar os arquivos e pastas das unidades, use o programa &#8220;A43 File Management Utility&#8221;, já embutido por padrão no Bart PE.</p>
<p>O Windows é um sistema que não foi projetado para rodar do CD, portanto agradeça por ter esta alternativa não-MS que funciona. Apesar das limitações, ele é excelente como ferramenta para técnicos.</p>
<p>Um uso comum, muito usado em manutenção, por exemplo, é jogar os dados do usuário em outra partição ou HD para formatar o primeiro sem perder os dados, além de poder ver arquivos do HD, editar e salvar arquivos em disquetes, copiar disquetes.</p>
<p><strong>Observação</strong>: NÃO UTILIZE MÍDIAS CD-RW (regraváveis). Funciona, mas não é recomendável para CD de boot, por ser geralmente mais leeento e apresentar problemas mais facilmente.</p>
<p><strong>Dica</strong>: Se você não quer gastar um CD só para testar (mesmo tendo hoje CDs virgens a menos de 1 real!), pode usar um emulador de PC e dar boor através dele! (como o VMware, QEMU, Bochs, Xen, entre outros).</p>
<p><strong>Uma nota legal</strong>: Os CDs gerados usando o PC Builder devem ser apenas para uso pessoal. Redistribuí-los de qualquer forma (mesmo emprestar o CD para amigos) é considerado uma forma de pirataria. Legalmente falando, mesmo para gerar um CD para uso pessoal, você precisaria de um CD original do Windows e a licença de uso. Dentro dos termos da EULA da Microsoft, o CD gerado pelo PE Builder seria considerado uma instalação do sistema.</p>
<p>As cláusulas sobre engenharia reversa da EULA não se aplicam neste caso, pois elas se referem ao uso de ferramentas de engenharia reversa, usadas para &#8220;desmontar&#8221; o programa e obter o código fonte. No caso do PE Builder, você está apenas gerando uma instalação modificada, o que é legalmente similar a gerar uma mídia de instalação contendo um service pack ou outras atualizações, por exemplo.</p>
<p>fonte: <a href="http://www.guiadohardware.net/artigos/windows-roda-cd/" target="_blank">Guia do Hardware.net </a></p>
<br /><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/categories/diarionet.wordpress.com/99/" /> <img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/tags/diarionet.wordpress.com/99/" /> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/diarionet.wordpress.com/99/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/diarionet.wordpress.com/99/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/diarionet.wordpress.com/99/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/diarionet.wordpress.com/99/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/diarionet.wordpress.com/99/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/diarionet.wordpress.com/99/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/diarionet.wordpress.com/99/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/diarionet.wordpress.com/99/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/diarionet.wordpress.com/99/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/diarionet.wordpress.com/99/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/diarionet.wordpress.com/99/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/diarionet.wordpress.com/99/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/diarionet.wordpress.com/99/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/diarionet.wordpress.com/99/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=diarionet.wordpress.com&amp;blog=687262&amp;post=99&amp;subd=diarionet&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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	</item>
		<item>
		<title>Yahoo! oferece e-mail com espaço ilimitado a partir de maio</title>
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		<pubDate>Wed, 28 Mar 2007 17:55:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>xvr2k3rds</dc:creator>
				<category><![CDATA[Informática]]></category>
		<category><![CDATA[Internet]]></category>

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		<description><![CDATA[O portal Yahoo! decidiu oferecer, a partir de maio, um espaço de armazenamento ilimitado e gratuito aos aproximadamente 250 milhões de usuários de seu sistema de correio Yahoo! Mail. Até agora, o Yahoo! Mail, líder do setor, com 250 milhões de usuários &#8211;contra 236 milhões do Hotmail da Microsoft, 60 milhões do Gmail do Google [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=diarionet.wordpress.com&amp;blog=687262&amp;post=98&amp;subd=diarionet&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O portal Yahoo! decidiu oferecer, a partir de maio, um espaço de armazenamento ilimitado e gratuito aos aproximadamente 250 milhões de usuários de seu sistema de correio Yahoo! Mail.</p>
<p>Até agora, o Yahoo! Mail, líder do setor, com 250 milhões de usuários &#8211;contra 236 milhões do Hotmail da Microsoft, 60 milhões do Gmail do Google e 50 milhões do AOL Mail, segundo a empresa Comscore&#8211;, propunha um espaço limitado de um gigabyte.</p>
<p>Era uma oferta muito inferior aos 2,6 GB oferecidos pelo Gmail e os 2 GB do Hotmail, num momento em que o forte crescimento do intercâmbio de fotos, vídeos e outras mensagens multimídia aumentam consideravelmente a necessidade de armazenamento dos internautas.</p>
<p>fonte: <a href="http://www1.folha.uol.com.br/folha/informatica/" target="_blank">Folha OnLine </a></p>
<br /><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/categories/diarionet.wordpress.com/98/" /> <img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/tags/diarionet.wordpress.com/98/" /> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/diarionet.wordpress.com/98/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/diarionet.wordpress.com/98/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/diarionet.wordpress.com/98/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/diarionet.wordpress.com/98/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/diarionet.wordpress.com/98/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/diarionet.wordpress.com/98/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/diarionet.wordpress.com/98/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/diarionet.wordpress.com/98/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/diarionet.wordpress.com/98/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/diarionet.wordpress.com/98/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/diarionet.wordpress.com/98/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/diarionet.wordpress.com/98/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/diarionet.wordpress.com/98/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/diarionet.wordpress.com/98/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=diarionet.wordpress.com&amp;blog=687262&amp;post=98&amp;subd=diarionet&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		</media:content>
	</item>
		<item>
		<title>Barreira antipirataria do Windows Vista é superada</title>
		<link>http://diarionet.wordpress.com/2007/03/28/barreira-antipirataria-do-windows-vista-e-superada/</link>
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		<pubDate>Wed, 28 Mar 2007 17:47:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>xvr2k3rds</dc:creator>
				<category><![CDATA[Windows]]></category>

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		<description><![CDATA[Demorou, mas chegou rápido. Foram cerca de dois meses entre o lançamento do Windows Vista e a descoberta de um programa eficaz para engabelar o mecanismo antipirataria do sistema. Normalmente, os programas destravadores são divulgados antes mesmo do lançamento oficial dos produtos, mas a Microsoft vinha conseguindo frustrar os piratas com a exigência de um [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=diarionet.wordpress.com&amp;blog=687262&amp;post=97&amp;subd=diarionet&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Demorou, mas chegou rápido. Foram cerca de dois meses entre o lançamento do Windows Vista e a descoberta de um programa eficaz para engabelar o mecanismo antipirataria do sistema.</p>
<p>Normalmente, os programas destravadores são divulgados antes mesmo do lançamento oficial dos produtos, mas a Microsoft vinha conseguindo frustrar os piratas com a exigência de um registro feito via internet .</p>
<p>A Folha apurou que um hacker autodenominado Clony desenvolveu um programa capaz de driblar o Windows Genuine Advantage, que, depois de 30 dias, barra usuários do Vista que não possuírem um registro único feito com autenticação on-line.</p>
<p><!--FOTO--><!--/FOTO-->O destravador do autor anônimo diz a que veio em seu prolixo nome: Windows Vista All Versions x86 OneClick Activator.</p>
<p>De acordo com descrição do site <a href="http://keznews.com/search.php?s=OneClick+Activator&amp;s_what=" target="_blank">KezNews, o OneClick Activator </a>altera os dados de reconhecimento do hardware (Bios) pelo sistema e, assim, engana a trava contra piratas do Vista.</p>
<p>O novo Windows pode ser instalado sem que um número de série seja informado, uma característica que facilitou a ação do destravador. Nada é complicado para o usuário que busca a cópia ilegal. Basta executar o OneClick Activator e apertar os botões Next, OK e Finish, como na instalação de um software comum.</p>
<p>O pioneirismo de Clony foi comprovado também pela comparação com as cópias do Vista vendidas em barracas de softwares ilegais na cidade de São Paulo, que trazem programas para burlar a ativação que não funcionam.</p>
<p>Os números de série impressos nas embalagens do DVDs piratas não ajudam as cópias falsas. Um dos &#8220;destravadores&#8221; mais comuns é o antiWPA, que tenta alterar os registros do Vista, mas não consegue.</p>
<p><strong>Frustrados</strong></p>
<p>Na semana passada, o blog do gerente-sênior do Windows Genuine Advantage, Alex Kochis, fez pouco dos piratas. Circulava na internet a teoria de que era possível estender o uso sem registro do Vista por meio de alterações manuais.</p>
<p>Ao analisar o método, Kochis escreveu, em blogs.msdn.com/wga, que estava &#8220;feliz em atualizar os leitores do blog&#8221;, pois a técnica era inútil.</p>
<p>fonte: <a href="http://www1.folha.uol.com.br/folha/informatica/" target="_blank">Folha OnLine </a></p>
<br /><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/categories/diarionet.wordpress.com/97/" /> <img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/tags/diarionet.wordpress.com/97/" /> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/diarionet.wordpress.com/97/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/diarionet.wordpress.com/97/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/diarionet.wordpress.com/97/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/diarionet.wordpress.com/97/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/diarionet.wordpress.com/97/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/diarionet.wordpress.com/97/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/diarionet.wordpress.com/97/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/diarionet.wordpress.com/97/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/diarionet.wordpress.com/97/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/diarionet.wordpress.com/97/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/diarionet.wordpress.com/97/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/diarionet.wordpress.com/97/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/diarionet.wordpress.com/97/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/diarionet.wordpress.com/97/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=diarionet.wordpress.com&amp;blog=687262&amp;post=97&amp;subd=diarionet&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		</media:content>
	</item>
		<item>
		<title>Troca-troca de partidos, o fim da sacanagem</title>
		<link>http://diarionet.wordpress.com/2007/03/28/troca-troca-de-partidos-o-fim-da-sacanagem/</link>
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		<pubDate>Wed, 28 Mar 2007 11:21:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>xvr2k3rds</dc:creator>
				<category><![CDATA[Política]]></category>

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		<description><![CDATA[Por maioria (6 votos a 1), o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) decidiu que os votos em eleições proporcionais pertencem aos partidos e coligações, e não aos candidatos eleitos. Na prática, a medida acaba com o chamado troca-troca de partidos políticos e estabelece a fidelidade partidária entre deputados federais, estaduais e vereadores. Cinco ministros acompanharam o [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=diarionet.wordpress.com&amp;blog=687262&amp;post=96&amp;subd=diarionet&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span class="noticialink">Por maioria (6 votos a 1), o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) decidiu que os votos em eleições proporcionais pertencem aos partidos e coligações, e não aos candidatos eleitos. Na prática, a medida acaba com o chamado troca-troca de partidos políticos e estabelece a fidelidade partidária entre deputados federais, estaduais e vereadores. Cinco ministros acompanharam o voto do relator, Cesar Asfor Rocha, e só um deles foi contrário.</span></p>
<p>Em sua argumentação, Rocha afirmou que &#8220;o candidato não existe fora de um partido político. Parece equivocado que o mandato pertença ao candidato eleito.&#8221; Ele disse ainda que deputados tratam seus mandatos &#8220;como se fossem suas propriedades&#8221;.</p>
<p>A decisão foi motivada por uma consulta feita pelo PFL sobre o direito de os partidos e coligações preservarem a vaga quando houver pedido de cancelamento de filiação ou de transferência do candidato eleito por um partido para outra legenda.</p>
<p><strong>Como os ministros votaram</strong></p>
<p>O ministro Cesar Rocha respondeu à consulta do PFL com o argumento de que os partidos e coligações devem conservar o direito ao mandato obtido se o candidato eleito se desfiliar para ingressar em outra legenda.</p>
<p>O presidente do TSE, ministro Marco Aurélio Mello, acompanhou o voto do relator. Ele lembrou dispositivos da Lei 9.096/95 (Lei dos Partidos Políticos) _os artigos 25 e 26 dessa norma_ os quais autorizam o partido político a estabelecer medidas disciplinares e penalidade caso o parlamentar não acompanhe, em atitudes ou no voto, as diretrizes da legenda. O ministro Marco Aurélio também citou resolução do TSE que prevê que, caso o registro do candidato seja indeferido após a alimentação das urnas eletrônicas, os votos deste candidato devem ser direcionados ao partido.</p>
<p>O ministro Cezar Peluso _terceiro a manifestar o voto_ acompanhou o relator, argumentando que &#8220;a vinculação do partido ao candidato é ínsita ao sistema representativo proporcional&#8221;. Lembrando o artigo 14 da Constituição Federal, ele disse que a filiação partidária é requisito essencial à elegibilidade do candidato. O cancelamento dessa filiação ou a transferência para outra legenda &#8220;tem por efeito a preservação da vaga ao partido&#8221;, declarou.</p>
<p>O ministro Carlos Ayres Britto, também acompanhou o relator, seguido na decisão pelos ministros José Delgado e Caputo Bastos, no sentido de que o mandato pertence ao partido e não ao eleito.</p>
<p>O único a manifestar-se contrário foi o ministro Marcelo Ribeiro, que que declarou &#8220;não pode haver perda do mandato se o candidato eleito troca de partido, porque essa penalidade não está prevista nem na Constituição Federal nem em normas infraconstitucionais&#8221;. O ministro disse que, no seu entendimento, o artigo da Constituição que estabelece os casos de perda de mandato (artigo 55) &#8220;é exaustivo e não comportaria essa hipótese extra, de infidelidade partidária&#8221;.</p>
<p><strong>Fenômeno antigo</strong></p>
<p>Os números confirmam a promiscuidade na política. Até o dia 25 de março, 35 dos 513 deputados federais abandonaram seus partidos desde a última eleição, em outubro de 2006. Desses, 25 estariam em agremiações de oposição àquelas as quais foram eleitos, segundo levantamento do TSE.</p>
<p>O fenômeno é antigo. O site &#8220;Congresso em Foco&#8221; aponta que um em cada três dos 618 deputados, entre titulares e suplentes que exerceram o mandato entre janeiro de 2003 e dezembro de 2006, trocou de partido durante o período. Na legislatura passada, 193 deputados trocaram 285 vezes de partido.</p>
<p><strong>Votos do candidato ou do partido?</strong></p>
<p>Pela interpretação do TSE, os votos pertencem aos partidos, e não aos candidatos. A justificativa apóia-se na legislação eleitoral.</p>
<p>Pela regra atual, a distribuição de cadeiras baseia-se na seguinte regra: divide-se o número de votos válidos pela quantidade de vagas em disputa em cada Estado. O resultado é o chamado quociente eleitoral. A partir daí, as vagas são distribuidas aos partidos e coligações de acordo com o número de votos que eles obtiveram. Por fim, as vagas são são preenchidas pelos candidatos mais votados em cada legenda.</p>
<p>Em São Paulo, por exemplo, um partido ou coligação precisava de 296.519 votos para eleger um deputado.</p>
<p>De acordo com o TSE, apenas 32 deputados federais obtiveram votação ou superior ao coeficiente eleitoral e não precisaram dos votos de seus partidos para se elegerem.</p>
<p>fonte: <a href="http://noticias.uol.com.br/uolnews" target="_blank">UOL</a></p>
<br /><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/categories/diarionet.wordpress.com/96/" /> <img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/tags/diarionet.wordpress.com/96/" /> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/diarionet.wordpress.com/96/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/diarionet.wordpress.com/96/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/diarionet.wordpress.com/96/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/diarionet.wordpress.com/96/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/diarionet.wordpress.com/96/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/diarionet.wordpress.com/96/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/diarionet.wordpress.com/96/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/diarionet.wordpress.com/96/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/diarionet.wordpress.com/96/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/diarionet.wordpress.com/96/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/diarionet.wordpress.com/96/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/diarionet.wordpress.com/96/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/diarionet.wordpress.com/96/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/diarionet.wordpress.com/96/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=diarionet.wordpress.com&amp;blog=687262&amp;post=96&amp;subd=diarionet&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<title>Kurumin: Utilitários de Sistema</title>
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		<pubDate>Tue, 20 Mar 2007 17:46:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>xvr2k3rds</dc:creator>
				<category><![CDATA[Kurumin]]></category>
		<category><![CDATA[Linux]]></category>
		<category><![CDATA[Open-Source]]></category>
		<category><![CDATA[Software Livre]]></category>

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		<description><![CDATA[O menu de utilitários de sistema (Iniciar &#62; Sistema) reúne um conjunto de utilitários úteis, incluindo ferramentas de particionamento, backup e um conjunto de scripts e ferramentas de configuração. Alguns podem ser encontrados também dentro do Painel de Controle, outros estão disponíveis somente aqui. Na aba &#8220;Backup&#8220;, você encontra o Partition Image e o Konserve, [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=diarionet.wordpress.com&amp;blog=687262&amp;post=94&amp;subd=diarionet&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O menu de utilitários de sistema (Iniciar &gt; Sistema) reúne um conjunto de utilitários úteis, incluindo ferramentas de particionamento, backup e um conjunto de scripts e ferramentas de configuração. Alguns podem ser encontrados também dentro do Painel de Controle, outros estão disponíveis somente aqui.</p>
<p style="text-align:center;"><img src="http://www.guiadohardware.net/imagens/img-2abca7f9.jpg" alt="uti_html_3e051ac" height="262" width="600" /></p>
<p>Na aba &#8220;<strong>Backup</strong>&#8220;, você encontra o Partition Image e o Konserve, dois utilitários de backup bastante distintos. O Partition Image permite fazer imagens das partições, de forma a salvar, recuperar ou clonar as partições atuais. Ele é extremamente útil tanto nos momentos em que quiser fazer um backup completo do sistema, quanto quando precisar clonar a instalação do sistema, instalando-o em vários micros.</p>
<p>O Partimage deve ser usado com o Kurumin rodando direto do CD. O backup com a imagem da partição pode ser salvo tanto em uma outra partição do HD (você deve montá-la antes, ativando a permissão de escrita) quanto via rede, em uma pasta compartilhada via NFS. São copiados apenas os dados dentro da partição que, em seguida, são comprimidos em gzip ou bzip2 (o bzip2 comprime um pouco mais, mas é mais lento). Uma partição de 5 GB, com 3 GB ocupados vai gerar um arquivo de, em média, 1 GB. Não o subestime por causa da interface em modo texto: ele é um dos programas mais usados na área, competindo diretamente com o Norton Ghost.</p>
<p>O Konserve, por sua vez, é um utilitário bem mais simples, que permite fazer backup de pastas específicas. Você define as pastas que serão incluídas no backup, onde ele será salvo e sua periodicidade e ele faz o resto.</p>
<p>Na pasta &#8220;<strong>Particionamento</strong>&#8220;, você encontra os atalhos para o Gparted e o Cfdisk e também o Testdisk, que permite recuperar partições acidentalmente deletadas. Veremos mais detalhes sobre ele logo a seguir, no tópico sobre recuperação de partições danificadas.</p>
<p>Na pasta &#8220;<strong>Impressora</strong>&#8220;, você encontra atalhos para o kaddprinterwizard, hp-setup e o hp-toolbox, que já vimos, além do printmgr (Gerenciar as impressoras instaladas) e o kjobviewer (Gerenciar a fila de Impressão), onde você pode gerenciar as impressoras instaladas e gerenciar os trabalhos de impressão (e remover aquele livro de 200 páginas que você mandou imprimir por engano <img src='http://s1.wp.com/wp-includes/images/smilies/icon_wink.gif' alt=';)' class='wp-smiley' /> , além do printconf, um script que tenta detectar automaticamente novas impressoras instaladas.</p>
<p>A pasta &#8220;<strong>Ferramentas do KDE</strong>&#8221; agrupa um conjunto de pequenos utilitários e plugins do Konqueror que são úteis em várias situações. O &#8220;Gerenciar e Instalar Novas Fontes&#8221; (fonts:/System/truetype no Konqueror) permite gerenciar e instalar novas fontes TrueType, simplesmente colocando os arquivos dentro da pasta. Você pode instalar as fontes do Windows (que podem ser copiada a partir da pasta C:\Windows\Fonts) ou fontes incluídas em programas diversos. As fontes são um componente importante, pois permitem que páginas web e documentos sejam exibidos corretamente. Ter as fontes necessárias instaladas melhoram bastante o nível de compatibilidade do OpenOffice com os arquivos do Office, por exemplo.</p>
<p>O <strong>Ksysguard</strong> (Gerenciador de Tarefas) mostra uma lista com os programas que estão rodando, junto com a quantidade de memória utilizada por cada um, além de outras informações. Você pode usá-lo também para finalizar programas.</p>
<p style="text-align:center;"><img src="http://www.guiadohardware.net/imagens/img-cb84632a.jpg" alt="uti_html_m5e26345" height="352" width="600" /></p>
<p>Se você quer ver uma lista dos pacotes instalados no Kurumin, abra o &#8220;<strong>Gerenciador de Pacotes</strong>&#8221; (Kpackage). Se o Kurumin estiver instalado no HD e você já tiver rodado o comando &#8220;apt-get update&#8221; ou clicado no ícone &#8220;Atualizar lista de pacotes&#8221;, ele também mostrará uma lista com todos os pacotes disponíveis nos repositórios do Debian, que podem ser instalados via apt-get. Outro utilitário útil para gerenciar os programas instalados é o &#8220;<strong>kmenuedit</strong>&#8220;, que permite editar o menu iniciar do KDE.</p>
<p>O &#8220;Configurar os serviços do sistema&#8221; é um pequeno script que permite listar, ativar e desativar serviços de sistema (como o Cups, Cron, SSH, Samba e outros), além de scripts e configurações carregadas durante o boot. O Kurumin já vem configurado de forma bastante otimizada, mas você sempre pode reduzir o tempo de boot em alguns segundos ou reduzir um pouco o consumo de memória do sistema desativando alguns serviços que não são necessários no seu caso. Veremos mais detalhes sobre a configuração do serviços de sistema logo a seguir.</p>
<p>No menu &#8220;<strong>Gnome System Tools</strong>&#8220;, você encontra um conjunto de utilitários que originalmente foram desenvolvidos no Red Hat, depois incluídos no Fedora e (com modificações) no Mandriva, até finalmente serem portados para o Debian. Muitas destas ferramentas duplicam utilitários que já vimos, servindo como uma espécie de backup para quando as coisas dão errado:</p>
<p style="text-align:center;"><img src="http://www.guiadohardware.net/imagens/img-10bd0059.jpg" alt="uti_html_209701f0" height="194" width="600" /></p>
<p>Estes utilitários também são encontrados no Ubuntu e (com algumas diferenças) também nas versões atuais do Fedora. Se você tem experiência com um dos dois, vai se sentir em casa. O conjunto inclui:</p>
<ul>
<li><strong>Configurar Impressora</strong> (gnome-cups-add): Este é o mesmo utilitário para configurar a impressora usado no Ubuntu. Ele tem a mesma função do kaddprinterwizard, porém com uma interface um pouco diferente. Ele também funciona perfeitamente no Kurumin, de forma que você pode escolher qual dos dois usar.</li>
</ul>
<ul>
<li><strong>Configuração da Rede</strong> (network-admin): Esta é uma ferramenta alternativa para configurar a rede. Ao ser aberto, ele detecta as placas de rede (incluindo placas wireless) e modems instalados e mostra um menu de configuração separado para cada um. Note que ele se limita a exibir as placas e modems que já foram detectados e ativados pelo sistema. Ele não é capaz de detectar e ativar sua placa wireless ou modem por si só.</li>
</ul>
<ul>
<li><strong>Data e Hora</strong> (time-admin): É uma forma alternativa de ajustar a hora e o fuso horário do sistema. Você pode fazer isso também usando o &#8220;kcmshell &#8211;clock&#8221; do KDE, clicando com o botão direito sobre o relógio.</li>
</ul>
<ul>
<li><strong>HDs e Partições</strong> (disks-admin): Permite ver e montar as partições disponíveis no HD, substituindo os ícones no &#8220;Meu Computador&#8221; ou a montagem manual. Note que ele se limita a mostrar as partições existentes, para fazer alterações você deve usar o Gparted.</li>
</ul>
<ul>
<li><strong>Pastas Compartilhadas</strong> (shares-admin): Permite criar e desativar compartilhamentos de rede. Originalmente, ele permite apenas criar compartilhamentos NFS, mas passa a incluir também compartilhamentos do Samba, caso o servidor esteja instalado. Como vimos, você pode instalar o servidor Samba no Kurumin usando o ícone mágico ou instalando o pacote &#8220;samba&#8221; via apt-get.</li>
</ul>
<ul>
<li><strong>Gerenciador de Dispositivos</strong> (hal-device-manager): Este é um pequeno utilitário que permite examinar os componentes do micro, da forma como ele é visto pelo sistema operacional. As informações acabam sendo úteis apenas para o público técnico, pois ao invés de mostrar o modelo da placa-mãe, por exemplo, ela mostra informações sobre o chipset, interrupções, sensores e assim por diante.</li>
</ul>
<ul>
<li><strong>Gerenciar Usuários e Grupos</strong> (users-admin): Este é provavelmente o utilitário mais útil do conjunto, o utilitário para gerenciar usuários e grupos.</li>
</ul>
<p>Lembre-se de que o Linux é um sistema multiusuário. Sempre que permitir que alguém use seu micro, você pode criar um usuário separado, impedindo que o visitante danifique seus arquivos ou a configuração do sistema. O mesmo se aplica quando quiser dar acesso via SSH para alguém ou criar compartilhamentos usando o Samba. Utilize um usuário separado também quando precisar executar algum problema suspeito, assim você limita os danos caso ele contenha qualquer código malicioso.</p>
<p style="font-weight:bold;">fonte original: <a href="http://www.guiadohardware.net/dicas/kurumin-utilitarios-sistema.html" target="_blank">Guia do Hardware.net </a></p>
<br /><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/categories/diarionet.wordpress.com/94/" /> <img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/tags/diarionet.wordpress.com/94/" /> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/diarionet.wordpress.com/94/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/diarionet.wordpress.com/94/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/diarionet.wordpress.com/94/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/diarionet.wordpress.com/94/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/diarionet.wordpress.com/94/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/diarionet.wordpress.com/94/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/diarionet.wordpress.com/94/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/diarionet.wordpress.com/94/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/diarionet.wordpress.com/94/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/diarionet.wordpress.com/94/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/diarionet.wordpress.com/94/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/diarionet.wordpress.com/94/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/diarionet.wordpress.com/94/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/diarionet.wordpress.com/94/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=diarionet.wordpress.com&amp;blog=687262&amp;post=94&amp;subd=diarionet&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<title>Linux na prática do desktop, uso básico</title>
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		<pubDate>Mon, 19 Mar 2007 22:02:33 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Open-Source]]></category>
		<category><![CDATA[Software Livre]]></category>

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		<description><![CDATA[Para quem nunca viu ou não teve a oportunidade de utilizar o Linux esse vídeo dá a dimensão do profissionalismo e das possibilidades do desktop que as várias distribuições oferecem.<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=diarionet.wordpress.com&amp;blog=687262&amp;post=93&amp;subd=diarionet&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Para quem nunca viu ou não teve a oportunidade de utilizar o Linux esse vídeo dá a dimensão do profissionalismo e das possibilidades do desktop que as várias distribuições oferecem.</p>
<p align="center"><span style="text-align:center; display: block;"><a href="http://diarionet.wordpress.com/2007/03/19/linux-na-pratica-do-desktop-uso-basico/"><img src="http://img.youtube.com/vi/a-kut4lgzdw/2.jpg" alt="" /></a></span></p>
<br /><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/categories/diarionet.wordpress.com/93/" /> <img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/tags/diarionet.wordpress.com/93/" /> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/diarionet.wordpress.com/93/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/diarionet.wordpress.com/93/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/diarionet.wordpress.com/93/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/diarionet.wordpress.com/93/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/diarionet.wordpress.com/93/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/diarionet.wordpress.com/93/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/diarionet.wordpress.com/93/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/diarionet.wordpress.com/93/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/diarionet.wordpress.com/93/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/diarionet.wordpress.com/93/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/diarionet.wordpress.com/93/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/diarionet.wordpress.com/93/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/diarionet.wordpress.com/93/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/diarionet.wordpress.com/93/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=diarionet.wordpress.com&amp;blog=687262&amp;post=93&amp;subd=diarionet&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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	</item>
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		<title>Adaptação de tecnologia leva web aos cegos</title>
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		<pubDate>Mon, 19 Mar 2007 19:30:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>xvr2k3rds</dc:creator>
				<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>

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		<description><![CDATA[Imagine não poder utilizar o mouse do computador para acessar a internet e realizar outras tarefas no PC. Tão comum para os usuários “convencionais”, esse dispositivo é simplesmente inútil para uma parcela da população que utiliza cada vez mais a web: os deficientes visuais. Na era da internet, essas pessoas tiveram de fazer adaptações para [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=diarionet.wordpress.com&amp;blog=687262&amp;post=92&amp;subd=diarionet&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Imagine não poder utilizar o mouse do computador para acessar a internet e realizar outras tarefas no PC. Tão comum para os usuários “convencionais”, esse dispositivo é simplesmente inútil para uma parcela da população que utiliza cada vez mais a web: os deficientes visuais. Na era da internet, essas pessoas tiveram de fazer adaptações para acessar os dados digitais, abandonando, por exemplo, o mouse para navegar apenas com o teclado.<br />
Marco Antonio de Queiroz, consultor sobre acessibilidade a pessoas com deficiência e cego há 30 anos, criou seu próprio site e tem um acesso bastante convencional à web. Para isso, ele conta com o teclado e com softwares que lêem o que está escrito na tela. “Grande parte das tecnologias voltadas aos deficientes visuais consistem na transformação daquilo que está escrito em áudio”, afirmou ao <strong>G1</strong>.</p>
<p class="fotoMateria box192" align="center"><img src="http://g1.globo.com/Noticias/Tecnologia/foto/0,,8990668,00.jpg" class="foto" alt="Reprodução" height="253" width="192" /><br />
<em> Marco Antonio Queiroz é consultor sobre acessibilidade e construiu seu próprio site.</em></p>
<p class="fotoMateria box192" align="center">
Os leitores de tela, que possibilitam o acesso às páginas na internet, comunicação através de e-mails, envio de arquivos e o uso de outros programas, funcionam lendo o código HTML (linguagem de programação do site), indo da esquerda para a direita e de cima para baixo. “Para acessar o conteúdo de um site, a pessoa sem visão precisa navegar de link em link, com a tecla &#8220;tab&#8221;, até chegar à informação que deseja. Existem recursos que permitem pular alguns links, tornando o processo mais rápido”, conta o consultor.</p>
<p>Como o software transforma em áudio o código da página, ele não descreve o que é exibido em uma imagem, apenas lê o que ela representa como código &#8212; &#8220;foto&#8221; ou &#8220;gráfico&#8221;, por exemplo. &#8220;Isso dificulta a compreensão. Em uma imagem com link, por exemplo, só é possível saber ao que ele leva se a página tiver acessibilidade, com um texto junto ao código que descreva seu conteúdo”, conta Queiroz. O programa avisa qual é o tipo de estrutura pela qual está passando, notificando, por exemplo, se há uma caixa de texto. Para fazer a seleção, o clique do mouse é substituído pelo &#8220;enter&#8221;.
</p>
<p class="subTitulo"><strong><span class="marcador"> </span><span>Alternativas</span></strong></p>
<p>São quatro os principais softwares desse tipo utilizados no Brasil, sendo dois nacionais, um deles gratuito: o Dosvox, produzido pelo Núcleo de Computação Eletrônica da Universidade Federal do Rio de Janeiro e disponível no <a href="http://intervox.nce.ufrj.br/dosvox/" target="_blank">site da instituição</a>. “Ele é o que tem menos recursos, mas possui vários programas e é muito simples de manipular. A pessoa não precisa decorar muita coisa, por isso é fácil para quem está começando a utilizar o sistema”, conta.</p>
<p>Os outros leitores mais utilizados são o brasileiro Virtual Vision, além dos estrangeiros Windows Eyes e Jaws for Windows &#8212; este último, o mais utilizado no mundo.</p>
<p>Uma novidade implementada pela Receita Federal neste ano mostra que a acessibilidade deve se tornar cada vez mais presente nos sites de serviço: pela primeira vez, o software para a declaração do Imposto de Renda trouxe uma adaptação para ser interpretado por leitores de tela. Já no mundo off-line, uma exposição de Portinari leva as obras de arte até os deficientes visuais (assista ao vídeo ao lado).</p>
<p>Para o consultor, a acessibilidade faz com que pessoas com deficiência visual se tornem &#8220;cidadãos mais comuns&#8221;, podendo adquirir conteúdo via internet. Um exemplo dessas páginas é a <a href="http://www.bengalalegal.com/" target="_blank">Bengala Legal</a>, de Queiroz, que tem diversos artigos, fotos, poesias, notícias, links e é totalmente acessível.</p>
<p class="subTitulo"><span class="marcador"> </span><strong><span>Leitura</span></strong></p>
<p>Outros softwares para os deficientes visuais são os áudio-livros, que passam as histórias escritas para o som. Em destaque, há aqueles que utilizam a tecnologia Daisy(sigla em inglês para sistema digital de informação acessível), que transforma o livro em um arquivo de MP3, geralmente com uma interpretação de um artista. “Se for reproduzido em um computador, o texto do livro é exibido simultaneamenta na tela, em tamanho ampliado, para pessoas com visão prejudicada que gostam de ler”, explica Queiroz.</p>
<p>Segundo ele, também existem outros programas para transformar um texto em áudio, com tecnologia menos sofisticada que a do áudio-livro, mas com uma voz mais humanizada que a dos leitores de tela tradicional &#8212; isso pode deixar a escuta mais confortável.</p>
<p>Outras coisas bastante simples também precisam ser transferidas para o sistema sonoro, quando o equipamento é utilizado por deficientes visuais. Existem relógios, por exemplo, que “falam” as horas. Além disso, apesar da internet, o sistema de leitura braile não foi substituído. “As impressoras em braile são úteis para a leitura de pequenos textos. Em grande quantidade, acabam saindo caros e vale mais a pena utilizar os leitores de tela”, conta Queiroz.</p>
<p>Fonte: <a href="http://g1.globo.com/Noticias/0,,MUL11949-6174-6181,00.html" target="_blank">G1 Tecnologia</a></p>
<br /><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/categories/diarionet.wordpress.com/92/" /> <img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/tags/diarionet.wordpress.com/92/" /> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/diarionet.wordpress.com/92/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/diarionet.wordpress.com/92/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/diarionet.wordpress.com/92/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/diarionet.wordpress.com/92/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/diarionet.wordpress.com/92/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/diarionet.wordpress.com/92/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/diarionet.wordpress.com/92/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/diarionet.wordpress.com/92/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/diarionet.wordpress.com/92/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/diarionet.wordpress.com/92/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/diarionet.wordpress.com/92/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/diarionet.wordpress.com/92/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/diarionet.wordpress.com/92/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/diarionet.wordpress.com/92/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=diarionet.wordpress.com&amp;blog=687262&amp;post=92&amp;subd=diarionet&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<title>Empresa de Brasília turbina cadeira de rodas</title>
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		<pubDate>Mon, 19 Mar 2007 19:21:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>xvr2k3rds</dc:creator>
				<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>

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		<description><![CDATA[Engenheiros de uma empresa incubada pela UnB (Universidade de Brasília) desenvolveram um sistema capaz de turbinar as cadeiras de rodas convencionais, facilitando a vida de quem precisa usar o veículo. Com a ajuda de componentes que podem ser achados facilmente no mercado, qualquer cadeira de rodas poderá se tornar motorizada, a um custo provavelmente bem [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=diarionet.wordpress.com&amp;blog=687262&amp;post=91&amp;subd=diarionet&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Engenheiros de uma empresa incubada pela UnB (Universidade de Brasília) desenvolveram um sistema capaz de turbinar as cadeiras de rodas convencionais, facilitando a vida de quem precisa usar o veículo. Com a ajuda de componentes que podem ser achados facilmente no mercado, qualquer cadeira de rodas poderá se tornar motorizada, a um custo provavelmente bem menor que o dos equipamentos disponíveis hoje.</p>
<p>O engenheiro mecatrônico Samuel César Júnior, um dos responsáveis pelo projeto da empresa Optatis, conta que o trabalho começou por iniciativa dos próprios cadeirantes (como são chamados os usuários do veículo) de uma associação de Ceilândia, cidade-satélite de Brasília. “Eles nos procuraram após submeter o projeto à Finep [órgão de financiamento do governo federal] e conseguir a aprovação”, afirma César Júnior.</p>
<p align="center">&nbsp;</p>
<p align="center"><a href="http://g1.globo.com/Noticias/Tecnologia/foto/0,,9048015-EX,00.jpg" class="linkZoom" title="Zoom"><img src="http://g1.globo.com/Noticias/Tecnologia/foto/0,,9048015,00.jpg" class="foto" alt="Cláudio Reis" height="253" width="192" /></a><br />
<em>Samuel César Júnior, um dos responsáveis pela iniciativa</em></p>
<p>Segundo ele, muitos deles já possuem cadeira de rodas motorizada. O problema, no entanto, é que o veículo normalmente é importado, caro (custa entre R$ 4.000 e R$ 20 mil) e de difícil manutenção. Não é incomum que repor uma peça custe quase tanto quanto a cadeira de rodas inteira.</p>
<p>“Com um projeto totalmente nosso, seria possível reduzir o custo e facilitar a manutenção. Além disso, a idéia é capacitar o pessoal da associação para que eles mesmos possam, no futuro, fazer a manutenção e até a conversão completa da cadeira convencional para a cadeira motorizada”, diz o engenheiro. “Nós forneceríamos, por exemplo, o chip controlador programado, e eles fariam a montagem.”</p>
<p>Os elementos básicos necessários para “turbinar” a cadeira de rodas convencional são dois motores independentes; uma placa de potência, responsável por gerenciar esses motores; um manche, que serve de “volante” da cadeira; e uma placa de controle, que faz a leitura dos comandos do manche e os transforma nos movimentos do veículo.</p>
<p>No caso do manche, um controle de videogame faz o serviço sem o menor problema, embora outras soluções possam ser usadas, de acordo com o engenheiro. Os outros componentes também podem ser encontrados com facilidade. A parte eletrônica depois é programada pelos engenheiros, para que ela cumpra a função de “entender” os comandos necessários para controlar o movimento da cadeira de rodas.</p>
<p>“Nós ainda não fizemos uma certificação oficial da cadeira. Esse é um dos nossos objetivos para o futuro. Mas os próprios cadeirantes já a testaram e gostaram do que viram. A velocidade, mobilidade e dirigibilidade estão bastante boas”, afirma César Júnior.</p>
<p>Segundo ele, embora ainda seja cedo para estabelecer um valor final para o veículo, ele deve ficar bem abaixo do preço das cadeiras motorizadas importadas.</p>
<p>Fonte: <a href="http://g1.globo.com/Noticias/Tecnologia/0,,6174,00.html" target="_blank">G1 Tecnologia </a></p>
<br /><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/categories/diarionet.wordpress.com/91/" /> <img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/tags/diarionet.wordpress.com/91/" /> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/diarionet.wordpress.com/91/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/diarionet.wordpress.com/91/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/diarionet.wordpress.com/91/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/diarionet.wordpress.com/91/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/diarionet.wordpress.com/91/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/diarionet.wordpress.com/91/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/diarionet.wordpress.com/91/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/diarionet.wordpress.com/91/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/diarionet.wordpress.com/91/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/diarionet.wordpress.com/91/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/diarionet.wordpress.com/91/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/diarionet.wordpress.com/91/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/diarionet.wordpress.com/91/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/diarionet.wordpress.com/91/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=diarionet.wordpress.com&amp;blog=687262&amp;post=91&amp;subd=diarionet&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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	</item>
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		<title>Kurumin: Instalando servidores</title>
		<link>http://diarionet.wordpress.com/2007/03/19/kurumin-instalando-servidores/</link>
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		<pubDate>Mon, 19 Mar 2007 13:36:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>xvr2k3rds</dc:creator>
				<category><![CDATA[Kurumin]]></category>
		<category><![CDATA[Linux]]></category>
		<category><![CDATA[Open-Source]]></category>
		<category><![CDATA[Software Livre]]></category>

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		<description><![CDATA[por: Carlos E. Morimoto 13/03/2007 O Linux já é o sistema operacional mais usado em servidores. Em muitas situações, configurar um servidor Linux pode ser mais fácil do que configurar um micro doméstico, instalando plugins, suporte a vários formatos de vídeo e DVDs, jogos do Windows através do Cedega, e todos os outros recursos de [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=diarionet.wordpress.com&amp;blog=687262&amp;post=90&amp;subd=diarionet&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p align="right"><em><span class="warndesc">por: </span><span class="author">Carlos E. Morimoto</span><br />
<span class="author">13/03/2007</span></em><br />
O Linux já é o sistema operacional mais usado em servidores. Em muitas situações, configurar um servidor Linux pode ser mais fácil do que configurar um micro doméstico, instalando plugins, suporte a vários formatos de vídeo e DVDs, jogos do Windows através do Cedega, e todos os outros recursos de que um usuário doméstico normalmente precisa.</p>
<p>Você pode encontrar mais informações sobre a configuração de servidores Linux no  livro <em><a href="http://guiadohardware.net/gdhpress/">Redes e Servidores Linux</a></em>. Mas, mesmo que você não tenha intenção de se tornar um administrador de redes Linux, pode instalar muita coisa de forma fácil usando os ícones mágicos incluídos no Kurumin. Para isso, acesse a opção &#8220;Instalar e configurar Servidores&#8221; dentro do Centro de Controle:
</p>
<p style="text-align:center;"><img src="http://www.guiadohardware.net/imagens/img-06828175.jpg" alt="serv_html_4c2a357b" height="419" width="600" /></p>
<p>Este é um dos painéis com mais opções dentro do Centro de Controle. Vamos a um resumo das opções disponíveis.</p>
<p>Em outra dica, Já falei sobre as opções para configurar a rede, compartilhar a conexão e ativar o firewall. Ao compartilhar a conexão você pode aproveitar para adicionar um servidor proxy com o <strong>Squid</strong>. Ele incrementa o compartilhamento, adicionando um cache que armazena os arquivos mais acessados, o que melhora a velocidade de acesso e, ao mesmo tempo, permite que você acompanhe as páginas acessadas a partir dos outros micros da rede, usando o Sarg.</p>
<p>Originalmente, ao usar um proxy é necessário configurar manualmente cada micro da rede para usá-lo, o que é bastante trabalhoso. No caso do Squid você tem a opção de configurar um proxy transparente, que é feito combinando o recurso de aceleração http do Squid com o uso de uma regra de firewall, que faz com que todos os pacotes recebidos pelo servidor na porta 80, a partir dos micros da rede local, sejam encaminhados ao Squid e daí para a internet.</p>
<p>A regra de firewall opera de forma passiva, dispensando configurações adicionais. Enquanto os micros da rede utilizarem seu servidor para a acessarem a web, involuntariamente estarão passando pelo servidor proxy, usufruindo do cache e outras otimizações e tendo seus acessos logados. Caso necessário, você pode também criar uma lista de sites bloqueados, restringindo, por exemplo, o acesso ao Orkut.</p>
<p style="text-align:center;"><img src="http://www.guiadohardware.net/imagens/img-209ed796.jpg" alt="serv_html_m650b51bd" height="451" width="600" /></p>
<p>Na aba &#8220;Web e FTP&#8221; você encontra as opções de instalar um servidor Web <strong>Apache</strong>, com suporte a PHP e MySQL, que você pode usar para estudar sobre servidores web e testar os vários chats, fóruns e sistemas de gerenciamento de conteúdo de páginas que temos disponíveis.</p>
<p>No mesmo menu está a opção para instalar um servidor FTP, usando o <strong>Proftpd</strong>. Ele pode ser utilizado para compartilhar arquivos, dentro da rede ou na internet. É possível usá-lo para criar um simples FTP anônimo, ou liberar o acesso apenas a pessoas autorizadas. Para que o FTP fique disponível na internet, é necessário manter a porta 21 aberta no firewall. Se você acessa através de um modem ADSL configurado como roteador, é necessário redirecionar (port forwarding) a porta 21 para o seu micro. O Proftpd é configurado através do arquivo &#8220;/etc/proftpd.conf&#8221; e os arquivos que ficarão disponíveis para o FTP anônimo (que você pode ativar descomentando as linhas no final do arquivo) vão na pasta &#8220;/home/ftp&#8221;.</p>
<p>Na aba seguinte, &#8220;Arquivos e Impressoras&#8221;, você encontra o script para configurar um servidor <strong>Samba</strong>, que pode ser usado para compartilhar arquivos com outras máquinas da rede, tanto Windows quanto Linux. Anteriormente, aprendemos como acessar os compartilhamentos usando o Kurumin como cliente; através desta opção, ele pode se tornar servidor.</p>
<p>Ao instalar o servidor Samba, é necessário cadastrar os logins dos usuários que terão acesso aos compartilhamentos. Não é necessário que os logins e senhas sejam iguais aos usados nas máquinas Windows, mas ao usar senhas diferentes será necessário fornecer um dos logins cadastrados ao acessar os compartilhamentos. Você pode configurar o servidor e criar novos compartilhamentos usando o Swat, ou diretamente no arquivo &#8220;/etc/samba/smb.conf&#8221;.</p>
<p>Caso muita gente vá usar o servidor para guardar arquivos, você pode usar a opção de configurar <strong>quotas de disco</strong>, limitando o espaço que poderá ser usado por cada um.</p>
<p>A opção de compartilhar impressoras permite compartilhar as impressoras na rede usando o próprio Cups, como já vimos. Estas impressoras podem ser usadas tanto nas outras máquinas Linux, quanto nas máquinas Windows.</p>
<p>Na aba &#8220;Acesso Remoto&#8221; você encontra o script para instalar um servidor <strong>LTSP</strong>, batizado de &#8220;Kurumin Terminal Server&#8221;. O LTSP combina o NFS, DHCP, XDMCP, TFTP e um conjunto de scripts próprios para criar um servidor de terminais, que permite aproveitar micros antigos, ou com processadores lentos como terminais, executando via rede os aplicativos instalados no servidor.</p>
<p>Ao contrário do que pode parecer à primeira vista, o desempenho das estações é muito bom. Mesmo usando um Pentium 100 como terminal, os aplicativos rodam com praticamente a mesma velocidade que rodam ao serem executados localmente no servidor. Esta solução é adotada nos Telecontros e em diversas empresas, como uma forma de aproveitar máquinas antigas e reduzir custos.</p>
<p align="center">
<p style="text-align:center;"><img src="http://www.guiadohardware.net/imagens/img-58fa0931.jpg" alt="serv_html_399f9464" height="360" width="480" /></p>
<p>A configuração de um servidor LTSP está longe de ser trivial, tanto que ele consome quase 50 páginas do livro <em><a href="http://guiadohardware.net/gdhpress/">Redes e Servidores Linux</a></em>. Mas, o script automatiza a maior parte da instalação, permitindo que você consiga colocar o servidor para funcionar apenas lendo cuidadosamente as opções de instalação.</p>
<p>O primeiro passo é montar a rede entre o servidor e os terminais. Configure o servidor para usar o endereço &#8220;192.168.0.10&#8243;, que é o endereço de exemplo usado nos arquivos de configuração. Desta forma, seu trabalho é bem menor, pois você usa a configuração padrão.</p>
<p>Os terminais dão boot via rede e rodam todos os softwares a partir do servidor. Graças a isso, eles não precisam de HD nem CD-ROM, você só precisa configurá-los para dar boot através da rede. No caso das máquinas um pouco mais novas, que já possuem rede onboard, você só precisa acessar o setup e configura-las para dar boot via rede. Nas mais antigas, com placas PCI, você vai precisar usar um disquete ou CD-ROM de boot.</p>
<p>Para isso acesse o <a href="http://www.rom-o-matic.org/">http://www.rom-o-matic.org/</a>. Este site é um gerador de imagens de boot, onde você indica o modelo da placa de rede e o formato desejado e ele lhe devolve a imagem de boot a usar.</p>
<p>No primeiro campo, indique o modelo da placa de rede e, no segundo, indique o tipo de imagem que será gerada. Estão disponíveis módulos para várias placas de rede, incluindo as 3com, Intel, sis900 (usada em muitas placas onboard) e via-rhine-6105, usado nas placas Encore novas. As antigas placas com chipset Realtek 8139 trabalham em conjunto com o módulo &#8220;rtl8139&#8243;.</p>
<p>Use a opção &#8220;Floppy Bootable ROM Image (.zdsk)&#8221; para gerar a imagem de um disquete de boot ou a opção &#8220;ISO bootable image with legacy floppy emulation (.liso)&#8221; para gerar um CD de boot. Nesse caso, renomeie o arquivo gerado, de &#8220;.liso&#8221; para &#8220;.iso.</p>
<p style="text-align:center;"><img src="http://www.guiadohardware.net/imagens/img-d701a634.jpg" alt="serv_html_m727d0151" height="340" width="600" /></p>
<p>Para gravar um CD de boot, basta gravar a imagem da forma como gravaria um arquivo .iso tradicional. Depois, configure o cliente para dar boot através do CD-ROM. Intencionalmente, escolhemos a opção &#8220;with legacy floppy emulation&#8221;, que torna a imagem compatível com os BIOS usados em micros antigos. Para gravar os disquetes, use o comando: &#8220;<strong>dd if=eb-5.0.10-rtl8139.lzdsk of=/dev/fd0</strong>&#8221; (onde o eb-5.0.10-rtl8139.lzdsk é o nome do arquivo).</p>
<p>Ao dar boot nas estações, elas pararão na etapa inicial do boot, onde procuram pelo servidor. Aproveite para anotar o endereço MAC de cada estação, que é mostrado nas mensagens de boot.</p>
<p>O endereço MAC é um número de 12 dígitos (como: 00:0C:29:6F:F4:AB), diferente em cada placa, que você pode localizar facilmente entre as mensagens exibidas. Ele aparece na penúltima linha, como em &#8220;lancepci: 00:0C:29:6F:F4:AB&#8221;.</p>
<p style="text-align:center;"><img src="http://www.guiadohardware.net/imagens/img-25b1186b.jpg" alt="serv_html_m5dd85e70" height="255" width="600" /></p>
<p>Enquanto o servidor não estiver configurado, os terminais vão ficar indefinidamente no &#8220;Searching for DHCP Server&#8230;&#8221;, um sintoma de que que o boot via rede está ativo. Agora falta apenas o principal: o servidor <img src='http://s0.wp.com/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' /> .</p>
<p>O script do Kurumin Terminal Server se encarrega de baixar e instalar os pacotes, além de gerar uma configuração modelo, que você só precisa ajustar para seu uso.</p>
<p>A parte mais trabalhosa é a edição do arquivo de configuração do DHCP, onde você deve cadastrar os endereços MAC das placas de rede usadas nos clientes, de forma que o servidor possa diferenciar cada um. Mantenha os modelos de configuração incluídos no arquivo, substituindo apenas os endereços de exemplo pelos dos micros da sua rede:</p>
<p style="text-align:center;"><img src="http://www.guiadohardware.net/imagens/img-9756b1a5.jpg" alt="serv_html_4ddeafb2" height="332" width="600" /></p>
<p>No arquivo &#8220;/opt/ltsp/i386/etc/lts.conf&#8221;, aberto em seguida você pode incluir opções específicas para cada terminal, incluindo a resolução de vídeo e tipo de mouse usado em cada um. O LTSP é capaz de detectar as configurações automaticamente, assim como ao dar boot com um CD do Kurumin na maior parte dos casos, mas as opções no arquivo podem ser usadas para forçar o uso de configurações específicas ou em caso de problemas. O próprio arquivo inclui vários exemplos de configuração e você encontra instruções detalhadas no livro.</p>
<p>Cada estação possui uma seção própria dentro do arquivo, onde você pode incluir opções relacionadas a ela. Para fazer com que uma estação utilizasse resolução de 800&#215;600 com 60 Hz de taxa de atualização para o monitor e 16 bits de cor, por exemplo, você adicionaria as linhas:</p>
<p><span class="warndesc"></span></p>
<p class="rawoutput">X_MODE_0 = 800&#215;600 # <em>(Resolução de vídeo)</em><br />
X_VERTREFRESH = 60 # <em>(Refresh rate do monitor)</em><br />
X_COLOR_DEPTH = 16 # <em>(Bits de Cor)</em><br />
Veja um exemplo de como ficaria a modificação dentro do arquivo:
</p>
<p style="text-align:center;"><img src="http://www.guiadohardware.net/imagens/img-86ab1ce3.jpg" alt="serv_html_4da586b2" height="386" width="600" /></p>
<p>O LTSP é um sistema muito interessante, pois toda a configuração é feita no próprio servidor, minimizando o trabalho ao administrar uma rede com muitas estações. Ele também se adapta muito bem a redes de diferentes tamanhos. Você pode tanto usá-lo em uma rede com 40 terminais, quanto instalá-lo no seu micro, para poder usar um Pentium 100 que estava encostado como único terminal. O fato de ativar o LTSP, não impede que você possa continuar utilizando o micro recrutado como servidor normalmente.</p>
<p>Além do script para instalar o LTSP, a aba de acesso remoto do painel oferece também as opções para ativar o servidor <strong>SSH</strong> e instalar o <strong>NX Server</strong> e o <strong>VNC</strong>. Embora sirvam para basicamente a mesma coisa (acessar sua máquina remotamente, de forma a executar comandos ou rodar aplicativos pela rede), os três funcionam de forma bem diferente.</p>
<p style="text-align:center;"><img src="http://www.guiadohardware.net/imagens/img-b0285479.jpg" alt="serv_html_477db95a" height="419" width="600" /></p>
<p>O SSH é a ferramenta mais básica de administração de rede. Ao ativar o servidor, você pode se conectar a ele a partir das outras máquinas da rede usando o comando &#8220;<strong>ssh login@servidor</strong>&#8220;, fornecendo um login de acesso válido e o IP ou domínio do servidor (como em: ssh kurumin@192.168.0.1). É possível ainda usar o SSH para transferir arquivos. Para isso, abra uma janela do Konqueror e acesse a URL &#8220;<strong>fish://login@servidor</strong>&#8221; (como em: fish://kurumin@192.168.0.1). Depois de fornecer a senha de acesso, você vê os arquivo do servidor e pode transferi-los simplesmente arrastando-os para outra janela.</p>
<p>O NX Server usa o SSH como base, mas vai mais longe, implementando várias camadas de compressão e cache, que permitem rodar aplicativos gráficos com um excelente desempenho, mesmo via internet. Ao se conectar, você vê o desktop do servidor e pode usar qualquer aplicativo instalado nele. O NX é composto de um módulo servidor e um cliente.</p>
<p style="text-align:center;"><img src="http://www.guiadohardware.net/imagens/img-39bd30cf.jpg" alt="serv_html_2508d15b" height="628" width="806" /></p>
<p>Finalmente, o VNC é o sistema mais tradicional, também usado para abrir um desktop remoto do servidor e usar os aplicativos instalados nele. O VNC não é tão eficiente quanto o FreeNX, mas é mais fácil de instalar e configurar.</p>
<p>fonte: <a href="http://www.guiadohardware.net/" target="_blank">Guia do Hardware.net</a></p>
<br /><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/categories/diarionet.wordpress.com/90/" /> <img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/tags/diarionet.wordpress.com/90/" /> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/diarionet.wordpress.com/90/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/diarionet.wordpress.com/90/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/diarionet.wordpress.com/90/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/diarionet.wordpress.com/90/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/diarionet.wordpress.com/90/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/diarionet.wordpress.com/90/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/diarionet.wordpress.com/90/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/diarionet.wordpress.com/90/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/diarionet.wordpress.com/90/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/diarionet.wordpress.com/90/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/diarionet.wordpress.com/90/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/diarionet.wordpress.com/90/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/diarionet.wordpress.com/90/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/diarionet.wordpress.com/90/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=diarionet.wordpress.com&amp;blog=687262&amp;post=90&amp;subd=diarionet&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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	</item>
		<item>
		<title>Clonagem (imagem) e backup de partições usando o Partimage</title>
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		<pubDate>Wed, 14 Mar 2007 22:44:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>xvr2k3rds</dc:creator>
				<category><![CDATA[Linux]]></category>
		<category><![CDATA[Open-Source]]></category>
		<category><![CDATA[Software Livre]]></category>

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		<description><![CDATA[O Partition Image é uma ferramenta extremamente útil, que permite tanto fazer backup das partições do HD, quanto clonar instalações do sistema, de forma a replicar a instalação em várias máquinas. Se você já usou o Norton Ghost, vai notar que o Partition Image oferece funções muito semelhantes, com a vantagem de ser livre, gratuito [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=diarionet.wordpress.com&amp;blog=687262&amp;post=89&amp;subd=diarionet&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em><strong><span class="warndesc">O Partition Image é uma ferramenta extremamente útil, que permite tanto fazer backup das partições do HD, quanto clonar instalações do sistema, de forma a replicar a instalação em várias máquinas. Se você já usou o Norton Ghost, vai notar que o Partition Image oferece funções muito semelhantes, com a vantagem de ser livre, gratuito e mais fácil de usar.</span></strong></em></p>
<p>Ele é capaz de manipular partições formatadas nos mais diversos sistemas de arquivos, incluindo EXT3, ReiserFS, XFS e outros sistemas de arquivos usados no Linux, além de FAT e NTFS. Você pode inclusive usá-lo para fazer imagens de instalações do Windows, sem problema algum.</p>
<p>Ao fazer a imagem da partição, o partimage verifica seu conteúdo e salva apenas os dados, aproveitando para comprimir tudo usando o sistema de compressão escolhido por você. Isso permite gerar arquivos relativamente pequenos. Se você tiver uma instalação do Kurumin, que está ocupando 3 GB de uma partição com 20 GB, vai acabar com um arquivo de imagem de pouco mais de 1 GB <img src='http://s0.wp.com/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' /> .</p>
<p>O Partimage também é capaz de quebrar a imagem em vários arquivos (você especifica o tamanho desejado), permitindo que os backups possam ser facilmente gravados em DVD ou múltiplos CDs.</p>
<p>O partimage é um programa relativamente comum, disponível nos repositórios da maioria das distribuições ou na página oficial: <a href="http://www.partimage.org/">http://www.partimage.org</a>. Ele já vem pré-instalado no Kurumin e várias outras distribuições live-cd, onde você só precisa chamá-lo usando o o comando &#8220;<strong>partimage</strong>&#8220;, como root.</p>
<p>Assim como ao particionar o HD usando o gparted, você não tem como criar ou restaurar imagens de partições que estão montadas. Por isso, é fortemente recomendável que você sempre execute partimage com o sistema rodando a partir do CD (o Kurumin é ideal para isso <img src='http://s1.wp.com/wp-includes/images/smilies/icon_wink.gif' alt=';)' class='wp-smiley' /> , já que desta forma todas as partições do HD ficam disponíveis sem restrições.</p>
<p>A primeira tela mostra as partições disponíveis no HD. Lembre-se de que no Linux, as partições primárias são numeradas de 1 a 4 e as partições lógicas de 5 em diante, mesmo que você possua apenas uma ou duas primárias. É fácil identificar as partições dentro do Partimage, pois ele exibe o tamanho e o sistema de arquivos de cada partição:</p>
<p style="text-align:center;"><img src="http://www.guiadohardware.net/imagens/img-21d96489.png" alt="artigo-partimage_html_6ca75590" height="429" width="600" /></p>
<h1 align="center"><a href="http://www.guiadohardware.net/artigos/clonagem-backup-partimage/" target="_blank">Clique aqui para ler o restante do tutorial</a></h1></p>
<br /><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/categories/diarionet.wordpress.com/89/" /> <img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/tags/diarionet.wordpress.com/89/" /> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/diarionet.wordpress.com/89/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/diarionet.wordpress.com/89/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/diarionet.wordpress.com/89/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/diarionet.wordpress.com/89/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/diarionet.wordpress.com/89/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/diarionet.wordpress.com/89/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/diarionet.wordpress.com/89/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/diarionet.wordpress.com/89/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/diarionet.wordpress.com/89/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/diarionet.wordpress.com/89/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/diarionet.wordpress.com/89/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/diarionet.wordpress.com/89/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/diarionet.wordpress.com/89/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/diarionet.wordpress.com/89/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=diarionet.wordpress.com&amp;blog=687262&amp;post=89&amp;subd=diarionet&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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	</item>
		<item>
		<title>Por dentro da Apple</title>
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		<pubDate>Tue, 13 Mar 2007 20:56:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>xvr2k3rds</dc:creator>
				<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>

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		<description><![CDATA[Steve Jobs, o sujeito aí ao lado com os pés na mesa, comanda uma empresa que em três décadas se transformou em uma lenda. Da linha de montagem da Apple emergiram alguns dos objetos mais admirados da história da tecnologia. A empresa é uma usina de idéias, com invenções que surpreendem a concorrência e arrebatam [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=diarionet.wordpress.com&amp;blog=687262&amp;post=88&amp;subd=diarionet&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Steve Jobs, o sujeito aí ao lado com os pés na mesa, comanda uma empresa que em três décadas se transformou em uma lenda. Da linha de montagem da Apple emergiram alguns dos objetos mais admirados da história da tecnologia. A empresa é uma usina de idéias, com invenções que surpreendem a concorrência e arrebatam os consumidores. Funcionam como um farol para a indústria. Apontada como a empresa mais inovadora do mundo, ela é sinônimo de aparelhos revolucionários como o iPod e, recentemente, o iPhone. Qual é, afinal, o segredo da Apple?</strong></p>
<table class="fotoDireita" align="right" border="0" cellpadding="0" cellspacing="0">
<tr>
<th><img src="http://epocanegocios.globo.com/Revista/Epocanegocios/foto/0,,8754802,00.jpg" /></th>
</tr>
<tr>
<td>Jobs dez anos atrás, na sala<br />
da diretoria da Apple, pouco<br />
depois de retomar o comando<br />
da empresa: o “monstro<br />
visionário” voltou a concentrar<br />
esforços em um número<br />
reduzido de projetos com<br />
grande impacto tecnológico.<br />
Essa fórmula de sucesso<br />
prevalece até hoje</td>
</tr>
</table>
<p>Poucas empresas no mundo conquistaram o direito de chamar a si mesmas de revolucionárias. A Ford é uma delas. Seu fundador, Henry Ford, iniciou em 1908 a produção em série de automóveis. A IBM, que criou os computadores modernos, é outra. Os mainframes mudaram a maneira como empresas e governo trabalham e abriram novos horizontes para a ciência. Os estúdios Disney, com seus desenhos animados, redefiniram a indústria de entretenimento. Mas exemplos como esses são restritos, raros mesmo. A inovação radical, aquela capaz de criar um produto novo e um novo mercado, ocorre apenas de tempos em tempos na história do capitalismo. Mesmo agora, numa era de inovação programada e verbas bilionárias de pesquisa e desenvolvimento, poucas empresas se destacam no mar revolto das novidades. Diante disso, chama a atenção o desempenho de uma companhia instalada em Cupertino, na Califórnia, à margem da Baía de São Francisco. A Apple Inc., que completará 31 anos em abril, já deixou marcas no universo desproporcionais à sua idade e ao seu tamanho como empresa. Ela ocupa apenas a 159a posição na lista das maiores companhias americanas – mas seu currículo como inovadora é impressionante. <a href="http://epocanegocios.globo.com/Revista/Epocanegocios/0,,EDG76676-8374-1-1,00.html" target="_blank">Leia o restante da reportagem&#8230;</a></p>
<p><em><strong>meu comentário:</strong></em> vale a pena ler a íntegra da reportagem, ela dá uma visão de um homem que molda o mundo a sua volta.</p>
<br /><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/categories/diarionet.wordpress.com/88/" /> <img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/tags/diarionet.wordpress.com/88/" /> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/diarionet.wordpress.com/88/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/diarionet.wordpress.com/88/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/diarionet.wordpress.com/88/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/diarionet.wordpress.com/88/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/diarionet.wordpress.com/88/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/diarionet.wordpress.com/88/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/diarionet.wordpress.com/88/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/diarionet.wordpress.com/88/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/diarionet.wordpress.com/88/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/diarionet.wordpress.com/88/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/diarionet.wordpress.com/88/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/diarionet.wordpress.com/88/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/diarionet.wordpress.com/88/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/diarionet.wordpress.com/88/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=diarionet.wordpress.com&amp;blog=687262&amp;post=88&amp;subd=diarionet&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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	</item>
		<item>
		<title>Revista Guia do hardware 3ª Edição</title>
		<link>http://diarionet.wordpress.com/2007/03/06/revista-guia-do-hardware-3%c2%aa-edicao/</link>
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		<pubDate>Tue, 06 Mar 2007 11:52:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>xvr2k3rds</dc:creator>
				<category><![CDATA[Informática]]></category>

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		<description><![CDATA[Já está disponível para baixar a Revista Guia do Hardware nº 3. Nesta edição, Especial Hardware, tem tudo o que você gostaria de saber sobre pci express. Mais uma vez vale a pena ler o material que vem num novo projeto de diagramação o que mostra o esmero da equipe em buscar uma &#8220;cara&#8221; para [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=diarionet.wordpress.com&amp;blog=687262&amp;post=87&amp;subd=diarionet&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Já está disponível para <a href="http://media.guiadohardware.net/RevistaGDH_03.pdf">baixar a Revista Guia do Hardware nº 3</a>.  Nesta edição, Especial Hardware, tem tudo o que você gostaria de saber sobre pci express. Mais uma vez vale a pena ler o material que vem num novo projeto de diagramação o que mostra o esmero da equipe em buscar uma &#8220;cara&#8221; para a publicação.</p>
<p><strong><a href="http://media.guiadohardware.net/RevistaGDH_03.pdf"></p>
<p style="text-align:center;"><img src="http://www.guiadohardware.net/revista/revista03.jpg" alt="revista03" height="345" width="500" /></p>
<p></a></strong></p>
<p>fonte: <a href="http://www.guiadohardware.net/noticias/2007-03/#45eccef6" target="_blank">Guia do Hardware.net </a></p>
<br /><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/categories/diarionet.wordpress.com/87/" /> <img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/tags/diarionet.wordpress.com/87/" /> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/diarionet.wordpress.com/87/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/diarionet.wordpress.com/87/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/diarionet.wordpress.com/87/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/diarionet.wordpress.com/87/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/diarionet.wordpress.com/87/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/diarionet.wordpress.com/87/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/diarionet.wordpress.com/87/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/diarionet.wordpress.com/87/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/diarionet.wordpress.com/87/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/diarionet.wordpress.com/87/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/diarionet.wordpress.com/87/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/diarionet.wordpress.com/87/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/diarionet.wordpress.com/87/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/diarionet.wordpress.com/87/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=diarionet.wordpress.com&amp;blog=687262&amp;post=87&amp;subd=diarionet&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		</media:content>

		<media:content url="http://www.guiadohardware.net/revista/revista03.jpg" medium="image">
			<media:title type="html">revista03</media:title>
		</media:content>
	</item>
		<item>
		<title>Kurumin: Instalação, particionamento e solução de problemas</title>
		<link>http://diarionet.wordpress.com/2007/03/01/kurumin-instalacao-particionamento-e-solucao-de-problemas/</link>
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		<pubDate>Thu, 01 Mar 2007 04:37:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>xvr2k3rds</dc:creator>
				<category><![CDATA[Kurumin]]></category>
		<category><![CDATA[Linux]]></category>
		<category><![CDATA[Open-Source]]></category>
		<category><![CDATA[Software Livre]]></category>

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		<description><![CDATA[Graças a todas as opções e textos de ajuda oferecidos pelo instalador, instalar o Kurumin 7 não chega a ser uma dificuldade. Apesar disso, este tutorial esgota o assunto, mostrando todas as opções de particionamento, opções escondidas durante a instalação e detalhes sobre como configurar e solucionar problemas relacionados ao grub. por: Carlos E. Morimoto [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=diarionet.wordpress.com&amp;blog=687262&amp;post=86&amp;subd=diarionet&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em><strong><span class="warndesc">Graças a todas as opções e textos de ajuda oferecidos pelo instalador, instalar o Kurumin 7 não chega a ser uma dificuldade. Apesar disso, este tutorial esgota o assunto, mostrando todas as opções de particionamento, opções escondidas durante a instalação e detalhes sobre como configurar e solucionar problemas relacionados ao grub.</span></strong></em><span class="author"></span></p>
<p align="right"><em><span class="author">por: Carlos E. Morimoto</span></em><br />
<em><span class="author">01/03/2007</span></em></p>
<p><span class="author"></span>
</p>
<p align="justify">Uma diferença fundamental entre os live-CDs, como o Kurumin e distribuições Linux &#8220;tradicionais&#8221;, como o Mandriva, Fedora e Slackware, ou mesmo com relação ao Windows, é a forma como o sistema é instalado.</p>
<p>Tradicionalmente, os CDs de instalação das distribuições Linux contêm pacotes individuais de instalação dos programas juntamente com um programa de instalação. Ao dar boot através do CD, você abre um instalador, que se encarrega de instalar o sistema no HD. Depois de concluída a instalação, você reinicia a máquina e pode finalmente usar o sistema.</p>
<p>Durante a instalação, você pode escolher quais pacotes quer instalar e o instalador se encarrega de &#8220;montar&#8221; o sistema, instalando individualmente os pacotes marcados, como neste screenshot do instalador do Mandriva:
</p>
<p style="text-align:center;"><img src="http://www.guiadohardware.net/imagens/img-3c036431.png" alt="kurumin_html_63cbfd3e" height="434" width="590" /></p>
<p>Esta abordagem permite um controle maior sobre o que será instalado, mas possui também algumas desvantagens:</p>
<ul>
<li>Torna a instalação mais complexa e confunde os usuários iniciantes (e muitas vezes também os avançados), já que pouca gente conhece a função de cada pacote e não sabe bem quais instalar. Nem sempre as descrições dos pacotes dão uma visão clara sobre sua função e importância. Para amenizar isso, os instaladores adotam um &#8220;meio termo&#8221;, onde você inicialmente escolhe entre algumas categorias, como &#8220;Ferramentas de escritório&#8221;, &#8220;Programação&#8221;, &#8220;Servidores&#8221;, etc., e acessa a tela de seleção manual de pacotes apenas se quiser personalizar a instalação.</li>
</ul>
<ul>
<li>Aumenta muito o trabalho dos desenvolvedores, que precisam se preocupar em checar as dependências de cada pacote e a ordem em que eles devem ser instalados para manter a instalação consistente, independentemente do que o usuário escolher.</li>
</ul>
<ul>
<li>O sistema pode ser apenas instalado, não roda direto do CD.</li>
</ul>
<p>Nos live-CDs temos um sistema &#8220;base&#8221;, já configurado, que roda diretamente do CD. O instalador limita-se a copiar este sistema para o HD e fazer as alterações necessárias para que ele se adapte ao novo ambiente.</p>
<p>Apesar dos puristas torcerem o nariz, os live-CDs são uma forma tão mais prática de usar e instalar o sistema que cada vez mais distribuições passam a adotar este formato. Um exemplo clássico é o Ubuntu: nas primeiras versões ele utilizava um instalador &#8220;da velha guarda&#8221; em modo texto, mas a partir do 6.6 passou a ser distribuído primariamente na forma de live-CD.</p>
<p>Ao instalar o Kurumin no HD, são mantidas as configurações feitas durante o boot. Por isso, primeiro teste o sistema rodando a partir do CD e certifique-se de que o vídeo está corretamente configurado, as placas de som e rede estão funcionando, etc. antes de iniciar a instalação.</p>
<p>Se você não tem espaço suficiente no HD para criar várias partições, ou não quer arriscar seus arquivos mexendo no particionamento do HD (lembre-se: Só Jesus salva, o homem faz backup! <img src='http://s1.wp.com/wp-includes/images/smilies/icon_wink.gif' alt=';)' class='wp-smiley' /> , você pode ainda treinar usando o VMware Player, um virtualizador que permite instalar as distribuições dentro de máquinas virtuais, que abordo mais adiante. Graças ao VMware, também é possível rodar o Kurumin sobre o Windows.</p>
<p>A opção de instalar o Kurumin está bem visível dentro da tela inicial do Painel de Controle e você pode também chamar o instalador usando o comando &#8220;<strong>sudo kurumin-install</strong>&#8221; no terminal. No Painel estão organizadas também outras funções que usamos para configurar o sistema, que examinaremos com mais cuidado adiante.</p>
<p>O instalador é, na verdade, um script, localizado dentro da pasta &#8220;/usr/local/bin/&#8221;. Você pode estudá-lo e até alterá-lo caso necessário, usando um editor de textos qualquer. Assim como o instalador, muitas ferramentas aparentemente complexas, são, na verdade, scripts relativamente simples, que trabalham executando em ordem os comandos de texto necessários para realizar cada tarefa. Uma característica importante no Linux é que apesar de todas as ferramentas gráficas, toda configuração do sistema pode ser feita através do terminal, desde que você saiba os passos necessários.</p>
<p style="text-align:center;"><img src="http://www.guiadohardware.net/imagens/img-a3ba3fcb.png" alt="kurumin_html_m302198b5" height="368" width="588" /></p>
<p>Antes de instalar, vamos revisar alguns passos importantes:</p>
<h3>As partições no Linux</h3>
<p>Temos duas interfaces IDE na placa-mãe, onde cada uma permite a conexão de dois HDs, configurados como master ou slave. O primeiro HD, conectado à interface IDE primária e configurado como master, é reconhecido pelo Linux como <strong>hda</strong>, o segundo HD, slave da IDE primária é reconhecido como <strong>hdb</strong>, enquanto os dois HDs conectados à IDE secundária são reconhecidos como <strong>hdc </strong>e <strong>hdd</strong>. Caso você esteja usando um HD Serial ATA, então ele será visto como <strong>sda</strong>. Caso sejam dois, um será o sda e o outro <strong>sdb</strong>. O mesmo acontece ao usar HDs SCSI.</p>
<p>Ao mesmo tempo, cada HD pode ser dividido em várias partições. Podemos ter um total de 4 partições primárias ou três partições primárias e mais uma partição estendida, que pode englobar até 255 partições lógicas. É justamente a partição lógica que permite a nós dividir o HD em mais de 4 partições.</p>
<p>Esta limitação das 4 partições primárias é uma limitação que existe desde o primeiro PC, lançado em 1981. Os projetistas que escreveram o BIOS para ele precisavam economizar memória e chegaram à conclusão que 2 bits (4 combinações) para o endereço das partições seriam suficientes, pois na época os HDs mais vendidos tinham apenas 5 MB e só existia um sistema operacional para PCs (o MS-DOS), de forma que era raro alguém precisar criar mais de uma partição. As coisas mudaram &#8220;um pouco&#8221; de lá pra cá, mas infelizmente esta limitação continua até os dias de hoje <img src='http://s1.wp.com/wp-includes/images/smilies/icon_wink.gif' alt=';)' class='wp-smiley' /> .</p>
<p>Para amenizar o problema, fizeram um &#8220;xuncho&#8221; adicionando a possibilidade de criar partições lógicas. Ao invés de criar 4 partições primárias e ficar sem endereços para criar novas partições, você cria uma &#8220;partição estendida&#8221;, que é uma espécie de container, que permite criar mais partições. A partição estendida contém uma área extra de endereçamento, que permite endereçar as 255 partições lógicas. É possível criar até 4 partições estendidas, de forma que (em teoria) é possível dividir o HD em até 1020 partições.</p>
<p>A primeira partição primária, do primeiro HD (hda), é chamada de <strong>hda1</strong>. Caso o HD seja dividido em várias partições, as demais partições primárias são chamadas de <strong>hda2</strong>, <strong>hda3</strong> e <strong>hda4</strong>. Porém, o mais comum ao dividir o HD em várias partições é criar apenas uma partição primária e criar as demais partições dentro de uma partição estendida.</p>
<p>As partições estendidas recebem números de 5 em diante (<strong>hda5</strong>, <strong>hda6</strong>, <strong>hda7</strong>, etc.) mesmo que as partições hda2 e hda3 não existam:</p>
<p style="text-align:center;"><img src="http://www.guiadohardware.net/imagens/img-f5a75ce6.jpg" alt="kurumin_html_m7b7c8937" height="161" width="431" /></p>
<p>Neste mapa temos a partição primária, montada no diretório raiz (/) e uma partição estendida, que engloba tanto a partição swap quanto a partição montada em /home. Este é o esquema de particionamento mais usado no Linux: três partições, sendo uma a partição raiz, onde o sistema fica instalado, a partição swap e uma terceira partição (opcional), montada no diretório /home.</p>
<p>A idéia é a mesma de dividir o HD em C:\ e D:\ no Windows: simplesmente manter seus arquivos pessoais em uma partição diferente da dos arquivos do sistema, para melhorar a segurança e permitir que você possa tranqüilamente reformatar a partição do sistema quando precisar reinstalá-lo, sem correr o risco de perder junto seus arquivos pessoais. Se estiver com dúvidas sobre como o HD está particionado, abra o<strong> gparted</strong>, que você encontra no Iniciar &gt; Sistema. Ele mostra um mapa do HD.</p>
<p>Digamos que você queira particionar um HD de 80 GB para instalar o Windows e o Kurumin em dual boot, deixando uma partição de 20 GB para o Windows, uma partição de 20 GB para o Kurumin, uma partição de 1 GB para swap e uma partição maior, de 39 GB para guardar seus arquivos (você poderia usar esta partição maior como home, como explico mais adiante). Como precisamos de 4 partições no total, seria possível criar diretamente 4 partições primárias, mas neste caso você ficaria sem endereços e perderia a possibilidade de criar novas partições mais tarde, caso resolvesse testar uma outra distribuição, por exemplo.</p>
<p>Ao invés disso, você poderia começar criando a partição de 20 GB do Windows como primária (é sempre recomendável instalar o Windows na primeira partição do HD e em uma partição primária, devido às particularidades do sistema) e em seguida criar uma partição estendida, englobando todo o resto do espaço, criando as demais partições como partições lógicas dentro dela. Estes conceitos referentes às partições valem para qualquer programa de particionamento, do gparted ao Partition Magic. Elas são uma particularidade da plataforma PC e não do Linux.</p>
<p>Instalando</p>
<p>Ao começar a instalação propriamente dita, o primeiro passo é escolher em qual HD o sistema será instalado, caso você tenha mais de um:</p>
<p style="text-align:center;"><img src="http://www.guiadohardware.net/imagens/img-b5405462.png" alt="kurumin_html_e005dba" height="280" width="428" /></p>
<p>O particionamento do HD pode ser feito através do <strong>cfdisk</strong>, um particionador de modo texto que lembra um pouco o fdisk do Windows 98, ou usando o <strong>gparted</strong>, um particionador gráfico com uma interface parecida com o Partition Magic. O cfdisk é mais prático quando você simplesmente quer formatar o HD todo e criar novas partições, enquanto o gparted permite que você redimensione partições do Windows e outras distribuições Linux para liberar espaço para instalar o Kurumin.</p>
<p>O Kurumin 7 ocupa cerca de 1.6 GB ao ser instado, mas você precisará de espaço para guardar seus arquivos e instalar outros programas, de forma que o ideal é reservar pelo menos 4 GB para o sistema.</p>
<p style="text-align:center;"><img src="http://www.guiadohardware.net/imagens/img-10545ef9.png" alt="kurumin_html_7f3531a0" height="252" width="428" /></p>
<p>O instalador te obriga a escolher um dos dois, mas se o HD já estiver particionado, basta fechar o gparted ou selecionar a opção &#8220;Quit&#8221; na janela do cfdisk para prosseguir com a instalação. Mais adiante, veremos mais detalhes sobre o uso do cfdisk e do gparted.</p>
<h3>Copiando os arquivos</h3>
<p>Depois de particionar o HD, chegamos à parte mais crucial da instalação, que é a cópia dos arquivos propriamente dita. O instalador detecta automaticamente partições swap disponíveis no HD e pergunta qual usar apenas caso exista mais de uma. Nas versões recentes do Kurumin (a partir do 6.1) o instalador cria um arquivo de swap de 256 MB caso não exista nenhuma partição swap disponível, permitindo que você instale o sistema usando uma única partição. Este &#8220;arquivo de swap&#8221; é um pouco mais lento do que usar uma partição swap dedicada, por isso é sempre preferível criar uma partição swap &#8220;de verdade&#8221; ao particionar o HD.</p>
<p>Continuando, o instalador pergunta e em qual partição o sistema deve ser instalado. Note que a lista inclui apenas partições formatadas em sistemas de arquivos do Linux, para evitar o clássico acidente de formatar por engano a partição do Windows. Lembre-se de que a sua partição C:\ do Windows é geralmente a &#8220;<strong>/dev/hda1</strong>&#8221; no Linux.</p>
<p style="text-align:center;"><img src="http://www.guiadohardware.net/imagens/img-cd24e9f4.png" alt="kurumin_html_36d668a" height="336" width="428" /></p>
<p>O Linux suporta vários sistemas de arquivos diferentes. A função do sistema de arquivos é organizar o espaço disponível no HD, criar estruturas que permitem gravar e ler arquivos de forma organizada. Os primeiros sistemas de arquivos suportados pelo Linux, bem no começo do desenvolvimento, eram o Minix e o EXT. Ambos possuíam limitações graves com relação ao desempenho e ao tamanho máximo das partições, de forma que ambos foram substituídos pelo EXT2, que continua em uso até hoje.</p>
<p>O <strong>EXT2</strong> é um sistema similar ao FAT32 do Windows. Os arquivos são organizados de uma forma simples, com o HD dividido em vários clusters (que no EXT2 chamamos de blocos), onde cada cluster armazena um arquivo ou um fragmento de arquivo. Um índice no início do HD guarda uma tabela com os endereços de cada arquivo no HD.</p>
<p>Muita gente gosta desta simplicidade e por isso continua usando o EXT2 até hoje. O problema é que, assim como o FAT32 do Windows, o EXT2 tem uma grande tendência a perder dados quando o micro é desligado incorretamente (o que em um desktop é muito comum). Nestes casos entra em ação o fsck, que vasculha todos os arquivos da partição, de forma a detectar e corrigir erros, da mesma forma que o scandisk do Windows. Os dois problemas fundamentais com o fsck são que:</p>
<blockquote><p><strong>1</strong>- O teste demora muito.</p>
<p><strong>2</strong>- Ele só corrige erros simples. Sempre que um problema mais grave é detectado, o carregamento do sistema é abortado e você cai em um prompt de recuperação (herança da época em que o Linux era feio, estranho e complicado), onde você precisa conhecer e saber usar os comandos necessários para reparar os erros manualmente.</p></blockquote>
<p>Ou seja, a menos que você tenha um no-break e seu micro nunca seja desligado no botão, não use o EXT2. Ele é um sistema obsoleto, assim com o FAT32 no Windows.</p>
<p>Temos, em seguida, o <strong>EXT3</strong>, uma evolução do EXT2, que inclui um sistema de journaling. O journal (diário) consiste em uma espécie de log, que armazena todas as alterações que são feitas nos arquivos e quando elas foram concluídas. Quando o micro é desligado incorretamente, o fsck consulta este &#8220;diário&#8221; para corrigir os erros, sem precisar executar o teste completo.</p>
<p>Embora as versões iniciais do EXT3 tivessem muitos problemas, ele evoluiu bastante nos últimos anos e é atualmente um sistema de arquivos bastante seguro, utilizado por padrão na maioria das distribuições. As principais vantagens de usar o EXT3 são o boot mais rápido (em média 10 segundos menos do que ao instalar em uma partição ReiserFS e a grande oferta de programas de manutenção e recuperação de dados).</p>
<p>Finalmente, temos o <strong>ReiserFS</strong>, que é a opção default de sistema de arquivos desde as primeiras versões do Kurumin. Ele é também um sistema de arquivos bastante moderno, que inclui muitos recursos para a proteção dos dados e do próprio sistema de arquivos no caso de problemas diversos e desligamentos incorretos. O ReiserFS também aproveita melhor o espaço, agrupando arquivos pequenos, de forma que eles sejam gravados de forma contínua. Isso acaba fazendo uma grande diferença, pois no Linux temos uma quantidade muito grande de pequenos executáveis, bibliotecas e arquivos de configuração.</p>
<p>O ReiserFS é um sistema bastante robusto, bem adaptado para suportar os maus-tratos típicos de um desktop. Por isso (apesar do rápido avanço do EXT3) ele ainda é o sistema recomendado.</p>
<p>Outros sistemas &#8220;modernos&#8221; são o XFS e o JFS, que são otimizados para uso em servidores. Eles também são relativamente populares, mas não são oferecidos pelo instalador para não aumentar muito o número de opções.</p>
<p style="text-align:center;"><img src="http://www.guiadohardware.net/imagens/img-becd02f7.png" alt="kurumin_html_387cdd0d" height="420" width="498" /></p>
<p>Depois de selecionar a partição e o sistema de arquivos, o instalador confirma mais uma vez se você realmente quer formatar a partição para instalar o sistema. Existe aqui uma opção de atualização escondida, que foi incluída a partir do Kurumin 4.2: se você responder &#8220;Não&#8221;, o instalador vai copiar os arquivos sem formatar a partição, atualizando uma versão anterior do Kurumin instalada, sem apagar seus arquivos e configurações.</p>
<p>Assim como no Windows, esta opção de atualização é mais propensa a problemas, pois é difícil preservar todos os programas instalados e todas as modificações que foram feitas. Embora a atualização funcione bem na maioria dos casos, alguns programas podem deixar de funcionar (o que pode ser resolvido simplesmente reinstalando-os). Os arquivos e configurações, que são o mais importante, são sempre preservados.</p>
<p style="text-align:center;"><img src="http://www.guiadohardware.net/imagens/img-5b07f5ab.png" alt="kurumin_html_m3f60d76f" height="364" width="498" /></p>
<p align="justify">
A cópia dos arquivos propriamente dita é relativamente rápida, cerca de 7 minutos ao instalar em um micro com um drive de 52x.</p>
<p>Embora o sistema fique carregado durante a cópia, nada impede que você navegue ou faça alguma outra coisa enquanto o sistema está sendo instalado. Os dados são copiados diretamente a partir do CD-ROM (que é somente leitura) para dentro da partição, de forma que a cópia não é perturbada mesmo que você crie ou modifique alguns arquivos durante a instalação.
</p>
<p align="justify">&nbsp;</p>
<p align="justify">
<h1><a href="http://www.guiadohardware.net/tutoriais/instalacao-kurumin/concluindo-instalacao.html" target="_blank">Concluindo a instalação</a></h1>
<h1><a href="http://www.guiadohardware.net/tutoriais/instalacao-kurumin/dicas-particionamento.html" target="_blank">Dicas: particionamento</a></h1>
<h1><a href="http://www.guiadohardware.net/tutoriais/instalacao-kurumin/configurando-grub.html" target="_blank">Configurando o grub</a></h1>
<p>fonte: <a href="http://www.guiadohardware.net" target="_blank">Guia do Hardware.net </a></p>
<br /><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/categories/diarionet.wordpress.com/86/" /> <img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/tags/diarionet.wordpress.com/86/" /> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/diarionet.wordpress.com/86/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/diarionet.wordpress.com/86/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/diarionet.wordpress.com/86/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/diarionet.wordpress.com/86/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/diarionet.wordpress.com/86/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/diarionet.wordpress.com/86/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/diarionet.wordpress.com/86/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/diarionet.wordpress.com/86/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/diarionet.wordpress.com/86/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/diarionet.wordpress.com/86/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/diarionet.wordpress.com/86/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/diarionet.wordpress.com/86/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/diarionet.wordpress.com/86/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/diarionet.wordpress.com/86/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=diarionet.wordpress.com&amp;blog=687262&amp;post=86&amp;subd=diarionet&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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	</item>
		<item>
		<title>Robô ultraflexível encara qualquer terreno</title>
		<link>http://diarionet.wordpress.com/2007/02/28/robo-ultraflexivel-encara-qualquer-terreno/</link>
		<comments>http://diarionet.wordpress.com/2007/02/28/robo-ultraflexivel-encara-qualquer-terreno/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 28 Feb 2007 14:49:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>xvr2k3rds</dc:creator>
				<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>

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		<description><![CDATA[Um robô modulado que adquire diferentes formas para poder andar, rastejar e escalar inclinações foi demonstrado nos Estados Unidos na última semana, durante o Fórum Internacional de Tecnologias Espaciais e Aplicações. Os responsáveis pela novidade afirmam que o robô flexível, chamado de Superbot, pode ser capaz de trabalhar em diversos terrenos e ser útil em [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=diarionet.wordpress.com&amp;blog=687262&amp;post=85&amp;subd=diarionet&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Um robô modulado que adquire diferentes formas para poder andar, rastejar e escalar inclinações foi demonstrado nos Estados Unidos na última semana, durante o Fórum Internacional de Tecnologias Espaciais e Aplicações. Os responsáveis pela novidade afirmam que o robô flexível, chamado de Superbot, pode ser capaz de trabalhar em diversos terrenos e ser útil em missões no espaço.</p>
<span style="text-align:center; display: block;"><a href="http://diarionet.wordpress.com/2007/02/28/robo-ultraflexivel-encara-qualquer-terreno/"><img src="http://img.youtube.com/vi/qV2I0WbgECQ/2.jpg" alt="" /></a></span>
<p>Segundo o site da revista “New Scientist”, cada módulo da máquina funciona como um robô separado, que pode se mover independentemente, girar e rodar &#8212; para isso, eles contam com acelerômetros 3D que indicam sua orientação.</p>
<p>Os seis lados de cada parte podem se conectar com qualquer outro módulo. Uma vez ligados, eles se comunicam, coordenando mudanças na estrutura e até mesmo transmitindo energia.</p>
<span style="text-align:center; display: block;"><a href="http://diarionet.wordpress.com/2007/02/28/robo-ultraflexivel-encara-qualquer-terreno/"><img src="http://img.youtube.com/vi/NQIOsEwOQck/2.jpg" alt="" /></a></span>
<p>“O Superbot consiste em módulos robóticos em forma de Lego [brinquedo montável], mas autônomos, que podem se reconfigurar em diferentes sistemas para diferentes tarefas”, explica Wei-Min Shen, da Universidade da Califórnia do Sul. Cada parte pode coordenar a atividade utilizando seus próprios sensores e os dos outros módulos. Para rolar, por exemplo, cada parte deve monitorar os acelerômetros de seus parceiros.</p>
<span style="text-align:center; display: block;"><a href="http://diarionet.wordpress.com/2007/02/28/robo-ultraflexivel-encara-qualquer-terreno/"><img src="http://img.youtube.com/vi/V8dqGyIG_v0/2.jpg" alt="" /></a></span>
<p class="fotoMateria box270"><a href="http://g1.globo.com/Noticias/Tecnologia/foto/0,,8422565-EX,00.jpg" class="linkZoom" title="Zoom"></a></p>
<p>A equipe diz que o Superbot pode eventualmente ser uma boa companhia para astronautas na Lua ou em outro lugar do espaço. Alguns módulos extras adaptados poderiam permitir que o Superbot atuasse em diversos tipos de tarefas.</p>
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<p>Modelos semelhantes anteriores tiveram problemas na coordenação, e algumas vezes precisaram de módulos especiais para gerar formas particulares. Ao dar a cada módulo mais flexibilidade, Shen diz que o Superbot deve ser capaz de assumir um maior número de formas mais eficientemente.</p>
<p>fonte: <a href="http://g1.globo.com/Noticias/0,,MUL7214-6174-545,00.html" target="_blank">G1</a></p>
<br /><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/categories/diarionet.wordpress.com/85/" /> <img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/tags/diarionet.wordpress.com/85/" /> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/diarionet.wordpress.com/85/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/diarionet.wordpress.com/85/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/diarionet.wordpress.com/85/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/diarionet.wordpress.com/85/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/diarionet.wordpress.com/85/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/diarionet.wordpress.com/85/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/diarionet.wordpress.com/85/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/diarionet.wordpress.com/85/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/diarionet.wordpress.com/85/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/diarionet.wordpress.com/85/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/diarionet.wordpress.com/85/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/diarionet.wordpress.com/85/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/diarionet.wordpress.com/85/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/diarionet.wordpress.com/85/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=diarionet.wordpress.com&amp;blog=687262&amp;post=85&amp;subd=diarionet&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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